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A tecnologia vem mudando rapidamente, e a cada novo dispositivo que surge, a demanda por conectividade também cresce. Por isso, tivemos em 2019 o lançamento do novo padrão de conexão sem fio: o Wi-Fi 6.0, a sexta geração de conexão wireless.
É claro que o primeiro diferencial para o modelo atual é que a conexão será mais rápida do que antes. Mas além dessa velocidade, bem como o do alcance da rede, existem vários outros benefícios do uso dessa nova geração.
O Wi-FI 6.0 irá remodelar a maneira como os roteadores lidam com o crescimento contínuo no número de dispositivos conectados à internet, seja nas casas ou nas empresas. Então, leia o conteúdo completo para saber de tudo que precisa a respeito do assunto
Primeiramente, vamos entender o conceito do Wi-Fi 6.0. Esse modelo, também chamado de 802.11ax pela nomenclatura técnica, é a versão mais recente do padrão 802.11 para transmissões de rede sem fio, que nada mais é do que chamamos de Wi-Fi. Além disso, essa é uma atualização direta da versão anterior do padrão Wi-Fi, chamada 802.11ac.
Ele foi homologado e lançado no dia 16 de setembro de 2019, pela Wi-Fi Alliance, órgão responsável pela implementação do padrão Wi-Fi.
A partir de agora, os novos dispositivos começarão a chegar com o Wi-Fi 6.0 por padrão. Ao substituir seu telefone, notebook ou consoles de jogos nos próximos anos, você terá novos aparelhos com a versão recente do Wi-Fi.
E o mais importante: empresas de todos os portes e segmentos ganharão benefícios com a adoção desse padrão!
No entanto, é importante saber que a rede baseada em Wi-Fi 6.0 só vai funcionar com os roteadores específicos para Wi-Fi 6.0.
Para que as mudanças fiquem claras, conheça agora as 5 principais vantagens com a chegada do Wi-Fi 6.0!
A velocidade é uma das vantagens que mais se destacam no conjunto de benefícios do Wi-Fi 6.0. No padrão atual, da 5ª geração, o Wi-Fi é capaz de chegar a 3,5 Gbps. Mas como o novo padrão funciona em frequências de 2,4 e 5GHz, sua capacidade poderá chegar a até 14 Gbps.
Isso representa um aumento de 4 vezes na capacidade máxima que era possível até então, e pode fazer toda a diferença para estruturas que dependem dessa rápida troca de dados, por exemplo.
Existem duas tecnologias principais que aceleram as conexões Wi-Fi 6.0: MU-MIMO e OFDMA.
O MU-MIMO, que significa Multi-Usuário, Entrada Múltipla, Saída Múltipla permite que um roteador se comunique com vários dispositivos ao mesmo tempo, em vez de transmitir para um dispositivo, e depois para o próximo e para o próximo sucessivamente.
No momento, o MU-MIMO permite que os roteadores atuais compatíveis com essa tecnologia já realizem esse trabalho com quatro dispositivos por vez. Mas o Wi-Fi 6.0 permitirá que os dispositivos se comuniquem com até oito dispositivos simultaneamente.
A outra tecnologia, OFDMA, que significa Acesso Múltiplo por Divisão de Frequência Ortogonal, permite que uma transmissão também entregue dados a vários dispositivos ao mesmo tempo.
Uma nova tecnologia do Wi-Fi 6.0 permite que os dispositivos programem as comunicações com o roteador, reduzindo o tempo necessário para manter as antenas ligadas para transmitir e procurar sinais. Isso significa menos consumo de bateria, economia de energia, resultando em uma maior duração da bateria.
Tudo isso é possível devido a um recurso chamado Target Wake Time, que permite que os roteadores agendem os horários de check-in com os dispositivos.
Para que um dispositivo Wi-Fi 6.0 receba a certificação da Wi-Fi Alliance, é necessário que ele conte com o WPA3 (Wi-Fi Protected Access), um novo protocolo de segurança que dificulta a invasão de criminosos virtuais e torna os dados sob um novo tipo de codificação mais robusto: a criptografia de 192-bit.
Portanto, os dispositivos Wi-Fi 6.0, principalmente quando falamos da transmissão de dados pelos roteadores, já incluem uma segurança mais forte do que os padrões anteriores.
Os problemas de interferência causados nas redes de Wi-Fi atualmente acontecem porque o roteador utilizado não consegue diferenciar pacotes de informação que são destinados para ele dos pacotes que são direcionados para outras redes.
Mas com a chegada do Wi-Fi 6.0, as tecnologias vão utilizar uma nova assinatura, chamada de BSS Color. Graças a ela, os dispositivos serão capazes de ignorar dados que não são direcionados a eles, diminuindo as interferências.
Para que o uso do Wi-Fi 6.0 seja implementado na prática, o mercado já se movimenta para entregar as soluções que vão possibilitar sua aplicação.
Dessa forma, existe um cronograma que já está em andamento:
É importante dizer que esse cronograma está mais avançado do que a tecnologia 5G, que será o novo padrão de conexão utilizada para os ambientes externos.
E para quem já precisa preparar sua rede empresarial para o novo padrão, é importante escolher as opções de mercado que tragam o desempenho ideal. Com inovações que vão além do padrão Wi-Fi 6.0, as soluções da Cisco oferecem segurança e inteligência com os novos controladores Cisco Catalyst 9800 Series, para uma conexão sem fio perfeita, por exemplo.
Para facilitar ainda mais sua vida no momento de buscar as ferramentas necessárias para implementar o novo padrão Wi-Fi 6.0, a Teletex oferece as soluções da Cisco para você. Confira o portfólio completo e entre em contato para falar com um de nossos especialistas!
Dois terços dos CEOs das maiores empresas do mundo afirmam que no fim de 2019 vão começar a focar em estratégias que melhorem a experiência do cliente. Além disso, 34% das empresas já começaram seu processo de Transformação Digital. Ou seja, com essa evolução, será necessário mais performance. Por isso, a monitoração da performance de suas aplicações e a experiência dos usuários com elas se tornam fundamentais.
Se há algo que vem mudando as organizações corporativas, é o seu envolvimento com aplicações digitais. Cada vez mais recursos, aplicativos, softwares e demais tecnologias ocupam espaço estratégico e operacional nas empresas.
Um dos principais motivos disso é a necessidade urgente de oferecer a melhor experiência ao cliente e aos usuários em suas soluções.
Assim, uma boa forma de promover isso é aproveitar o potencial tecnológico atual de integrar plataformas digitais, coletando e analisando os mais diversos dados.
Com esse poder em mãos, é possível ter uma visão 360º de todo ambiente digital da empresa (seja os aplicativos utilizados por clientes, bem como a Infraestrutura que serve aos funcionários, por exemplo).
Dessa maneira, gestores compreendem mais rápida e detalhadamente o nível de performance da empresa, de ponta a ponta. Isso possibilita identificar gargalos em todo processo e desenvolver insights que possam otimizar a produtividade.
A boa notícia é que essa tecnologia existe, mais poderosa do que nunca.
Com o AppDynamics, comprado pela Cisco em 2017 e integrada no leque de soluções da gigante americana, é possível unir inteligência e desempenho na monitoração das suas aplicações e acelerar a transformação digital do seu negócio.
APM (Application Performance Management) é uma ferramenta que permite o gerenciamento completo de aplicativos, independentemente do ambiente (servidores virtuais, cloud ou físicos).
Através desse recurso, a empresa monitora todas as suas transações de negócio, em qualquer camada (do código ao usuário final) de suas plataformas integradas.
Diferente de anos atrás, quando boa parte desse monitoramento era feito de forma manual e apenas pela equipe de TI, esse tipo de ferramenta permite a automatização de todo processo.
A solução de APM Appdynamics permite o entendimento da linearidade dos processos (envolvendo softwares, infraestruturas de rede, operadores, sistemas ou todos eles juntos).
Entre as vantagens da solução de APM Appdynamics, destacam-se:
Cada linha de código passa pelo pente fino da solução de APM. Dessa forma, você e sua empresa têm um panorama completo e atualizado em tempo real sobre todo seu ambiente digital.
Assim, é possível agir de forma rápida na resolução e prevenção de problemas diminuindo o MTTR (mean time to resolution) dos seus incidentes.
A possibilidade de monitorar várias aplicações é o que garante controle absoluto sobre seus sistemas. Softwares, infraestrutura e experiência do usuário estão sempre sob os olhos do APM, que lê milhões de métricas todos os dias, 24×7.
Diagnóstico imediato e alertas automáticos
A solução de APM ainda pode ser configurada para enviar alertas automáticos em caso cenários críticos em alguma execução, ou quando houver falhas de desempenho, por exemplo.
Além disso, a ferramenta cria automaticamente reports de performance que ajudam a equipe de TI a entender o estado de suas soluções e da sua rede.
O AppDynamics é a solução líder do mercado de Monitoração de Performance de Aplicações da Cisco.
Segundo o quadrante mágico da Gartner para APM, é a melhor ferramenta do tipo disponível no mercado. A empresa é a principal avaliadora de tecnologias no mundo corporativo. E esse quadrante funciona como um relatório que identifica as soluções que melhor servem ao mercado.
Em seu mais amplo pacote de recursos e ferramentas, o APM da Cisco possibilita que as empresas mergulhem em uma verdadeira Transformação Digital.
O AppDynamics fornece um grande poder de inteligência, machine learning e observação de todas as camadas de seus sistemas, independente da complexidade e escala do ambiente.
Assim, é possível monitorar, extrair e analisar métricas exatas que alimentarão os mais valiosos insights para melhorar os seus processos e a experiência do seu cliente.
A suíte de ferramentas da AppDynamics possibilita monitoramento de usuário final, visibilidade de infraestrutura e módulos de produtos subjacentes construídos na plataforma AppIQ.
O AppDynamics monitora toda performance das aplicações, softwares e infraestruturas de TI, auxiliando a experiência do usuário final. Seu grande potencial de processamento permite o rastreamento ponta e ponta de cada transação digital do seu negócio.
Assim, sua empresa tem em mãos uma ferramenta sem igual, que possibilitará uma abordagem data-driven na tomada de decisões. Dessa forma, sua força estratégica se torna mais dinâmica e assertiva, entregando melhores resultados para os clientes.
Com o AppDynamics, você rentabiliza seu negócio e otimiza toda cadeia produtiva.
A monitoração da performance de suas aplicações permite que você esteja no controle de tudo que acontece no seu ambiente digital. Prevenção de falhas, resolução de bugs e inteligência para todos os níveis da sua infraestrutura de TI.
Entendeu todos os benefícios de Appdynamics para o seu negócio? Essa é a solução perfeita para empresas que buscam otimizar seu nível de produtividade e aprimorar a experiência do cliente.
Na Teletex, somos especialistas na implementação das soluções AppDynamics.
Conheça todo potencial que a principal ferramenta APM oferece à sua empresa, agende uma reunião conosco.
Rafael Santos – Gerente de Pós Venda
Com a LGPD prestes a entrar em vigor, aumentar a proteção contra ciberataques tornou-se ainda mais importante para as companhias brasileiras. Ou seja, com a nova legislação, esse cuidado deve ter um investimento ainda maior.
Quer entender o motivo disso? Então conheça um pouco mais da Lei 13.709/18 que atualmente está prevista para iniciar em dezembro de 2020.
Vale lembrar, no entanto, que um projeto de lei apresentado pelo deputado Carlos Bezerra (MDB-MIT) pretende prorrogar a data de início de vigência da maioria dos dispositivos gerais da LGPD em dois anos.
A proposta que surgiu no Senado brasileiro foi inspirada na regulamentação europeia (GDPR) e motivada pela frequência de vazamentos de informações individuais dos consumidores.
A LGPD tem o propósito de fortalecer uma relação transparente entre empresas e consumidores. Por isso que a preocupação com a segurança de dados é de suma importância, tanto que a própria lei trata do assunto:
“ VII – segurança: utilização de medidas técnicas e administrativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão;”
Ou seja, a LGPD, sancionada em 2018, vai exigir que as empresas de todos os portes que atuam no ambiente digital se adaptem, já que ela tem a intenção principal de manter a privacidade dos usuários da internet.
Aliás, deixar de fazer uma boa gestão de dados coletados, deve implicar em um prejuízo enorme para as empresas. Por isso que a preocupação com ciberataques é tão latente. Afinal, expor informações pessoais poderá acarretar multas que variam de 2% do faturamento anual da companhia a R$ 50 milhões.
A estimativa é que os cibertaques causaram um prejuízo de US$ 45 bilhões em 2018.Contudo a importância central da LGPD vai além disso. Com o escândalo da Cambridge Analítica junto ao Facebook, nota-se que o prejuízo não é só financeiro. Afinal, se a maior rede social do mundo teve sua credibilidade abalada, o que dirão das outras empresas em casos semelhantes?
Em um contexto geral, as corporações brasileiras terão um pequeno desafio para se adaptar, mas por um bom motivo. Visto que, prevenindo ataques cibernéticos, todos serão beneficiados.
Como mencionamos, manter a segurança do seu banco de dados é fundamental em qualquer ocasião, e a LGPD só reforça isso. Afinal, nenhuma organização quer sofrer um ataque, ter os dados de seus clientes roubados e sofrer sansões financeiras do governo. Por isso é de suma importância conhecer alguns métodos para evitar os ciberataques.
Veja a seguir sete práticas que vão deixar a sua empresa mais segura nesse sentido:
Fabricantes de softwares estão sempre atualizando suas plataformas para melhorar a experiência do usuário. Quando isso ocorrer, todas as configurações de segurança do sistema também são otimizadas, aumentando a eficiência contra criminosos virtuais.
Dessa forma, é essencial que as empresas, a fim de manter a própria privacidade e a dos clientes, mantenham-se atentas nesse sentido. Versões obsoletas e desatualizadas de aplicativos são oportunidades perfeitas para crimes cibernéticos.
Nunca deixe que seus próprios colaboradores sejam portas de entrada para futuros ataques à empresa. Para tanto, crie uma política de segurança, a qual deve ser respeitada por todos internamente.
Se você ainda não possui uma, saiba que é simples. Liste uma série de normas e condutas e conscientize todos para que elas sejam seguidas.
Essa é uma dica que deve ser levada em conta, tanto para aumentar a segurança quanto a organização da corporação. Em softwares utilizados por muitos, como ERPs, limite o acesso apenas àqueles que protagonizam determinada função.
Delegar o acesso às pessoas e equipes certas diminui as chances de equívocos e vazamento de informações.
Dentro de uma empresa, cabe ao setor de TI bloquear ações indevidas. Não limitar o uso pessoal da internet por parte dos funcionários é uma válvula de escape para os vírus atacarem a sua empresa.
Mesmo que sem intenção, a possibilidade de clicar em links suspeitos na rede social ou no e-mail pessoal é alta. Portanto, fique atento a esse tipo de contaminação, pois ele pode ser silencioso, mas muito prejudicial.
Fazer os colaboradores conhecerem e seguirem suas políticas de segurança é um grande passo para evitar ciberataques. Só que, por vezes, uma carta ou uma breve apresentação não é capaz de deixar claro todas as práticas. Nessas circunstâncias, um treinamento é necessário.
Isso ocorre, pois nem todos os funcionários estão familiarizados com alguns softwares. Além disso, ações mais simples podem prejudicar a proteção da corporação. Dessa forma, a fim de evitar riscos desnecessários, é válido separar um tempo para demonstrar as ocasiões que podem gerar futuras complicações para o negócio.
Outra função que deve ser adotada pela equipe de TI é o monitoramento das ações dos usuários. Observar a movimentação dos seus consumidores e identificar comportamentos suspeitos é o melhor caminho para evitar vulnerabilidades.
Para fazer isso você pode contar com algumas soluções do mercado que permite visualizar todas essas informações de maneira remota.
Backups, mesmo simples de se fazer, otimizam toda a organização e segurança da informação. Em últimos casos, quando há perda de dados, essas cópias de segurança podem ser a “salvação” da empresa.
Portanto, para finalizar o artigo, a dica é: crie mais de uma cópia, armazene em locais diferentes e faça testes de recuperação para, enfim, aumentar ainda mais segurança contra ciberataques.
E você, sabe como adequar a sua empresa para a LGPD? Saiba que a Teletex pode ajudá-lo nesse sentido. Caso queira sanar as suas dúvidas, entre em contato conosco.
Augusto Ziomkowski – Diretor de Engenharia
A Smart City, ou cidade inteligente, é um conceito que engloba o uso estratégico de infraestrutura, comunicação, planejamento e gestão urbana para acelerar o desenvolvimento e melhorar o bem-estar nas cidades.
Nesse conceito, pessoas interagem e utilizam os mesmos recursos tecnológicos, garantindo uma melhor qualidade de vida e o desenvolvimento econômico de todos. Além disso, o próprio fluxo de serviços dessas cidades se vale estrategicamente da infraestrutura desses recursos tecnológicos, bem como das informações dos cidadãos para suprir as necessidades da sociedade.
Assim, para que as Smart Cities funcionem de maneira efetiva, tecnologias como internet das coisas, inteligência artificial, aplicativos mobile, computação na nuvem e muitas outras são usadas para facilitar a vida dos cidadãos. Ou seja, a tecnologia é essencial.
Como exemplo, podemos citar os seguintes recursos que auxiliam as Smart Cities:
Atualmente, cada Smart City possui as suas características individuais, mas todas elas têm o objetivo de prover aos seus cidadãos uma relação mais sustentável, inteligente e barata.
Buenos Aires, por exemplo, melhorou a mobilidade urbana e reduziu as emissões de dióxido de carbono. Também investiu em aplicativos que permitiram a seus funcionários informar rapidamente os cidadãos a respeito de quaisquer problemas na estrutura da cidade.
Curitiba é a cidade modelo brasileira, sendo o destaque do país em relação à mobilidade e urbanismo. Atualmente, conta com mais de 100 semáforos especiais com sensores para cartões magnéticos que podem ser usados por pessoas idosas ou com necessidades especiais, facilitando a sua travessia pelas ruas e avenidas.
Como é possível perceber, o conceito de Smart Cities está totalmente ligado ao uso de dados, uma vez que eles são a base para muitas dessas tecnologias e para o desenvolvimento de soluções adequadas à realidade de cada cidade. Muitos dos modelos de soluções para Smart Cities envolvem o uso de dados pessoais, tais como:
Esse cenário intensifica a geração e a administração de dados por objetos conectados para melhorar a administração da cidade. No entanto, há de se considerar alguns aspectos em relação à segurança da informação para que não haja problemas em relação aos dados dos cidadãos.
Um desses aspectos é a adoção de padrões de sistemas que minimizem a coleta e o uso de dados pessoais e que possuam recursos de segurança da informação. Outro é regulamentação de normas a respeito da privacidade de dados pessoais que estejam relacionados ao uso de serviços das Smart Cities.
Dessa forma, fica evidente que a LGPD, que entrará em vigor em dezembro do ano que vem tem tudo a ver com as Smart Cities, já que essas cidades vão lidar efetivamente com os dados da sua população.
As soluções de Smart Cities passam tanto pelos órgãos governamentais quanto por empresas privadas que querem oferecer soluções para a qualidade de vida nas áreas urbanas. Qualquer empresa que queira ter futuro nas Smart Cities, deverá priorizar o cumprimento da LGPD desde o início do projeto.
Desde a concepção, as soluções de Smart Cities devem ser estruturadas para tratar o mínimo de dados necessário e, sempre que possível, garantir que os donos deles permaneçam anônimos. As pessoas devem ser informadas sobre o que é feito com seus dados e ter a opção de cancelar a autorização de uso a qualquer momento.
A LGPD não deve ser vista como uma barreira, mas como um pré-requisito para o avanço das Smart Cities. Ao estarem seguros de que seus dados são tratados de forma responsável e transparentes, os cidadãos se sentirão mais confortáveis em embarcar na tecnologia e contribuir para a melhoria das soluções.
Portanto, se você tem qualquer projeto que demanda o uso de dados, não avance antes de ter certeza que ele está 100% alinhado com as exigências da LGPD. Mesmo que essa lei entre em vigor apenas em dezembro de 2020, é necessário que nos preparemos desde já! Entre em contato conosco e saiba mais sobre o assunto.
Augusto Ziomkowski – Diretor de Engenharia
No começo dos anos 2000, com a internet ainda se consolidando, só existia um caminho para as empresas que começavam a desenvolver e comercializar soluções para web: montar sua própria infraestrutura de TI interna. Mas isso resultava em altos custos para a operação. É por isso que a terceirização de TI é um dos principais caminhos utilizados hoje.
Optar por não terceirizar significa dizer que a empresa está aceitando um custo contínuo e de alto valor ao invés de buscar uma solução para esse problema. E na prática, a terceirização de TI é capaz de trazer uma série de benefícios adicionais, algo difícil de se conquistar com uma estrutura interna.
É por isso que preparamos um conteúdo completo para apresentar a você os motivos para realizar a terceirização de TI na sua empresa. Confira!
Existem dois caminhos principais para a terceirização de TI:
Ao seguir esses dois modelos, você consegue facilitar ao máximo a rotina da sua equipe interna. Mas, para tomar essa decisão, é importante conhecer os benefícios que explicam os diferenciais da terceirização de TI. Então, confira agora os 8 principais!
Embora as empresas que terceirizam serviços de TI desfrutem de muitos benefícios, economizar dinheiro é o mais impactante entre eles.
A terceirização ajuda a controlar a saída de capital elevado, principalmente nos primeiros anos de operação. Serviços de TI compõem custos fixos e são bastante caros para empresas que não terceirizam.
Já as empresas que decidem terceirizar a área TI por meio de um parceiro especializado convertem as despesas fixas em variáveis. Assim, liberam o seu capital para ser utilizado em áreas estratégicas. Colaboradores e investidores são mais atraídos por esse modelo, já que a empresa tem mais recursos para se concentrar em áreas de operações que gerem receitas de maneira direta.
Contar com uma infraestrutura de TI interna demanda que a empresa também utilize um grupo de profissionais qualificados para dar conta de toda a operação e ajustes.
Ou seja, uma grande vantagem da terceirização de TI é diminuir o volume dos seus encargos trabalhistas. Isso acontece, pois você passa a contar com um time externo, que já está incluído nos valores que precisa arcar com a terceirização.
Assim, a mudança e saída de colaboradores que estão atuando diretamente com as ações relacionadas a terceirização não impacta o lado financeiro da sua empresa.
Outra vantagem ao escolher terceirizar está na flexibilidade que o time de TI interno consegue ter. Com um data center local, o trabalho fica “engessado”, sem muitas alternativas do caminho que pode seguir.
Mas a liberdade trazida pela terceirização de TI, ajuda o time interno a desenvolver uma rotina mais flexível para atacar pontos que vão fazer a diferença para o cliente final.
Um dos grandes problemas de ter uma estrutura interna de data center e conexão de TI é que fica difícil atualizar toda a operação com as inovações em tecnologia que surgem constantemente.
Ao realizar a terceirização, você usará a tecnologia mais atual, que aumenta o seu sucesso e torna sua empresa mais competitiva no mercado.
Com tecnologia de primeira classe, você pode agilizar processos e torná-los mais eficientes e produtivos. A empresa também consegue aproveitar as oportunidades de mercado mais rapidamente com essa ação.
Se sua empresa não é especializada em TI, é provável que uma equipe interna da área, especialmente no começo, cometa alguns erros de segurança que possam colocar em risco as informações confidenciais de sua empresa.
As violações de segurança geralmente vêm de hackers que usam uma mistura de engenharia social e outras técnicas de black hat para roubar dados confidenciais.
Felizmente, as empresas de TI terceirizadas, tendo estudado e lidado com muitos ataques desse tipo, estão mais familiarizadas com suas técnicas. Por esses motivos, elas têm maneiras mais rápidas e eficientes de lidar com as questões de segurança de sua empresa.
Lidar com uma grande demanda vinda dos data centers internos pode exigir habilidades que sua equipe ainda não possui. Já escolhendo a terceirização do projeto nessa área, a produtividade da equipe vai aumentar consideravelmente por fornecer às pessoas a chance de aplicar suas habilidades no que podem fazer de melhor.
Enquanto isso, seu pessoal pode trabalhar focado e mais produtivamente no intuito de adquirir também um novo conjunto de habilidades, com a garantia de que a operação possui um gerenciamento a partir da terceirização.
Cuidar de uma infraestrutura interna de uma empresa, para suportar todas as ações de TI, não é a atividade principal que sua empresa precisa entregar para os clientes finais, correto?
Principalmente quando você possui uma empresa iniciante no mercado, não pode se dar ao luxo de perder tempo lidando com questões relacionadas à TI enquanto seus concorrentes estão ocupados desenvolvendo seus produtos, conquistando clientes e criando estratégias inovadoras de marketing.
Ao terceirizar uma equipe de suporte de TI, você pode liberar recursos valiosos da empresa para poder se concentrar no que realmente importa, como o desenvolvimento de produtos e na experiência do cliente.
Um time de suporte qualificado pode prever, prevenir e responder rapidamente a problemas sérios que levam a falhas catastróficas e períodos de inatividade prolongados. E é justamente com esse benefício conquistado através da terceirização de TI que fechamos a nossa lista.
No final, optar por terceirizar com uma empresa confiável deve garantir que as tarefas sejam tratadas de forma hábil e eficiente, sem você ter que se preocupar internamente.
Agora que você já conhece a importância e todas as vantagens que a terceirização de TI pode trazer para a sua empresa, entre em contato com a Teletex IT Solutions e garanta uma entrega de serviços de infraestrutura em Tecnologia da Informação com a qualidade que o seu negócio merece.
Augusto Ziomkowski – Diretor de Engenharia
Diante do aumento do número de ataques nos ambientes, o investimento em cibersegurança no Brasil tem se tornado cada vez mais relevante e estratégico para as empresas. Isso porque, elas lidam com dados importantes do negócio e de informações sigilosas dos clientes. Ou seja, elas têm uma grande responsabilidade. Vale destacar ainda, que o investimento nesta área ajuda as empresas a conquistarem a confiança por parte dos consumidores.
Está interessado em saber mais sobre o assunto? Neste artigo nós explicaremos detalhadamente o que é a cibersegurança, a distinção desse conceito para o da segurança da informação e traremos alguns números referentes a esse setor. Acompanhe a seguir.
Esse conceito faz referência a um conjunto de ações e técnicas que visam proteger sistemas, softwares, redes ou equipamentos dos invasores. Dessa maneira, é possível assegurar que informações valiosas das empresas, por exemplo, não sejam vazadas ou violadas devido a ataques cibernéticos.
Vale ressaltar que esses ataques podem ter diferentes intenções. Entre elas estão acessar servidores, roubar senhas, fazer o sequestro de dados ou até mesmo fraudar transações financeiras. Enfim, são inúmeras possibilidades de prejuízos que os ataques cibernéticos podem causar.
Diante do que apresentamos, no primeiro momento, a cibersegurança se parece muito com outro conceito: o da segurança da informação. No entanto, há algumas diferenças entre eles. De maneira geral, podemos dizer que a cibersegurança é uma parte da segurança da informação.
Primeiramente, a cibersegurança é mais direcionada aos softwares, hardwares e redes. Ela cuida do sistema da companhia de forma a não permitir ataques cibernéticos. Além disso, previne problemas relacionados a gestão das informações feitas pelas máquinas, no trânsito e armazenamento de dados, ou seja, protege as informações armazenadas no meio digital.
Nesse sentido, algumas medidas são tomadas. Entre elas estão o uso de antivírus nos computadores, ter cópias de segurança, uso de backups, a criptografia dos dados e o uso da assinatura digital com o intuito de demonstrar a autenticidade de um arquivo. Todos esses recursos, somados, dificultam a perda de dados de forma definitiva e reduzem as probabilidades de fraudes.
Por outro lado, a segurança da informação é um conceito mais abrangente, pois se preocupa com a proteção de todos os dados de uma organização. Isso vai desde o armazenamento das informações até os dados que são administrados pelas pessoas.
Por causa dessas características, há várias atividades que podem ser feitas com a intenção de garantir a segurança da informação. Elas podem passar, por exemplo, por regras para transporte de computadores, política de troca constante de senhas, procurar assegurar que os funcionários estão usando senhas fortes, quais as informações que podem ser fornecidas a cada empregado em uma empresa, entre outras questões, por exemplo.
Não há nenhuma dúvida de que os números são alarmantes em relação ao investimento em cibersegurança no Brasil. De acordo com a pesquisa feita pela Ponemon Institute, as empresas brasileiras apresentaram uma perda de US$ 7,2 bilhões (o que equivale a, aproximadamente R$ 29,8 bilhões) por causa dos ciberataques sofridos em 2018. Companhias de diversos segmentos (saúde, varejo, finanças, serviços etc.) têm enfrentado problemas em relação a essa situação.
A preocupação com o investimento em cibersegurança no Brasil tende a se intensificar ainda mais com a aprovação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Ela tem como principal objetivo proteger os dados dos clientes, para que eles não sejam usados sem consentimento.
Agora, você deve estar se perguntando: qual é a relação entre a aprovação da LGPD e a maior preocupação com as questões relacionadas à cibersegurança? Antes de responder a essa pergunta é importante destacar que a lei será implementada efetivamente no Brasil em dezembro de 2020.
Dessa forma, desde já, todas as organizações de pequeno, médio e grande porte são encarregadas de investir em cibersegurança e implementar sistemas de compliance efetivos. Assim, ambas as ferramentas são utilizadas com a intenção de detectar, prevenir e diagnosticar as violações de dados pessoais. Além disso, quem descumprir as regras pode pagar uma multa de até 50 milhões de reais por causa da LGPD.
Em relação aos cuidados a serem tomados no que se diz respeito a cibersegurança, as empresas precisam seguir algumas recomendações. Entre elas estão o uso de uma solução de contenção de ameaças, a atualização dos sistemas operacionais dos computadores, o uso de antivírus, a utilização de senhas fortes, fazer backup regulares, armazenar as informações em pelo menos dois dispositivos (caso perca um dado importante em um deles é possível recuperar em outro dispositivo) etc.
Além dessas dicas citadas, atualmente a proteção do ambiente de tecnologia da empresa precisa estar pautada em alguns pilares conforme segue:
Os ataques virtuais têm crescido cada vez mais no país. Diante desse cenário, o investimento em cibersegurança no Brasil tornou-se cada vez mais importante. Essas questões podem até parecer burocráticas na sua empresa, no entanto, garantirão segurança em relação às informações que circulam por lá.
Podemos afirmar que ao realizar as principais práticas e usar as ferramentas certas de cibersegurança na sua empresa, seus clientes estarão tranquilos e confiantes de que seus dados estarão seguros e você evitará prejuízos financeiros por causa da LGPD.
Caso você tenha alguma dúvida a respeito desse assunto ou esteja procurando maneiras para melhorar a cibersegurança da sua empresa, entre em contato conosco. A Teletex conta com os melhores profissionais e parceiros de negócio para desenhar a melhor solução para seu ambiente. Agende já uma reunião conosco.
Rafael Santos – Gerente Pós-vendas
Os desafios de gerenciar um mundo corporativo totalmente conectado não param de crescer. Ter uma conexão rápida e confiável se tornou um pré-requisito, e as tecnologias tradicionais já não são suficientes. Nesse cenário, novas soluções como a SD-WAN, são a resposta para superar os desafios.
Uma WAN (Wide Area Network) é uma rede que cobre uma longa distância, como por exemplo, a interligação entre filiais e a matriz de uma corporação. Já a SD-WAN é a evolução desse conceito. Com uma camada de software (Software Defined), a rede WAN se torna muito mais controlável.
Quer entender mais sobre a SD-WAN e por que ela pode auxiliar sua empresa? Acompanhe!
Como já foi dito, a rede WAN cobre uma grande extensão geográfica. Ela é usada, por exemplo, para integrar diferentes unidades de uma mesma empresa, para conectar colaboradores que estão fora da companhia, ou conectar o negócio com clientes e fornecedores. A própria Internet, que cobre toda a área global, pode ser considerada rede WAN.
Atualmente, as redes WAN são controladas principalmente pelo protocolo MPLS (Multiprotocol Label Switching). Nesse protocolo, os roteadores decidem o encaminhamento mais adequado para os pacotes de dados rotulados, os quais trafegam através dessa rede.
No entanto, aconteceram mudanças no mercado corporativo que tornaram a gestão das redes WAN mais complexa. Principalmente pelo crescimento do volume de dados trocados, devido ao uso de diversos aplicativos e da explosão da computação em nuvem, o desempenho da rede WAN tradicional deixou de ser suficiente para muitos negócios.
Alta latência, baixa largura de banda e falta de visibilidade dos aplicativos são alguns dos problemas enfrentados. Para solucionar todos esses problemas, surgiu a WAN definida por software, a SD-WAN.
A camada de software adicionada à rede faz com que seja possível, programar cada dispositivo da rede WAN e controlá-los remotamente, bem como todos aplicativos que através destes trafegam seus dados. O sistema escolhe o melhor percurso de roteamento a ser utilizado naquele determinado momento e para determinada aplicação, mesclando diversas conexões WAN (MPLS, Internet, LTE etc.) para atingir desempenho máximo.
Em comparação com a tecnologia MPLS, o roteamento na SD-WAN é mais inteligente pois se utiliza da possibilidade de usar diversas tecnologias em conjunto para chegar ao destino pretendido, considerando as métricas de qualidade de cada link, em vez de apenas um determinando link como no MPLS.
A gestão por software utilizada na SD-WAN representa uma grande evolução e traz diversos benefícios para os negócios que a adotam. Entenda as principais vantagens!
Na SD-WAN, a gestão da rede é centralizada em uma plataforma única de gerenciamento. Isso significa que as equipes de TI podem implementar configurações em todos os dispositivos WAN com muito mais facilidade.
É possível automatizar diversas tarefas de gerenciamento dessa rede, como por exemplo, a criação de políticas de priorização de aplicações de negócio por link contratado, tornando a gestão da WAN muito mais simples.
A SD-WAN oferece mais flexibilidade e permite a integração de vários links, dispositivos, serviços e APIs. Diferentes provedores e conexões podem ser utilizados em conjunto e um software determina o melhor canal caminho para assegurar conectividade total.
A SD-WAN também gera relatórios de desempenho e identifica falhas de conexão, facilitando a resolução de problemas. O resultado disso é o melhor desempenho dos aplicativos, melhor visibilidade dos vários links contratados e redução de sobrecargas e falhas nas conexões.
Com os aplicativos — inclusive da nuvem — funcionando cada vez melhor, uma rede mais confiável e com menos falhas de conexões, permite que a experiência do usuário seja aprimorada. Todos os colaboradores, clientes e parceiros que utilizarão a sua estrutura de SD-WAN, perceberão a melhoria no desempenho e na integridade da rede WAN.
A gestão por software também se aplica à segurança dos dados. Isto é, na SD-WAN também podem ser aplicadas políticas centralizadas de proteção. É possível migrar os protocolos de segurança já utilizados na rede WAN tradicional para a SD-WAN, mantendo os investimentos e o aprendizado.
Além disso, por oferecer uma gestão centralizada, fica mais fácil garantir que toda a rede e os dispositivos estejam dentro dos padrões de segurança. A SD-WAN permite que os dados sejam protegidos em todas as unidades de negócio conectadas à rede WAN. Desse modo, as informações ficam protegidas em todas as partes da WAN e não apenas nos data centers ou na matriz.
É possível reduzir custos ao migrar da WAN tradicional para a SD-WAN. Isso acontece por diversos motivos, tais como:
Ou seja, a SD-WAN acaba apresentando melhor custo-benefício que a tradicional WAN controlada por MPLS e, assim, se torna indispensável para os negócios atuais.
Ao conhecer os benefícios alcançados com a aplicação de uma camada de software, fica fácil entender que a SD-WAN é essencial para as empresas na era digital. Essa solução melhora a experiência dos usuários e otimiza a velocidade das conexões, aumentando a produtividade dos negócios.
Segundo um relatório da IDC, 95% dos negócios pesquisados usam ou têm planos para usar a SD-WAN nos próximos dois anos, o que comprova a importância dessa rede para o seu crescimento.
Como vimos, a SD-WAN traz mais visibilidade, maior controle e melhor desempenho para as redes de longa distância. Ela é uma grande aliada das empresas que querem viver a era da computação em nuvem e hiperconectividade de forma plena.
Com menos custos, gestão simplificada e controle total da rede WAN, a SD-WAN é a resposta para muitos dos desafios atuais dos negócios! Entre em contato conosco e agende uma reunião.
Rafael Santos – Gerente de Pós Venda
A preocupação em manter a privacidade das pessoas na internet tem impulsionado a criação de leis de proteção de dados em várias partes do mundo. Em 2018, o Brasil aprovou a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e, com isso, entrou para a lista de países que têm uma legislação sobre o tema.
A nova lei traz mais transparência e segurança para o uso de dados e estabelece obrigações claras para as empresas. Como todos esses dados, geralmente, são geridos pelo setor de TI das companhias, a exigência e responsabilidade da área deverá aumentar, incluindo o nível de cuidado com a segurança.
Você quer entender mais sobre a LGPD e o seu impacto na tecnologia? Então, nos acompanhe nesse artigo!
A LGPD é uma legislação brasileira aprovada em agosto de 2018 que entrará em vigor a partir de dezembro de 2020. Ela foi inspirada na General Data Protection Regulation (GDPR), que está valendo na Europa desde 2018.
A nova lei define os dados pessoais como qualquer informação que possa ser usada para identificar um indivíduo. Já os dados sensíveis são informações de origem étnica ou racial, religiosa ou política ou, ainda, dados genéticos, biométricos e sobre a saúde ou vida sexual de uma pessoa.
A LGPD apresenta regras para a coleta, tratamento e uso de dados pessoais, e estabelece direitos e responsabilidades das partes envolvidas. Além disso, ela criou uma entidade responsável pela fiscalização do cumprimento das regras, a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). Alguns dos principais pontos da lei são:
Como vimos, dados pessoais são todos aqueles que podem identificar uma pessoa. Alguns casos recentes mostraram como esse assunto precisa estar em pauta nas empresas que lidam com a tecnologia.
No caso mais famoso envolvendo informações pessoais, a empresa Cambridge Analytica utilizou dados coletados no Facebook para influenciar as eleições nos Estados Unidos e em outros países. O escândalo trouxe inúmeros problemas para o Facebook e poderá render uma multa bilionária à empresa.
O uso de dados é uma das premissas de muitas operações realizadas na internet. Desde sempre, as empresas armazenam informações sobre clientes, fornecedores e até mesmo concorrentes. A grande questão é que, com a internet, ficou muito mais fácil coletar, guardar e, especialmente, compartilhar todas essas informações.
O compartilhamento não autorizado desses dados coloca em risco a privacidade dos seus donos. Por isso, a proteção de dados se tornou um assunto sensível e que precisa ser cuidado de perto pela TI.
A nova legislação vai exigir que as empresas se adaptem para que todo o funcionamento e relação com os dados das pessoas se tornem mais transparentes. Nesse cenário, o investimento em ferramentas e tecnologias específicas para esse fim será muito importante.
Apesar de entrar em vigor apenas em dezembro de 2020, é necessário priorizar os esforços desde já. Além das ações técnicas, é fundamental investir na educação dos colaboradores, reforçar a política de acesso às informações e utilizar soluções efetivas de backup, por exemplo.
Como dissemos no começo desse artigo, com a LGPD, as equipes de TI precisarão redobrar os seus cuidados para garantir a segurança da informação nas empresas, trabalhando de forma mais proativa para isso.
Para se adaptar à lei, a empresa deve rever todas as políticas e processos do negócio e garantir que o cidadão seja informado sobre todos os possíveis usos de suas informações. Dessa forma, além de evitar as multas previstas na lei, o negócio ganhará mais transparência e terá tudo para conquistar a confiança dos consumidores.
Caso você precise, a Teletex conta com um corpo técnico de especialistas em segurança que poderá lhe ajudar a traçar estratégias necessárias para que o seu negócio esteja de acordo com a LGPD antes mesmo dela entrar em vigor. Deseja saber mais? Entre em contato conosco.
Augusto Ziomkowski– Diretor de Engenharia
Encarado por alguns como um conceito digno de filmes de Hollywood, o termo “smart cities” começa a despontar na imaginação de empresas, startups, investidores e da iniciativa pública.
O que mais atrai é a amplitude de suas oportunidades: tudo, da iluminação à segurança pública, funcionando por meio de dispositivos, softwares e aplicativos personalizados, criados com a finalidade de facilitar sua gestão, gerando transparência e economia.
Mas por quê? O que é essa inovação e o que ela traz para a sociedade? Como ter uma empresa em uma smart city afetaria seus negócios? E mais importante: como o Brasil está em relação a esse cenário tão futurístico?
O conceito pode ser bem teórico e até acadêmico, mas trataremos de simplificar:
Basicamente, as smart cities são aquelas cidades que conseguem utilizar, de forma geral e aprofundada, recursos tecnológicos para otimizar, automatizar e tornar sua gestão mais eficiente.
Por exemplo: controlar sinaleiras, câmeras de vigilância, soluções de prevenção de enchentes e alagamentos, transporte público, energia, água, supervisão da saúde e mesmo da educação.
Tudo isso funcionando em uma nas smart cities.
E com todo o aspecto tecnológico, a conexão dos cidadãos será muito ampla, o que favorecerá a sua inclusão no desenvolvimento da cidade inteligente. Através de ferramentas online, o poder público conseguirá ouvir e entender muito mais as necessidades dos habitantes.
Ou seja, ao unir a tecnologia no controle dos serviços públicos, simplifica-se o já complicado processo de gestão dos órgãos do município, promovendo maior eficiência e redução de custos.
O intuito de uma smart city é melhorar a qualidade de vida dos cidadãos através de políticas e soluções de mobilidade urbana, sempre apoiadas nas possibilidades tecnológicas e digitais.
Para que as smart cities funcionem, é necessário uma infraestrutura capaz de suportar todo o aparato tecnológico. Ou seja, é preciso uma comunicação entre iniciativa privada, pública e cidadãos, capaz de promover essa infraestrutura e, além disso, diálogo constante, para entender suas necessidades e pontos críticos.
E claro, tudo isso só se concretiza se o processo, de ponta à ponta, for dinâmico.
As necessidades e capacidades de uma smart city são diferentes de outra; se o problema de uma é a falta de ruas para desafogar o trânsito, o problema de outra pode ser o histórico com enchentes. Ou violência urbana. Ou superlotação do transporte público.
Por isso, é necessário possuir o mindset correto e fazer um estudo detalhado de cada cidade, entendendo que cada uma possui suas peculiaridades.
Porém, é fato que a curiosidade só cresce diante deste tema. Tanto que, desde 2018, em Curitiba, acontece o Smart City Expo Brasil. O evento, importado do maior congresso do setor, que acontecia em Barcelona, reúne milhares de profissionais e especialistas para discutir soluções inovadoras para tornar cidades, casas e empresas mais inteligentes.
Basicamente, aplicações em menores escalas (e com diferentes propósitos, é claro) das soluções de uma smart city.
As smart houses, ou casas inteligentes, já não são uma grande novidade. Na verdade, cada vez mais a automatização de residências é uma realidade: comandos de voz capazes de apagar ou acender as luzes, “escurecer” as janelas (ou mover as persianas), trancar portas, ligar e desligar eletrodomésticos. A lista é longa.
A recente introdução dos home assistants, tal como a Alexa (Amazon) ou o HomePod (Apple), que são capazes de “gerenciar” muitos desses comandos e agregar ainda mais funcionalidades (como sonorização ambiente ou mesmo compras!) só fomentam esse movimento.
Já as smart companies, ou empresas inteligentes, começam agora a aparecer.
Por meio de softwares, integração e uma intensa leitura de dados, as smart companies possuem cada processo na palma da sua mão, entendendo todo seu ciclo e agindo diretamente em cima dos problemas, por menor que seja.
Um exemplo? Digamos que uma empresa transportadora de alimentos frigoríficos seja uma smart company e possua um problema: os produtos de certo lote chegaram sem condições de serem vendidos e tiveram que ser descartados.
Por meio da leitura de dados e inteligência de negócios, a smart company consegue rastrear cada etapa do seu processo; da preparação do alimento à entrega final, tudo graças à IoT (Internet of Things). Dessa forma, ela receberá dados que vão mostrar qual foi o erro: se o sistema de refrigeração falhou; se a temperatura programada estava fora do adequado; entre outros.
A partir daí, basta agir rapidamente em busca de uma solução.
De forma escalável, uma smart company consegue controlar toda sua hierarquia de trabalho, otimizando cada vez mais o serviço, o que potencializa os lucros e reduz custos desnecessários.
A TI é o coração de qualquer solução smart: seja em uma aplicação localizada e pessoal, como uma smart house; uma ampla, mas direcionada, como em uma smart company; ou mesmo uma aplicação gigantesca, como seria em uma smart city.
Em todo esse processo, o trabalho da TI é garantir a criação e evolução de soluções eficientes, que sirvam ao cidadão e às suas necessidades.
Na verdade, pequenas revoluções já acontecem, dando só um gostinho dos benefícios que um trabalho focado, e em grande plano, pode trazer.
Na Smart City Expo Curitiba de 2019, algumas empresas apresentaram soluções práticas e inovadoras, como a telegestão da iluminação pública, que reduz o desperdício. Através de um sistema inteligente, a solução lê os níveis de consumo elétrico e gera relatórios precisos apontando direções para um uso mais consciente e eficiente da energia.
Outro ponto bem promissor: já se fala na construção de uma possível linha de Hyperloop no Brasil.
Basta que o poder público, junto das empresas e investidores deem espaço e incentivo para a aplicação destas ideias.
Um futuro integrado, conectado, seguro e inteligente é o que espera os cidadãos, as empresas e as cidades.
Para que as empresas se tornem inteligentes, é preciso adotar um mindset novo. Abraçar ideias de automatização, inteligências de negócios, IoT e tudo que engloba o conceito de smart company.
O objetivo é encontrar na tecnologia, soluções que integrem todo seu processo produtivo e forneçam uma visão aprofundada do que realmente acontece na prática. Assim, é possível mirar diretamente nos erros, acertos e oportunidades de melhoria.
Quer entender como sua empresa pode se tornar uma smart company, as possibilidade para ela e quais soluções melhor se encaixam? Entre em contato com nossos especialistas e conheça as ferramentas para transformar a gestão e os resultados.
Augusto Ziomkowski – Diretor de Engenharia