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  • MSS em multi-cloud: como garantir visibilidade e controle total

    Há dez anos, uma empresa com infraestrutura em dois provedores de nuvem era considerada avançada. Hoje, isso é praticamente o mínimo. 81% das empresas já adotam estratégias de múltiplas nuvens e 67% da infraestrutura corporativa está baseada nesse modelo, segundo dados de 2024. AWS para cargas de produção críticas, Azure para o ambiente Microsoft, Google Cloud para analytics e machine learning, nuvem privada para dados regulados. 

    Se cada escolha faz sentido individualmente, o problema aparece quando você tenta enxergar tudo ao mesmo tempo. O que as organizações ganharam em escalabilidade e flexibilidade pagaram em complexidade operacional.

    Cerca de 70% das organizações afirmam que a proliferação de ferramentas e a falta de visibilidade unificada são hoje os maiores obstáculos para uma segurança em nuvem eficaz, segundo relatório de segurança em nuvem de 2026. E à medida que o volume de dados distribuídos cresce, a superfície de ataque cresce na mesma proporção. 

    Ambientes que armazenam dados em múltiplos provedores registram o maior custo médio de violação entre todas as configurações, chegando a US$ 5,05 milhões por incidente, segundo o relatório IBM Cost of a Data Breach 202. Distribuir workloads virou estratégia. Distribuir responsabilidade de segurança virou risco.

    O desafio da segurança em ambientes multi-cloud

    O multi-cloud não criou um problema novo, mas ampliou um problema antigo: a dificuldade de enxergar tudo o que está acontecendo no ambiente. Em infraestruturas concentradas, essa visibilidade era difícil. 

    Em ambientes distribuídos entre três, quatro ou cinco provedores diferentes, ela se torna estruturalmente fragmentada.

    Cada provedor tem seu próprio modelo de segurança

    AWS trabalha com IAM, Security Hub e GuardDuty. Azure usa Microsoft Defender e Entra ID. Google Cloud tem Security Command Center e Chronicle. Cada um gera logs em formatos diferentes, com nomenclaturas distintas, em consoles separados. 

    Nenhum deles foi projetado para conversar nativo com os outros.

    As políticas de acesso não se sincronizam automaticamente

    Uma credencial criada no Azure não existe no AWS. Uma regra de firewall aplicada em um ambiente não replica para o outro. À medida que a equipe cria recursos em diferentes plataformas, surgem inconsistências: políticas desatualizadas, permissões excessivas esquecidas, configurações que funcionavam bem em um ambiente e criaram brechas em outro. 

    As misconfigurações representaram 18,9% das falhas críticas de 2024, associadas a portas abertas desnecessárias, senhas hardcoded e erros de configuração de acesso, segundo análise da Inside Pentesting.

    Os dados transitam entre ambientes sem fronteiras claras

    Um dado nasce no sistema de CRM hospedado em Azure, passa por uma API rodando no Google Cloud, é processado por uma aplicação no AWS e arquivado em storage privado. Em qual desses pontos houve um acesso anômalo? Qual ferramenta capturou? Qual time foi alertado? Sem uma arquitetura de visibilidade que acompanhe esse fluxo de ponta a ponta, a resposta honesta é: ninguém sabe.

    O problema, portanto, não é tecnologia. É fragmentação. E fragmentação, quando falamos em segurança, significa pontos cegos. Pontos cegos significam tempo para o atacante operar sem ser detectado.

    Por que soluções isoladas não garantem controle?

    A resposta instintiva de muitos times de segurança diante da complexidade multi-cloud é adicionar ferramentas. Uma para monitorar o AWS, outra para o Azure, uma terceira para tráfego de rede, mais um SIEM para agregar tudo. Na teoria, a cobertura aumenta. Na prática, o problema se aprofunda.

    Cada ferramenta enxerga apenas o seu recorte: o CSPM do AWS identifica uma configuração incorreta em um bucket S3. O Microsoft Defender detecta um login suspeito no Azure AD. O NGFW registra uma tentativa de conexão incomum na rede. São três alertas em três consoles diferentes, disparados em sequência, que juntos descrevem um ataque em andamento. Separados, parecem incidentes menores que qualquer analista sobrecarregado pode ignorar ou postergar.

    A falta de correlação é onde os ataques prosperam: atacantes modernos raramente executam ações barulhentas e imediatas. Eles mapeiam o ambiente devagar, movem-se lateralmente com credenciais válidas e constroem presença em múltiplos pontos antes de agir. Ataques baseados em identidade e credenciais lideram os vetores de comprometimento em cloud, respondendo por 70% dos casos, segundo a SentinelOne. Uma ferramenta que monitora apenas a autenticação não captura o movimento lateral subsequente. Uma que monitora rede não enxerga o exfiltration via API autenticada.

    À medida que o uso de cloud cresce, novas ferramentas de segurança são adicionadas sem uma estratégia clara de integração. O resultado são controles inconsistentes, múltiplos painéis e baixa correlação de eventos 

     Mais ferramentas sem integração não é mais segurança. É mais ruído, mais custo operacional e menos capacidade de resposta quando o que importa está acontecendo.

    MSS: como transformar ambientes distribuídos em segurança centralizada

    Managed Security Services (MSS) é um modelo de operação contínua da segurança, em que um provedor especializado assume a responsabilidade de monitorar, analisar, correlacionar e responder a ameaças no ambiente do cliente, de forma ininterrupta. MSS não é uma ferramenta. É uma operação.

    A distinção importa porque o problema do multi-cloud não é falta de tecnologia. É falta de operação integrada sobre ela. E é exatamente essa operação que o MSS provê.

    Em um modelo bem estruturado, o MSS atua em camadas:

    Camada Como funciona O que entrega
    Monitoramento 24×7 de todos os ambientes Eventos de AWS, Azure, Google Cloud, nuvem privada e rede corporativa são ingeridos em um ponto único de análise Observador permanente sobre logs, métricas, alertas e fluxos de tráfego, sem buracos noturnos, fins de semana ou feriados
    Correlação de dados entre ambientes O que isolado parece ruído, correlacionado revela padrão. Um login fora do horário no Azure que precede uma chamada de API incomum no AWS e um download volumoso no Google Cloud deixa de ser três eventos separados Uma sequência de comprometimento identificável em tempo real, antes que o dano se consolide
    Análise especializada e contextualizada Automação processa volume. Especialistas interpretam o contexto. Plataformas correlacionam eventos em escala enquanto analistas reconhecem padrões adversariais e distinguem falsos positivos de ameaças reais Priorização inteligente do que exige ação imediata, eliminando o ruído que paralisa equipes sobrecarregadas
    Tratamento ativo de incidentes Quando uma ameaça confirmada é identificada, o provedor executa playbooks de contenção: bloqueia acesso, isola segmentos e suspende credenciais comprometidas Remediação antes que o dano se expanda, sem depender de aprovação manual em cada etapa

    O resultado prático é a conversão de um ambiente fragmentado em uma visão operacional unificada. MSS transforma dados dispersos em inteligência, alertas desconectados em decisões e complexidade técnica em controle gerenciável.

    Como a Teletex garante visibilidade e controle em multi-cloud

    A Teletex opera há quatro décadas em ambientes de infraestrutura crítica, com casos como Banrisul, Sistema Ailos, Brink’s e Real Hospital Português, onde a operação contínua sem margem para gaps de visibilidade não é preferência, é requisito. 

    O histórico moldou uma capacidade técnica específica para ambientes distribuídos.

    SOC 24×7 com cobertura multi-cloud nativa

    O Security Operations Center da Teletex opera em ciclo ininterrupto, ingerindo eventos de múltiplos provedores de nuvem, rede corporativa e aplicações em uma estrutura unificada de monitoramento. A equipe dedicada analisa atividades suspeitas em tempo real, com capacidade de atuar antes que uma sequência de eventos isolados evolua para incidente confirmado.

    No caso do Sistema Ailos, a migração de data center para ambiente multi-cloud com Cisco ACI e Cisco Umbrella foi realizada com monitoramento de segurança ativo em toda a transição, sem downtime e sem comprometer a postura de segurança durante o processo de mudança.

    SOC Analytics: dados em inteligência estratégica

    O SOC Analytics é a camada que transforma volume de dados em inteligência. Ao correlacionar eventos de rede, endpoints, cloud e aplicações, ele constrói uma visão contextualizada do ambiente, identificando padrões de comportamento anômalo que ferramentas isoladas não capturam. 

    Mais que gerar alertas, o SOC Analytics produz inteligência executiva: relatórios periódicos que traduzem o estado de segurança do ambiente em métricas compreensíveis para CIOs e conselhos, mostrando exposição real, tendências de risco e evolução da postura ao longo do tempo.

    Integração entre cloud, rede e aplicações

    A Teletex trabalha com o ecossistema completo do Cybercare, que integra fabricantes como Cisco, Splunk, Gigamon, Palo Alto, Tenable e Lumu em uma arquitetura coerente, sem sobreposição. A metodologia SafeX mapeia o ambiente do cliente antes da implantação, identificando onde estão os pontos cegos, quais integrações são necessárias e como estruturar a visibilidade de ponta a ponta em cada camada: rede, identidade, dados e workloads em nuvem.

    Tratamento ativo de ameaças com redução de impacto

    Quando uma ameaça é confirmada, a Teletex não apenas notifica. A experiência em CSIRT e os playbooks de resposta estruturados permitem contenção ativa: isolamento de recursos comprometidos, suspensão de credenciais, bloqueio de tráfego malicioso e coordenação de remediação com a equipe do cliente. Isso reduz o MTTR de forma consistente e limita o raio de impacto de incidentes que, em ambientes sem operação contínua, se expandiriam por horas ou dias.

    Leia também:

    Teletex: visibilidade e controle para ambientes multi-cloud

    O multi-cloud é uma realidade consolidada e irreversível. Segundo a Gartner, até 2027, 90% das empresas adotarão uma abordagem de nuvem híbrida, e os gastos globais com serviços de nuvem pública já superam US$ 723 bilhões em 2025. Crescimento sem estratégia de segurança proporcional é expansão de superfície de ataque. E superfície de ataque sem visibilidade é risco que se acumula silenciosamente até se tornar incidente.

    Visibilidade é a base. Sem ela, qualquer ferramenta opera no escuro, qualquer alerta chega tarde e qualquer resposta é reativa. Controle depende de integração, porque ambientes fragmentados produzem decisões fragmentadas. Resposta eficiente depende de operação contínua, porque ameaças não respeitam horário comercial. 

    A Teletex entrega os três pilares em conjunto, como uma referência em tecnologia de cibersegurança e TI que simplifica ambientes complexos, inova na forma de operar segurança, agiliza a resposta a incidentes e transforma a relação das organizações com o risco digital, conectando clientes a serviços modernos e eficazes.

    Quer mapear como sua empresa está exposta em ambientes multi-cloud e estruturar uma operação de segurança centralizada? Fale com um especialista da Teletex e descubra como o Cybercare entrega visibilidade e controle de ponta a ponta.

    Treinamentos gamificados com IA: educação digital para prevenir fraudes

    O e-mail chegou com o logo correto, a assinatura certa e o tom que o CEO sempre usa. Pedia uma transferência urgente, confidencial, antes do fechamento do dia. O colaborador do financeiro não hesitou. Fez o que faz toda semana: seguiu a instrução de um superior. Só que o CEO nunca enviou nada.

    A mensagem era uma armadilha construída com IA, personalizada com dados da empresa coletados em redes sociais, e o colaborador não tinha treinamento para reconhecê-la. O prejuízo foi real. A tecnologia de defesa, impotente.

    Porque firewall não treina pessoas. Nenhum sistema de monitoramento muda o comportamento de quem clica sem pensar, de quem responde por impulso, de quem não sabe que uma ligação pode ser voz clonada.

    O Relatório de Investigações de Violação de Dados de 2024 da Verizon aponta que 68% das violações envolveram um elemento humano não malicioso, como ser vítima de ataques de engenharia social e fraudes envolvendo deepfakes cresceram 126% no Brasil em 2025, segundo relatório da Sumsub.

    A ameaça evoluiu. O treinamento precisa acompanhar.

    Por que o treinamento tradicional falha e o que mudou com as fraudes modernas?

    Durante anos, o modelo padrão de educação em cibersegurança nas empresas seguiu um roteiro previsível: uma palestra anual sobre senhas, um PDF com as políticas de segurança da informação, talvez um vídeo de 40 minutos que ninguém assistia até o fim. O colaborador clicava em “concluído” e seguia com o dia. O assunto voltava no ano seguinte.

    Esse modelo não funcionou antes e funciona menos ainda agora. O problema não é só pedagógico. O cenário de ameaças mudou de forma estrutural, e o gap entre a sofisticação dos ataques e o preparo das equipes nunca foi tão largo.

    Veja o que era antes e o que é agora:

    E-mail de phishing em 2018: mensagem com erros de português, remetente suspeito e logotipo torto. Qualquer usuário minimamente atento conseguia identificar.

    E-mail de phishing em 2026: gerado por IA generativa, sem erros gramaticais, com nome e cargo da vítima corretos, referência a projetos internos reais, remetente idêntico ao legítimo com diferença de um caractere. O relatório X-Force Threat Intelligence Index 2025 da IBM indica que invasores passaram a utilizar IA generativa como assistente para escrever e-mails de phishing com linguagem tecnicamente perfeita, em diversos idiomas, ocultando os sinais clássicos que treinamentos antigos ensinavam a reconhecer..

    O mesmo vale para a engenharia social: antes, um golpista ligava com script genérico e sotaque suspeito. Hoje, fraudes habilitadas por deepfake aumentaram 3.000% desde 2023, com ataques impulsionados por IA ocorrendo a cada cinco minutos no mundo. Executivos têm suas vozes clonadas a partir de podcasts públicos. Videoconferências inteiras são falsificadas com rostos e falas sintéticas de alta fidelidade.

    O treinamento tradicional falha por razões concretas:

    Logo, se o ataque ficou mais sofisticado, o preparo das pessoas precisa ser proporcional.

    O que são treinamentos gamificados com IA e por que funcionam?

    Treinamentos gamificados com IA para cibersegurança são programas de educação digital que aplicam mecânicas de jogos, como pontuação, missões, níveis e recompensas, combinados com inteligência artificial para personalizar a jornada de aprendizagem de cada colaborador, aumentar o engajamento e mudar comportamentos de forma mensurável.

    A constatação é que as pessoas aprendem quando estão engajadas, retêm quando praticam e mudam de comportamento quando o aprendizado é repetido com frequência e relevância. A gamificação cuida do engajamento. A IA cuida da personalização e da adaptação.

    Na prática, um programa bem estruturado funciona assim:

    Missões curtas e desafios progressivos substituem os vídeos longos. Em vez de assistir 40 minutos de uma vez, o colaborador completa módulos de 3 a 5 minutos com frequência semanal. O conteúdo é absorvido em partes, consolidado ao longo do tempo.

    Feedback imediato é o que diferencia a simulação de punição. Quando alguém clica em um link de phishing simulado, não recebe uma reprimenda, mas uma explicação contextualizada: “este era um phishing porque… veja os sinais”. O momento de aprendizagem é mais poderoso do que qualquer palestra.

    Trilhas adaptativas por área e perfil de risco são onde a IA entra com mais força. O sistema identifica quais erros o colaborador comete, em quais tipos de cenário ele é mais vulnerável, e ajusta a dificuldade e o conteúdo automaticamente. O analista financeiro treina cenários de BEC e solicitação de pagamento fraudulento. O time de RH pratica resposta a pedidos falsos de dados de colaboradores. Quem já domina o básico avança para cenários mais complexos.

    Rankings e reconhecimento coletivo criam senso de progressão e competição saudável entre equipes, sem expor individualmente quem errou. Uma pesquisa da McAfee entrevistou mais de 500 empresas que usaram gamificação em cibersegurança, e 96% delas relataram benefícios com a metodologia 

    O resultado dessa equação visa uma mudança de comportamento sustentada, que é o único indicador que importa quando o objetivo é reduzir risco humano.

    Métodos modernos para prevenção de fraudes

    1. Simulações de phishing por múltiplos canais

    O phishing não chega mais só por e-mail: vem por SMS, WhatsApp, mensagens em ferramentas corporativas como Teams e Slack. Plataformas modernas de treinamento simulam ataques por todos esses canais, com mensagens contextualizadas para o cargo e a rotina do colaborador. 

    Após o clique, uma lição curta explica o que tornava aquela mensagem suspeita e como agir corretamente. A repetição ao longo do tempo reduz a taxa de clique de forma consistente.

    2. Simulações de engenharia social

    Pedidos urgentes de pagamento, solicitações de acesso a sistemas feitas por telefone, mensagens de “fornecedores” pedindo atualização de dados bancários. Tais cenários são reproduzidos em ambiente controlado para que o colaborador desenvolva reflexos de verificação antes de agir. O objetivo é tornar a pergunta “como confirmo que isso é legítimo?” um hábito automático, não uma reflexão tardia.

    3. Protocolos antifraude para deepfake e voz clonada

    Esse talvez é o ponto mais crítico e menos coberto pelos treinamentos tradicionais. 78% dos consumidores brasileiros já foram vítimas de golpes viabilizados por IA e deepfakes, segundo o Índice de Fraude 2025 da Veriff. 

    Treinar para deepfake significa ensinar protocolos concretos: validação por canal alternativo antes de qualquer autorização financeira, código de confirmação combinado previamente com executivos, critérios para encerrar e religar uma chamada suspeita. 

    A regra mais simples e mais poderosa é também a menos praticada: nunca autorizar transferências por um único canal, independentemente de quem parece estar pedindo.

    Microlearning semanal em vez de treinamentos longos

    Pílulas de conteúdo de 3 a 5 minutos, entregues com frequência semanal, têm retenção significativamente superior a blocos de uma hora aplicados uma vez ao ano. O modelo respeita a atenção real das pessoas e cria presença contínua do tema na rotina da equipe, que é o que constrói cultura de verdade.

    Treinamento por persona e área de risco

    Financeiro, RH, atendimento, comercial e TI têm perfis de risco completamente distintos. Um programa eficaz mapeia os vetores de ataque mais prováveis para cada função e desenvolve conteúdo específico. 

    Quem lida com aprovações financeiras treina BEC. Quem faz onboarding de fornecedores pratica verificação de identidade. Quem atende o cliente aprende a identificar tentativas de engenharia social por telefone.

    Cyber X: quando a conscientização em cibersegurança vira experiência real

    Nenhum módulo online substitui o impacto de sentir o ataque: é com essa metodologia em mente que a Teletex criou o Cyber X, uma experiência imersiva de conscientização em cibersegurança que vai além do conteúdo e provoca uma mudança de percepção difícil de alcançar por outros meios.

    A experiência é estruturada em duas salas com ambiências completamente diferentes. Na sala vermelha, os participantes são confrontados com simulações de ataques cibernéticos reais: vazamento de dados, roubo de credenciais, fraudes digitais em andamento. 

    Luzes piscantes, sirenes e vídeos de impacto reproduzem a tensão de uma crise digital ativa, deixando claro que esses cenários não são hipotéticos. Na sala azul, o ambiente muda por completo. O caos cede lugar à estrutura, e a apresentação das soluções da Teletex, incluindo o monitoramento contínuo do SOC 24×7, mostra como a proteção real se parece na prática.

    Após a imersão sensorial, especialistas da Teletex conduzem uma mini palestra e atividades gamificadas com quizzes interativos e premiações, consolidando o aprendizado de forma prática e memorável. 

    O objetivo é criar impacto emocional e consciência coletiva sobre o que está em jogo quando um colaborador clica sem pensar ou autoriza uma transferência sem verificar. 

    Como saber se o treinamento está funcionando?

    Treinamento sem mensuração é custo sem retorno. A forma de saber se um programa de educação em cibersegurança está funcionando é acompanhar indicadores concretos, não apenas a presença nas sessões.

    Os principais indicadores a monitorar são:

    Os dados, quando integrados à visão do SOC, criam um mapa de risco humano que vai muito além do RH. Mostram onde a organização é mais vulnerável, quais padrões se repetem e como o investimento em educação se revela em redução de incidentes.

    Leia também:

    Teletex: educação digital com IA para reduzir fraudes e fortalecer a segurança

    Treinamento não deveria ser uma iniciativa isolada de RH ou compliance. A educação digital é mais eficaz quando está integrada ao ecossistema de segurança da organização, porque é esse ecossistema que detecta as ameaças que passam pela camada humana, mesmo após o melhor programa de conscientização.

    A Teletex apoia empresas a construir exatamente essa integração: o SOC 24×7 monitora o ambiente em tempo real e identifica tentativas de ataque que chegam aos colaboradores. O SOC Analytics transforma esses dados em visibilidade estratégica, mostrando quais padrões de fraude são mais recorrentes, quais áreas estão sendo mais visadas e como os vetores de ataque evoluem ao longo do tempo. 

    Assim, o conhecimento retroalimenta o treinamento e o conteúdo se atualiza conforme o cenário real de ameaças da própria organização, não de um template genérico. A Teletex também apoia a criação de protocolos internos antifraude, como validação de pagamentos por canal alternativo, implementação de MFA e gestão de acessos, criando camadas de proteção que funcionam mesmo quando um colaborador erra.Quer estruturar um programa de educação em cibersegurança integrado à operação de segurança da sua empresa? Fale com um especialista da Teletex e descubra como o Cybercare conecta conscientização, monitoramento e resposta em um único ecossistema.

    Serviços gerenciados de segurança (MSS): como proteger sua empresa?

    Ninguém viu o ataque acontecer. Esse é o ponto. Não houve explosão, não houve tela preta com caveira. Houve apenas um ambiente repleto de paz, que é a forma mais cara de incidente cibernético. Cada hora sem detecção é mais superfície exposta, mais dados copiados, mais tempo que o atacante tem para entender o ambiente e se mover lateralmente. 

    Quando a equipe de TI finalmente recebeu o alerta, o intruso já tinha mapeado três segmentos de rede e criado um segundo ponto de entrada para o caso de ser detectado no primeiro. No Brasil, cerca de 80% das empresas sofreram ao menos um incidente cibernético nos últimos 12 meses de acordo com a TI Safe, e a maior parte delas não soube disso em tempo hábil para agir.

    O problema raramente é a falta de tecnologia: a maioria das organizações já tem firewall, antivírus, algum tipo de monitoramento. O que falta é operação contínua, porque segurança sem ela é somente infraestrutura parada.

    O Brasil registrou 314,8 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos somente no primeiro semestre de 2025, segundo o relatório Cenário Global de Ameaças do FortiGuard Labs, o que representa 84% de todas as tentativas detectadas na América Latina. Diante desse volume, nenhuma equipe interna consegue manter a guarda levantada sem um modelo estruturado de operação por trás. É exatamente esse modelo que define os Serviços Gerenciados de Segurança.

    O que são Serviços Gerenciados de Segurança (MSS)?

    Serviços Gerenciados de Segurança (MSS, do inglês Managed Security Services) são um modelo de operação contínua da cibersegurança corporativa, executado por um provedor especializado externo, responsável por monitorar, analisar, responder e evoluir a postura de segurança da organização ao longo do tempo.

    A distinção central em relação à simples aquisição de ferramentas é esta: comprar tecnologia de segurança que instala capacidade. MSS coloca essa capacidade em funcionamento, com processos, especialistas e inteligência operando em ciclo permanente.

    Na prática, um provedor de MSS assume responsabilidades que passam pelo monitoramento de eventos em tempo real até a gestão de tecnologias críticas, passando pela correlação de alertas, análise comportamental, tratamento ativo de incidentes e produção de relatórios executivos. 

    Importante ressaltar que não se trata de terceirizar um problema, mas sim construir uma operação de segurança madura sem precisar contratar, treinar e reter uma equipe inteira de especialistas internamente.

    O MSS funciona como uma parceria estratégica, em que o provedor absorve a complexidade operacional e devolve à organização algo que equipes sobrecarregadas raramente conseguem produzir sozinhas: visibilidade, previsibilidade e capacidade de resposta antes que o dano se consolide.

    Como o modelo MSS fortalece a proteção e reduz riscos?

    O MSS muda a dinâmica da segurança corporativa em um ponto específico: transforma proteção em processo contínuo e mensurável, em vez de uma série de iniciativas pontuais que avançam por projetos e ficam estagnadas entre eles.

    Monitoramento 24×7 com detecção em tempo real

    A maioria dos ataques ocorre fora do horário comercial, não por acidente, mas por estratégia. Um provedor de MSS mantém operação ininterrupta, com analistas ativos e tecnologia processando eventos em todos os horários. 

    Isso encurta drasticamente a janela entre a invasão e a detecção, que em ambientes sem monitoramento contínuo pode levar semanas.

    Correlação de eventos e análise contextual

    Alertas isolados não contam histórias. Afinal, um IP suspeito é ruído, mas um IP suspeito que acessou três sistemas diferentes em sequências anômalas, às 3h da manhã, após uma tentativa de login falha numa conta privilegiada, isso é uma ameaça em andamento. 

    A correlação de eventos é o que transforma dados brutos em inteligência acionável, e exige tanto tecnologia quanto analistas com capacidade de interpretar padrões em contexto.

    Redução de falsos positivos e priorização inteligente

    Ambientes corporativos modernos geram um volume de alertas que nenhuma equipe processa manualmente sem erros. 

    A consequência é o chamado alert fatigue: equipes que aprendem a ignorar notificações porque a maioria é ruído. MSS resolve isso com processos de filtragem e priorização baseada em risco real, direcionando atenção para o que realmente importa e evitando que ameaças críticas se percam no volume.

    Tratamento ativo de incidentes, não apenas notificação

    Um dos diferenciais mais concretos do MSS maduro está aqui. A maioria das ferramentas alerta. MSS age. Ao identificar uma ameaça, o provedor executa playbooks de contenção, isola endpoints comprometidos, bloqueia tráfego malicioso e inicia o processo de resposta antes que o cliente precise tomar qualquer decisão manual.

    Redução do MTTR (Mean Time To Respond)

    O tempo entre a identificação de um incidente e sua contenção é o indicador que mais impacta o custo de um ataque. O custo médio global de uma violação de dados atingiu US$ 4,45 milhões em 2023, segundo o relatório Cost of a Data Breach da IBM Asper, e esse valor sobe diretamente proporcional ao tempo de permanência do atacante na rede. MSS estruturado comprime esse tempo de forma consistente.

    Apoio à governança, compliance e auditorias

    MSS produz registros auditáveis, relatórios de conformidade e documentação de incidentes que sustentam exigências regulatórias como LGPD, PCI DSS, normas do Banco Central e certificações ISO. Para setores financeiro, de saúde e governo, esse suporte deixa de ser conveniência e passa a ser pré-requisito operacional.

    O diferencial do modelo está na sinergia entre tecnologia, análise especializada e processo estruturado. Nenhum dos três elementos funciona de forma isolada. 

    Juntos, elevam a maturidade da organização de uma postura reativa para uma operação proativa, capaz de identificar e neutralizar ameaças antes que causem impacto real.

    MSS na prática: como a Teletex entrega segurança como operação contínua

    A Teletex opera há quase quatro décadas em ambientes de missão crítica: bancos, hospitais, aeroportos, cooperativas de crédito e varejo de grande escala. Essa trajetória moldou uma capacidade técnica específica, a de simplificar ambientes complexos sem comprometer a profundidade da proteção.

    1. SOC 24×7 com monitoramento permanente

    O Security Operations Center da Teletex opera em ciclo ininterrupto, com analistas dedicados à detecção, análise e mitigação de ameaças em tempo real. 

    No caso do Real Hospital Português, um dos maiores complexos hospitalares do Norte e Nordeste do Brasil, a Teletex aprimorou o SOC hospitalar com monitoramento contínuo 24×7 e visibilidade completa do ambiente, resultando em resposta rápida a incidentes em um setor onde tempo de reação é literalmente questão de segurança para pacientes.

    2. SOC Analytics transformando dados em inteligência estratégica

    O que diferencia o SOC da Teletex é a camada analítica sobre o monitoramento. O SOC Analytics correlaciona eventos de múltiplas fontes, como rede, endpoints, cloud e aplicações, para construir uma visão contextualizada do risco. 

    Vale ressaltar que não é um painel de alertas: é um sistema de inteligência que identifica padrões, antecipa movimentos laterais dentro da rede e fornece insumos para decisões de segurança com base em comportamento real, não em assinaturas estáticas.

    3. Capacidade de análise e tratamento ativo de ameaças

    A operação da Teletex vai além da identificação. Com experiência em CSIRT (Computer Security Incident Response Team) e processos de resposta bem definidos, o time executa contenção ativa, análise forense inicial e coordenação de remediação, reduzindo o tempo de permanência de ameaças na rede dos clientes. 

    No caso da Brink’s, a Teletex entregou SOC e NOC 24×7 para sustentar um projeto de expansão nacional, com operação completa de segurança e conectividade em um ambiente de altíssima criticidade.

    4. Gestão de tecnologias críticas integradas

    A Teletex gerencia tecnologias como Next-Generation Firewalls (NGFW), soluções de segurança em cloud, SIEM, EDR, NDR e integrações multi-fabricante, sem sobreposição de ferramentas. 

    A arquitetura integrada, sustentada pela metodologia SafeX, assegura que as tecnologias implantadas conversem entre si e operem de forma coerente. 

    O portfólio do Cybercare reúne fabricantes como Cisco, Splunk, Gigamon, Palo Alto, Tenable, Lumu, Axur e Radware sob uma camada unificada de operação e inteligência.

    5. Relatórios executivos e visibilidade para tomada de decisão

    CIOs, CISOs e conselhos de administração precisam de linguagem de risco, não de logs técnicos. A Teletex produz relatórios executivos periódicos que traduzem o estado do ambiente de segurança em métricas de negócio: incidentes detectados e tratados, MTTR do período, vulnerabilidades críticas corrigidas e posicionamento do ambiente em relação às exigências regulatórias vigentes. Isso cria previsibilidade e coloca a segurança no centro das decisões estratégicas da liderança.

    Com esse modelo, segurança precisa ser levada como ativo operacional mensurável. Empresas que estruturam MSS ganham resiliência concreta, reduzem o impacto de incidentes e constroem uma base sólida para a transformação digital sem precisar ampliar o quadro interno nem acumular ferramentas que ninguém tem capacidade de operar em profundidade.

    Leia também:

    Teletex: segurança gerenciada que transforma proteção em vantagem competitiva

    A Teletex é uma referência em tecnologia de cibersegurança e TI que atua há quase 40 anos protegendo ambientes críticos nos setores financeiro, hospitalar, público e de infraestrutura. 

    Com mais de 350 profissionais, mais de 300 certificações ativas e parceria Premier com a Cisco, a empresa desenvolve soluções que simplificam ambientes complexos, inovam na forma de operar segurança, agilizam a resposta a incidentes e transformam a relação das organizações com o risco digital, conectando clientes a serviços modernos e eficazes que evoluem junto com o negócio.Quer saber como o MSS da Teletex pode ser estruturado para o seu ambiente? Fale com um especialista e descubra como o Cybercare transforma segurança em operação contínua.

    Nova regulação de cibersegurança no setor financeiro: o que muda em 2026?

    Com a publicação da Resolução CMN 5.274/2025 e da BCB 538/2025, o Banco Central elevou o patamar de exigência em cibersegurança no Sistema Financeiro Nacional. O que antes figurava como boa prática agora passa a integrar o campo das obrigações auditáveis, com impacto na arquitetura de TI e na governança das instituições.

    Para bancos, fintechs, corretoras e instituições de pagamento, a virada regulatória tem efeito direto na arquitetura de TI, na governança e na forma como os riscos são tratados. Através desta mudança, o questionamento que mais se impõe para gestores em todo o Brasil é a seguinte: a estrutura atual da sua empresa sustenta um nível de exigência que agora precisa ser comprovado, evidenciado e auditável?

    O que a nova regulação de cibersegurança exige na prática?

    A nova regulação de cibersegurança Banco Central exige que as instituições comprovem a efetividade dos controles implementados. Por isso, não basta possuir políticas documentadas, é preciso evidência operacional.

    Exigência regulatória O que significa na prática
    Arquitetura segura e segregação Separação clara entre ambientes críticos, produtivos e de testes, com controles de acesso definidos
    Criptografia de dados Proteção de dados em repouso e em trânsito, com gestão estruturada de chaves
    Monitoramento contínuo de segurança Visibilidade 24×7, correlação de eventos e capacidade estruturada de resposta
    Controles de prevenção e detecção IDS/IPS, EDR, SIEM e mecanismos ativos de identificação de ameaças
    Rastreabilidade e trilhas de auditoria Registro detalhado de acessos e ações administrativas, com retenção adequada

    O compliance cibernético passa a ser avaliado por maturidade, rastreabilidade e capacidade real de resposta.

    Os quatro pilares que mais impactam as instituições financeiras

    Podemos dizer que cibersegurança no setor financeiro entrou em uma nova fase. As normas introduzem um pacote de mudanças estruturais que transformam operação e governança de forma integrada.

    1. Ambientes críticos: PIX, STR e RSFN

    Como os sistemas de PIX, STR e RSFN sustentam a infraestrutura de pagamentos do país, a nova regulação estabelece nível máximo de rigor para esses ambientes.

    Passam a ser exigidos:

    A resiliência desses sistemas deixa de ser atributo técnico e passa a integrar os indicadores de maturidade operacional perante o regulador.

    2. Gestão de terceiros e contratos com fornecedores críticos

    A gestão de terceiros com cibersegurança virou tema central. A responsabilidade das instituições se estende aos parceiros que operam partes críticas da infraestrutura.

    Provedores de cloud, SOC terceirizado, soluções antifraude, mensageria e tecnologia de pagamento entram no radar regulatório. 

    Falhas de terceiros passam a representar risco direto para a instituição supervisionada. O risco compartilhado torna-se risco institucional.

    Agora, os contratos precisam contemplar:

    3. Governança de acessos privilegiados

    A auditoria sobre acessos críticos também recebeu maior peso. A nova norma torna obrigatória a autenticação multifator para acessos sensíveis e exige controles rigorosos de credenciais.

    Entre os pontos centrais estão:

    Esse pilar exige disciplina interna, maturidade de processos e alinhamento entre tecnologia, risco e compliance.

    4. Postura proativa e inteligência cibernética

    A regulação avança ao tornar explícita a necessidade de atuação antecipatória. A obrigatoriedade de testes de intrusão obrigatórios e avaliações periódicas de vulnerabilidade formaliza um ciclo contínuo de validação de controles.

    A segurança deixa de ser reativa: antecipar riscos passa a integrar o modelo operacional exigido pelo Banco Central.

    Além disso, ganha espaço a inteligência cibernética:

    Leia também:

    Como a Teletex apoia instituições na adequação e maturidade de segurança?

    Diante das novas exigências regulatórias, políticas bem escritas e documentadas não são mais o suficiente.  Como vimos, o regulador exige evidência, rastreabilidade e capacidade real de resposta. Instituições que se antecipam reduzem exposição e fortalecem sua posição competitiva.

    As soluções de cibersegurança da Teletex atuam como parceiras estratégicas nesse processo de evolução prática e auditável, conectando tecnologia, inteligência e execução operacional, trabalhando em todas direções

    Fale com os especialistas da Teletex e estruture sua jornada de conformidade com segurança, clareza e visão de futuro.

    Teletex conquista certificação Webex Contact Center e amplia soluções em CX

    Certificação se consegue com método validado, com preparo técnico e com vivência real em projetos complexos de clientes realmente desafiadores. No mercado de tecnologia corporativa, ela delimita quem domina a solução em profundidade e está pronto para conduzir operações críticas com segurança e visão estratégica.

    A Teletex conquistou a certificação Webex Contact Center e ampliou a atuação em soluções de comunicação e CX em nuvem. Essa pequena etapa integra um movimento contínuo de especialização e evolução tecnológica que vem sendo estruturado há anos na empresa, com investimento consistente em pessoas, processos e arquitetura de soluções. 

    Nossa atuação em operações de atendimento vem do mesmo ímpeto de planejamento, desenho técnico criterioso e alinhamento direto com as estratégias de negócio que fazemos com nossos clientes.

    O que é o Webex Contact Center e para que ele serve?

    O Webex Contact Center Cisco é uma plataforma de contact center em nuvem desenvolvida para gerenciar, integrar e otimizar operações de atendimento ao cliente.

    Trata-se de uma solução na nuvem que reúne canais de voz, chat, e-mail, redes sociais e aplicativos de mensagens em um único ambiente omnichannel. Seu objetivo é centralizar interações, automatizar fluxos, aplicar inteligência analítica e elevar a experiência do cliente com escala e flexibilidade.

    Entre as principais funcionalidades estão:

    A plataforma atende empresas de médio e grande porte que operam estruturas complexas de atendimento, suporte técnico, SAC, vendas ou relacionamento. 

    É indicada para organizações que buscam modernizar suas soluções de comunicação corporativa, migrar para CX em nuvem e estruturar uma operação preparada para crescimento, picos de demanda e novos canais digitais.

    Mas o que significa possuir a certificação Webex Contact Center?

    A certificação Webex Contact Center valida competência técnica, domínio da solução e capacidade comprovada de implementação.

    Somente parceiros que cumprem critérios rigorosos de capacitação, certificação individual de profissionais, auditorias técnicas e validação direta do fabricante podem comercializar e implantar a solução oficialmente.

    Na prática, isso representa um selo de confiança da Cisco: o cliente passa a contar com um parceiro certificado Webex apto a conduzir projetos com metodologia adequada, aderência às melhores práticas e suporte especializado durante todo o ciclo de vida da solução.

    Como a Teletex conquistou essa certificação?

    A certificação é consequência de um processo estruturado e contínuo: a Teletex investe de forma sistemática na capacitação de sua equipe por meio de treinamentos oficiais da Cisco, programas técnicos avançados, laboratórios práticos e avaliações formais de conhecimento.

    Profissionais passaram por exames específicos que validam domínio funcional do Webex Contact Center Cisco, arquitetura da solução, integração com ambientes corporativos e aplicação de boas práticas de implantação.

    Além da qualificação individual, houve validação de processos internos, metodologia de entrega, governança de projetos e alinhamento rigoroso aos padrões exigidos pelo fabricante. A certificação assegura um ciclo consistente de especialização em tecnologia para atendimento ao cliente, sustentado por critérios técnicos e auditorias formais.

    Etapas para obtenção da certificação Webex Contact Center

    Etapa O que envolve Impacto prático
    Capacitação oficial Treinamentos autorizados pela Cisco sobre arquitetura, operação e gestão do Webex Contact Center Equipe apta a projetar e implementar a solução com aderência total às diretrizes do fabricante
    Certificações individuais Exames técnicos que validam conhecimento funcional, configuração, integração e troubleshooting Validação formal da competência técnica dos profissionais
    Estruturação de laboratório Ambientes de testes para simulação de cenários reais de atendimento e integração Redução de riscos em projetos e maior previsibilidade na implantação
    Avaliação de processos Análise de metodologia de entrega, governança e qualidade Padronização de projetos e consistência operacional
    Homologação do fabricante Revisão final e aprovação da Cisco como parceiro certificado Webex Reconhecimento oficial para comercialização e implementação da solução

    Leia também:

    Por que essa certificação é importante para os clientes da Teletex?

    A certificação Webex Contact Center traz impactos diretos para organizações que buscam modernizar suas operações, pois proporciona mais segurança na escolha do parceiro tecnológico, reduz riscos em projetos estratégicos e assegura implementação alinhada às diretrizes da Cisco.

    Empresas passam a ter acesso a soluções de contact center com arquitetura adequada, escalabilidade planejada e suporte técnico especializado. Projetos ganham eficiência operacional, melhor governança e previsibilidade de resultados.

    Para decisores como CIOs, CTOs e gestores de CX, contar com um parceiro certificado Webex significa atuar com menor exposição a falhas de configuração, retrabalho ou desalinhamento técnico. A escolha torna-se mais assertiva e sustentada por validação oficial do fabricante.

    Teletex: certificação, especialização e tecnologia para transformar experiências

    A certificação Webex Contact Center é mais uma conquista que amplia o ecossistema de soluções da Teletex tecnologia, que integra comunicação corporativa, segurança, cloud e infraestrutura com foco estratégico no negócio. 

    O Webex Contact Center Cisco passa a compor um portfólio robusto de soluções de comunicação corporativa voltadas à eficiência, escalabilidade e excelência em CX em nuvem.

    Se a sua organização busca modernizar o atendimento, estruturar uma operação omnichannel ou migrar para CX em nuvem com segurança técnica e governança adequada, converse com os especialistas da Teletex

    Visibilidade contínua na cibersegurança: por que enxergar tudo é essencial?

    Empresas ampliaram investimentos em firewalls, antivírus, SIEMs e serviços de monitoramento nos últimos anos. Ainda assim, incidentes seguem ocorrendo com frequência preocupante. Relatórios como o Verizon Data Breach Investigations Report mostram que uma parcela significativa das violações permanece ativa por semanas ou meses antes de ser identificada, mesmo em ambientes com múltiplas camadas de segurança implantadas.

    O paradoxo revela um ponto crítico: grande parte das ameaças modernas não se manifesta por meio de alertas explícitos. Elas operam sem causar ruídos, utilizando credenciais válidas, tráfego legítimo e padrões de comportamento que não violam regras tradicionais. O risco real passa a residir justamente no que não dispara alarmes.

    Para esses casos, a visibilidade contínua em cibersegurança preenche uma lacuna estrutural. Em outras palavras, observar o comportamento da rede de forma permanente, identificar sinais sutis de comprometimento e interpretar desvios progressivos se torna tão relevante quanto bloquear ataques conhecidos. 

    Logo, enxergar tudo, o tempo todo, passa a ser condição para reduzir riscos reais.

    Por que modelos tradicionais de segurança não oferecem visibilidade suficiente?

    O primeiro ponto está no funcionamento das tecnologias clássicas: firewalls, antivírus e muitos SIEMs dependem de regras, assinaturas ou padrões previamente conhecidos. Quando uma ameaça foge desses critérios, ela tende a permanecer invisível, mesmo estando ativa dentro do ambiente.

    O segundo problema envolve o excesso de alertas desconectados de contexto. Ambientes corporativos geram grandes volumes de eventos, mas sem correlação comportamental fica difícil distinguir atividades legítimas de sinais iniciais de comprometimento. A consequência costuma ser uma equipe sobrecarregada, focada em triagem, enquanto movimentos silenciosos passam despercebidos.

    Por fim, ataques avançados exploram exatamente esse intervalo. Eles se adaptam ao ambiente, mantêm comunicações discretas e evitam comportamentos ruidosos. Sem acompanhamento contínuo do tráfego e da dinâmica da rede, essas ameaças podem permanecer ativas. por longos períodos, ampliando o impacto e complexidade da resposta.

    O conceito de visibilidade contínua na cibersegurança

    Visibilidade contínua em cibersegurança trata de observar permanentemente o comportamento da rede, dos dispositivos e das comunicações, independentemente da existência de alertas explícitos. O foco deixa de ser apenas o ataque identificado e passa a ser o sinal de comprometimento.

    É uma metodologia que analisa fluxos de tráfego, padrões de comunicação e desvios comportamentais em tempo real. Ou seja, em vez de perguntar se algo é conhecido como malicioso, a análise busca identificar se algo está se comportando de forma incompatível com o normal daquele ambiente.

    O conceito está no centro da proposta da Lumu, que define a detecção contínua de comprometimento (Continuous Compromise Assessment) como forma de identificar riscos que escapam de modelos baseados apenas em regras e assinaturas.

    Por que a visibilidade contínua muda o jogo na detecção de ameaças?

    A adoção de visibilidade contínua altera profundamente a forma como riscos são identificados e tratados:

    Aspecto observado Impacto prático na segurança
    Detecção precoce de comprometimentos Identifica atividades suspeitas antes da materialização do incidente
    Movimentação lateral silenciosa Revela comunicações internas fora do padrão esperado
    Diferenciação de comportamentos Separa tráfego legítimo de atividades potencialmente maliciosas
    Redução do tempo invisível do invasor Diminui o período em que a ameaça opera sem ser percebida
    Prevenção ativa Atua antes da resposta emergencial se tornar necessária

    Leia também:

    Como a Teletex transforma visibilidade contínua em inteligência real no SOC Analytics?

    A Teletex integra sinais contínuos de tráfego de rede, análise comportamental e contexto operacional ao seu SOC Analytics. Dados dispersos passam por correlação, enriquecimento e priorização, permitindo identificar o que realmente importa dentro de ambientes complexos.

    No SOC 24×7, essas informações são analisadas de forma contínua por equipes especializadas. A visibilidade orienta investigações, define prioridades e sustenta respostas proporcionais ao risco identificado. 

    A visibilidade contínua apoia decisões estratégicas de TI e segurança ao fornecer uma leitura confiável do ambiente. Ela facilita governança, auditorias, comunicação executiva e evolução da maturidade em cibersegurança, ao mesmo tempo em que reduz tempos de resposta e impacto de incidentes.

    Leve visibilidade contínua ao seu SOC: entre em contato com a Teletex e avalie como integrar análise comportamental de rede ao seu modelo de segurança.

    Como tornamos o portal de visitantes do Cisco ISE mais simples e acessível para o Banco ACME

    Todo integrador já enfrentou esse dilema: como adaptar o produto que você vende às reais necessidades do cliente? Muitas vezes, não é sobre seguir o manual à risca, mas sim entender o contexto, ouvir quem está do outro lado e propor soluções viáveis — sem julgamentos, sem “isso não dá pra fazer”.

    Pra proteger a identidade do meu cliente, vou chamá-lo de Banco ACME. Ele é um dos nossos maiores e mais importantes parceiros de negócio. Um banco que sempre investe em tecnologia de ponta e conta com a expertise da Teletex pra garantir a melhor experiência digital possível — tanto para seus colaboradores quanto para seus clientes.

    O desafio: tecnologia simples para quem mais precisa

    Hoje em dia, a maioria das interações bancárias acontece pelo app. E quem ainda vai às agências físicas, na maior parte das vezes, são pessoas com menos familiaridade com tecnologia. Nossos queridos e amáveis vovôs e vovós.

    Isso muda o jogo: precisamos pensar numa tecnologia mais acessível, mais intuitiva e menos burocrática. Foi aí que o Banco ACME nos procurou com um pedido muito claro:

    Criar um portal de visitantes Wi-Fi com o mínimo de interação possível, mas que ainda coletasse informações básicas de quem está se conectando.

    Cisco ISE: a nossa ferramenta de confiança

    Quando falamos em controle de acesso, identidade e portal de visitantes, a nossa “menina dos olhos” é o Cisco Identity Services Engine (ISE). O ISE oferece três opções principais de portal para visitantes:

    Após apresentarmos essas opções, o cliente optou pelo portal de autoregistro não patrocinado, por equilibrar simplicidade e controle.


    Requisitos do cliente

    O Banco ACME pediu um portal com as seguintes características:

    A página inicial já deve mostrar diretamente o formulário de autoregistro com:

    Além disso:


    A realidade do portal padrão do ISE

    A gente sabe que o fluxo padrão do ISE pra visitantes pode ser bem burocrático. Leva tempo e exige várias interações até o visitante conseguir acessar a internet. Em alguns casos, até o café da agência já esfriou quando termina…

    Mesmo com simplificações, o ISE sempre começa na página de login, e não na de autoregistro.


    Desafio #1 – Ir direto para a página de autoregistro

    Não encontrei nenhuma documentação oficial que ensinasse a iniciar diretamente no formulário de autoregistro. Busquei ajuda em fóruns especializados em ISE e… fui “recebido” com críticas. Disseram que a ideia “não fazia sentido”, que ia quebrar o portal, perder funcionalidade, etc.

    Mas a Teletex é um integrador empático — isso faz parte do nosso DNA. A gente não tá aqui pra dizer pro cliente o que ele não pode fazer. A gente tá aqui pra ajudar ele a conseguir o que precisa.

    Então, atacamos o primeiro desafio com esse pequeno script:

    <script>
    window.onload = function() {
    var registerLink = document.getElementById('ui_login_self_reg_button');
    if (registerLink) {
    registerLink.click();
    }
    };
    </script>

    Resultado: o visitante abre o portal e já é redirecionado direto pro formulário de registro. Sem rodeios.


    Desafio #2 – Validação de CPF

    Não bastava ter um campo chamado “CPF”. A gente precisava validar se o valor digitado era mesmo um CPF válido.

    Então, no formulário de autoregistro, configuramos os seguintes campos:

    E usamos esse script para aplicar máscara e validação do CPF:

    <script>
    setTimeout(function() {
      $.validator.addMethod("validaCPF", function(value, element) {
        value = value.replace(/\D/g, '');
        if (value.length !== 11 || /^(\d)\1{10}$/.test(value)) return false;
    
        var soma = 0, resto;
    
        for (var i = 1; i <= 9; i++) soma += parseInt(value.substring(i - 1, i)) * (11 - i);
        resto = (soma * 10) % 11;
        if ((resto === 10) || (resto === 11)) resto = 0;
        if (resto !== parseInt(value.substring(9, 10))) return false;
    
        soma = 0;
        for (var i = 1; i <= 10; i++) soma += parseInt(value.substring(i - 1, i)) * (12 - i);
        resto = (soma * 10) % 11;
        if ((resto === 10) || (resto === 11)) resto = 0;
        return resto === parseInt(value.substring(10, 11));
      }, 'O CPF informado não é válido.');
    
      // Aplica a validação ao campo de username
      var cpfField = $("[name='guestUser.fieldValues.ui_user_name']");
      cpfField.rules("add", { validaCPF: true });
    
      // Aplica a máscara no input
      cpfField.on("input", function() {
        if ($(this).val().length > 14) {
          $(this).val($(this).val().substring(0, 14));
        }
        let value = $(this).val().replace(/[^0-9]/g, "").replace(/^(\d{3})(\d{3})?(\d{3})?(\d{2})?/, "$1.$2.$3-$4");
        $(this).val(value);
      });
    }, 50);
    </script>

    Desafio #3 – Esconder usuário e senha do portal de sucesso

    Depois de preencher o formulário, o visitante cai na página de sucesso, que por padrão exibe o usuário e senha gerados automaticamente. Só que, nesse caso, essa informação não faz sentido, porque o usuário já está logado automaticamente.

    A solução? Um CSS simples:

    <style>
        .ui_self_reg_results_username_label,
        .ui_self_reg_results_password_label {
            display: none !important;
            visibility: hidden !important;
            height: 0 !important;
            overflow: hidden !important;
        }
    </style>

    Assim, o visitante vê só o que importa: mensagem de sucesso e botão para começar a navegar.


    Ajustes adicionais


    E o resultado final?

    Após o envio do formulário de autoregistro, o visitante é autenticado com sucesso no Cisco ISE, utilizando o CPF como nome de usuário. O ISE reconhece esse usuário e aplica automaticamente a política de autorização configurada.

    Na sequência, o dispositivo já está conectado à infraestrutura Wi-Fi corporativa, com acesso à internet liberado conforme as regras definidas para visitantes.

     

     

    Simples, rápido e funcional — do jeitinho que o cliente pediu.

    Conclusão

    Se você é nosso cliente, não hesite em nos acionar. Adoramos um desafio. E se ainda não é cliente, talvez esteja perdendo a chance de trabalhar com uma equipe que, mais do que integrar tecnologia, entende de gente.

    Nosso trabalho é fazer a tecnologia se adaptar a você — e não o contrário.

    O uso de IA em ataques cibernéticos e como se proteger

    O diretor financeiro se senta em frente à câmera. A reunião está marcada, e a voz na chamada soa familiar, mas algo está errado. A imagem na tela parece perfeita, mas é exatamente aí que mora o problema. O rosto do executivo? Uma fraude. Todo movimento, toda piscada — uma manipulação de código habilitado pela inteligência artificial. Do outro lado, um funcionário confuso responde digitando no chat credenciais que entregam milhões a hackers em minutos.

    Os criminosos evoluíram. Eles não precisam mais invadir sistemas com força bruta ou explorar vulnerabilidades óbvias. Com IA, transformam confiança em arma e criam ilusões impossíveis de discernir a olho nu. É nesse cenário que as empresas precisam se reinventar, porque a batalha já começou — e as máquinas estão lutando dos dois lados.

    O uso da IA em ataques cibernéticos

    A inteligência artificial entrou no campo de batalha digital, mas nem sempre está do lado certo. Hackers usam essa tecnologia para tornar seus ataques mais sofisticados, invisíveis e letais. Quatro frentes principais destacam o poder da IA nos ciberataques modernos.

    1. Criação de deep fakes: enganos que parecem reais

    Os deep fakes estão reescrevendo as regras do jogo. Combinando vídeos, áudios e imagens manipulados pela IA, criminosos simulam reuniões inteiras, assumem identidades e criam provas falsas.

    Um exemplo perturbador: um funcionário de uma multinacional transferiu milhões acreditando estar obedecendo ordens diretas de seu chefe em uma videoconferência. Tudo, desde a voz até as expressões faciais, era uma criação artificial.

    2. Ataques direcionados: personalização mortal

    A IA analisa grandes volumes de dados para construir perfis detalhados das vítimas. E-mails de phishing se tornam mais convincentes quando adaptados ao contexto pessoal ou profissional do alvo. Os ataques cirúrgicos não dependem mais de sorte — eles atingem diretamente o ponto mais fraco da cadeia.

    3. Autonomia em ataques: o inimigo que aprende sozinho

    Com IA, malwares evoluem. Eles analisam sistemas, identificam padrões e ajustam suas estratégias em tempo real. Alguns até conseguem modificar seu próprio código para evitar detecção. Imagine um ataque que aprende com as respostas do seu sistema de segurança e se adapta, tornando-se imune às mesmas medidas que deveriam detê-lo.

    4. Evasão de sistemas de segurança: o jogo de gato e rato

    Os sistemas de defesa tradicionais dependem de assinaturas e padrões conhecidos. A IA dos hackers, por outro lado, cria variações infinitas, escapando de antivírus e firewalls. Cada movimento é um passo à frente, burlando barreiras que deveriam proteger dados críticos.

    As táticas mostram que, no campo cibernético, o uso da IA mudou as regras. Mas a mesma tecnologia que potencia ataques também pode fortalecer defesas. Na próxima seção, vamos explorar como a IA está sendo usada para proteger empresas desses perigos.

    Como se proteger de ataques impulsionados por IA?

    Se a IA está nas mãos dos hackers, ela também pode ser nossa aliada. Defesas eficazes contra ataques sofisticados exigem tecnologia, estratégia e conscientização.

    IA contra IA: uma batalha de algoritmos

    A inteligência artificial é a ferramenta mais poderosa contra os próprios ataques impulsionados por IA. Soluções baseadas em aprendizado de máquina detectam anomalias em tempo real, analisando grandes volumes de dados e respondendo mais rápido do que qualquer humano conseguiria.

    Sistemas avançados, como EDRs (Endpoint Detection and Response), podem identificar malwares que se ajustam dinamicamente ou rastrear padrões em redes complexas para bloquear ameaças antes que causem danos.

    Fortalecimento da segurança: medidas fundamentais

    A IA, por si só, não é suficiente. Ela precisa estar integrada a uma estratégia robusta de segurança cibernética. Algumas práticas são necessárias:

    Educação: a última barreira humana

    Tecnologia protege, mas o cérebro de pessoas treinadas é ainda mais poderoso. Investir em conscientização sobre phishing avançado, deep fakes e outras táticas modernas reduz drasticamente os riscos internos. O conhecimento permite que cada colaborador reconheça sinais de ataque e saiba como responder.

    Combinando IA defensiva, práticas sólidas e uma equipe treinada, as empresas podem enfrentar essa nova era de ameaças.

    Leia também:

    As soluções da Teletex para combater as novas ameaças

    No mundo onde os ataques cibernéticos evoluem diariamente, a Teletex está na linha de frente, construindo soluções que combinam tecnologia de ponta com estratégias personalizadas para proteger empresas de todos os portes.

    Soluções integradas de cibersegurança: o CyberCare da Teletex

    O CyberCare é o carro-chefe da Teletex, um programa que une monitoramento contínuo, inteligência artificial e respostas rápidas para proteger sua empresa. Aqui está como ele pode fazer a diferença:

    Serviço CyberCare Benefício para sua empresa
    Monitoramento 24/7 Identifica ameaças em tempo real e previne ataques
    Resposta a incidentes Atua rapidamente para minimizar impactos
    Análise comportamental Detecta atividades anômalas antes que se tornem problemas
    Soluções avançadas de IA Combate ataques com a mesma tecnologia usada pelos hackers
    Treinamento e conscientização Prepara sua equipe para reconhecer e evitar ameaças

    A Teletex utiliza inteligência artificial para fortalecer sua defesa, com ferramentas que aprendem continuamente e evoluem junto com as ameaças. Isso inclui detecção proativa de malwares, proteção contra phishing direcionado e monitoramento automatizado de redes.

    Não espere que sua empresa seja o próximo alvo. Fale com a Teletex e descubra como o CyberCare e outras soluções podem blindar sua organização contra as ameaças mais sofisticadas.

    Ciladas digitais: como os hackers enganam seus funcionários

    O telefone toca. O atendente, cercado por luzes piscantes e o som do teclado incessante, atende com um tom profissional. Do outro lado, a voz parece confiável, cordial, quase calorosa. “Aqui é o pessoal de TI, estamos ajustando algumas permissões do sistema. Preciso que você acesse um link que enviei por e-mail.” Parece rotina, um procedimento qualquer. Mas, em instantes, dados sensíveis escorrem para mãos erradas.

    No mundo digital, os hackers não invadem sistemas só achando brechas de códigos. Na maioria das vezes, aliás, eles entram pela porta da frente, disfarçados de boas intenções. Enganadores modernos, eles sabem que o ponto fraco da segurança de uma empresa não é apenas a tecnologia e sim as pessoas.

    Essa é a história de como a confiança pode ser a maior arma dos cibercriminosos — e a chave para proteger o futuro da sua organização.

    Quais os principais golpes cibernéticos que visam funcionários?

    Os cibercriminosos são mestres em transformar a ingenuidade em vulnerabilidade. Eles sabem que não precisam invadir servidores se puderem manipular as pessoas que têm acesso a eles.

    É exatamente aqui que entram golpes como o phishing, spear phishing e pretexto, armas preferidas de quem opera nas sombras digitais.

    Phishing e spear phishing: a arte da isca perfeita

    O phishing é um clássico. Uma mensagem bem-feita, muitas vezes personalizada, parece vir de uma fonte confiável — um banco, um colega ou até mesmo o departamento de TI da sua empresa. Dentro dessa armadilha estão links que levam a páginas falsas ou arquivos infectados.

    Exemplo de phishing

    Você é um analista financeiro em uma grande empresa. Na sua caixa de entrada, um e-mail aparentemente vindo do seu banco avisa: “Urgente: Sua conta será bloqueada em 24 horas.”

    O remetente parece legítimo, o logo está no lugar certo, e o texto soa oficial. Ansioso, você clica no link e acessa uma página que espelha o site do banco. Sem perceber, você insere suas credenciais, que agora estão nas mãos do hacker.

    No spear phishing, a abordagem é ainda mais refinada. Alvos específicos, como gerentes ou executivos, recebem mensagens meticulosamente preparadas para enganar até mesmo os mais cautelosos. Tudo para roubar credenciais, dinheiro ou informações estratégicas.

    Exemplo de spear phishing

    Uma diretora de marketing recebe um e-mail de um fornecedor frequente: “Olá, precisamos validar os dados de pagamento do último pedido.

    Segue o formulário.” A assinatura tem o nome correto, a linguagem está impecável, mas o link leva a uma página controlada por hackers. Dentro do formulário, ela insere informações financeiras sigilosas que permitem uma transferência fraudulenta.

    Business Email Compromise: a fraude na troca de e-mails

    Um executivo de contas recebe um e-mail do CEO solicitando uma transferência urgente para um fornecedor internacional. O tom é direto, profissional e convincente. O problema? O e-mail não é do CEO, mas de um hacker que conseguiu comprometer o sistema de comunicação da empresa. Esse é o BEC, ou Comprometimento de E-mail Corporativo, que causa bilhões de dólares em perdas anualmente.

    O pretexto: o disfarce do golpista

    Outro golpe engenhoso é o pretexto, onde o criminoso cria uma narrativa convincente para obter a confiança da vítima. No caso relatado pela Tempest, hackers se passam por membros do setor de TI e ligam para call centers.

    Eles fazem perguntas aparentemente inofensivas — “você está de home ou na matriz?” — antes de pedir para que a vítima acesse um site falso ou baixe um aplicativo. O resultado? Acesso total ao sistema e a informações críticas da empresa.

    Exemplo do uso de pretexto

    Um atendente de call center atende a ligação de alguém que diz ser do setor de TI da empresa. “Estamos atualizando as permissões de acesso do sistema.

    Para continuar trabalhando, você precisa baixar um aplicativo pelo link que enviei no chat.” Pressionado pelo tom de urgência, o atendente clica, instala o programa e dá acesso remoto ao hacker, que usa isso para vasculhar arquivos e sistemas da empresa.

    Ransomware: o sequestro digital

    Já o ransomware é ainda mais agressivo. Ao infectar o sistema de uma empresa, ele criptografa todos os dados, tornando-os inacessíveis. Em seguida, os criminosos exigem um resgate — geralmente em criptomoedas — para liberar o acesso. Recusar o pagamento pode significar perda irreversível de informações essenciais.

    Exemplo de ransomware

    Durante o expediente, o departamento de TI identifica atividades suspeitas na rede. Em questão de minutos, os sistemas ficam paralisados. Na tela, surge uma mensagem: “Seus arquivos foram criptografados. Pague 10 bitcoins para desbloqueá-los.” A equipe percebe que não há backups atualizados, e a decisão de pagar ou não o resgate vira um dilema ético e financeiro.

    Como conscientizar e treinar os funcionários em cibersegurança?

    Hackers exploram desconhecimento, negligência e ações impulsivas. Um programa de capacitação estruturado reduz drasticamente vulnerabilidades humanas.

    Áreas-chave de treinamento e impacto

    Área de treinamento O que ensinar Por que é importante
    Identificação de phishing Reconhecer e-mails fraudulentos, links suspeitos Previne o fornecimento de credenciais e dados
    Uso seguro de senhas Criar, armazenar e renovar senhas de forma segura Evita acessos não autorizados
    Manipulação de informações confidenciais Classificação e proteção de dados sensíveis Reduz o risco de exposição acidental
    Reconhecimento de pretextos Identificar abordagens fraudulentas por telefone Impede manipulação social e roubo de informações
    Resposta a incidentes Procedimentos ao detectar atividade suspeita Contenção rápida minimiza danos
    Atualização de softwares Importância de aplicar patches e updates Fecha brechas exploradas por malwares
    Compliance com regulamentos Regras como LGPD e GDPR Garante conformidade e evita multas

    Como implementar o treinamento

    Um treinamento consistente constrói uma cultura organizacional mais resiliente e preparada para enfrentar ataques.

    Boas práticas de cibersegurança para empresas

    Além de treinar funcionários, implementar boas práticas de cibersegurança fortalece as defesas e reduz a superfície de ataque. Elas envolvem políticas claras, ferramentas adequadas e uma cultura organizacional que prioriza a segurança.

    Políticas e diretrizes claras

    Empresas devem criar políticas acessíveis que cubram o uso de tecnologias, acesso a sistemas e manuseio de dados confidenciais. Comunicação frequente e treinamentos garantem que todos entendam e sigam essas diretrizes.

    Simulações e testes regulares

    Realizar simulações de ataques, como phishing e tentativas de acesso não autorizado, testa a preparação da equipe e revela pontos fracos. Relatórios pós-simulação ajudam a ajustar processos e reforçar treinamentos.

    Ferramentas e soluções tecnológicas

    Adotar as tecnologias certas cria uma camada extra de proteção contra ameaças. Veja as principais soluções que devem ser consideradas:

    Solução Finalidade
    Firewalls Filtram tráfego malicioso na rede
    Antivírus Detectam e neutralizam malwares
    Sistemas de detecção de intrusão (IDS/IPS) Monitoram e bloqueiam acessos não autorizados
    Backups regulares Garantem recuperação de dados em caso de ataques
    Gestão de privilégios Limita acesso a sistemas críticos a quem realmente precisa

    Cultura organizacional de segurança

    Segurança não é responsabilidade exclusiva do TI. Toda a empresa deve adotar uma postura proativa. Incentivar colaboradores a reportar atividades suspeitas, promover workshops internos e recompensar boas práticas cria um ambiente de colaboração contra ameaças.

    Exemplo prático de implementação

    Uma empresa adota uma solução integrada que combina firewall, detecção de intrusão e backup em nuvem. Paralelamente, realiza simulações de phishing trimestrais, ajustando políticas com base nos resultados. Todos os meses, um boletim interno relembra boas práticas e comunica novas ameaças emergentes.

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    As soluções Teletex: proteção completa para sua empresa

    Proteger uma empresa no cenário digital atual exige mais do que medidas pontuais — é preciso um parceiro estratégico que combine tecnologia de ponta com expertise em segurança. É aqui que entra a Teletex, líder em soluções integradas de cibersegurança há mais de 35 anos.

    Com foco em prevenção e resiliência, o serviço CyberCare da Teletex assegura que sua empresa esteja preparada para enfrentar ameaças complexas

    O que o Cybercare oferece?

    Serviço CyberCare Benefício direto para sua empresa
    Monitoramento 24/7 Identifica e neutraliza ameaças em tempo real
    Resposta a incidentes Minimiza impactos de ataques com ações rápidas
    Análise de vulnerabilidades Identifica pontos fracos antes que sejam explorados
    Simulações de ataques Testa a resiliência dos sistemas e da equipe
    Gestão de patches e atualizações Mantém os sistemas protegidos contra exploits
    Treinamento especializado Capacita a equipe para reconhecer e evitar ataques

    Entre em contato

    Veja como o CyberCare pode transformar sua estratégia de segurança. Fale com a Teletex e tenha uma proteção inteligente e sob medida para sua empresa. A segurança do seu negócio começa agora.

    Brasil é alvo preferencial de ataques ransomware

    O relógio marcava 2h17. A notificação no celular piscava frenética, uma luz branca contra a escuridão do quarto. “Sistema comprometido. Instruções enviadas por e-mail.” Nem um som além do zumbido das máquinas no data center. Bilhões de bits, milhares de arquivos. Tudo agora trancado.

    No e-mail, a mensagem direta. Criptomoeda ou caos. Nenhuma negociação. O código para liberar os servidores não viria de graça.

    Os monitores da sala de controle mostravam um desfile de mensagens de erro. Aplicativos travados, pastas vazias, um cenário que parecia um set de filme apocalíptico. Cada segundo sem ação queimava dinheiro. Os clientes perceberiam. O mercado não perdoaria.

    O ransomware nem precisa de apresentação formal. Ele aparece e toma o que quer. No Brasil, ele faz isso com frequência alarmante. Aqui, as empresas são presas fáceis, uma rede de vulnerabilidades que atrai atacantes como moscas no lixo eletrônico.

    O que é ransomware?

    Ransomware é a versão digital de um sequestro, mas, em vez de pessoas, ele prende arquivos. Ele chega de mansinho, muitas vezes camuflado em um anexo de e-mail inocente ou em um link disfarçado. Um clique, e o estrago começa. Dados criptografados, sistemas paralisados. A mensagem de resgate não tarda: um preço para a liberdade dos seus arquivos.

    Existem dois tipos principais:

    Alguns ransomwares agora combinam técnicas. Primeiro criptografam os dados, depois roubam cópias para vender na dark web. Você paga para liberar os arquivos, mas eles já não são mais seus.

    E as ameaças evoluem rápido, com variantes como WannaCry, Lockbit e Cerber. Todas com uma coisa em comum: uma cadeia de ataques cada vez mais sofisticada e personalizável, disponível na Dark Web por preços irrisórios. Em alguns casos, o próprio atacante fornece “suporte técnico” para que a vítima pague o resgate sem problemas.

    Importante ressaltar que o ransomware não escolhe vítimas ao acaso. Empresas, governos, até hospitais. Alvo é quem tem o que perder e capacidade de pagar.

    Por que o Brasil é um alvo tão atrativo?

    O Brasil, um gigante digital, mas também um alvo com armadura fina. O país combina infraestrutura em expansão, uso massivo de tecnologia e uma cultura de cibersegurança que ainda engatinha. Um prato cheio para grupos de ransomware.

    Os números não mentem

    Em 2024, o Brasil figurou entre os cinco países mais atacados pelo ransomware no mundo, respondendo por 1,8% dos mais de 3,5 milhões de casos registrados nos primeiros meses do ano. Isso pode parecer pouco, mas em um ranking global onde gigantes como Estados Unidos e Alemanha dividem o palco, é alarmante.

    Os motivos?

    Começa pela adoção crescente de tecnologia sem a devida proteção. Dados da Sophos mostram que 49% das organizações brasileiras que sofreram ataques tiveram suas vulnerabilidades exploradas. Brechas em sistemas desatualizados, servidores esquecidos sem patch de segurança. Tudo isso funciona como uma porta destrancada esperando um intruso.

    Outro ponto é o comportamento corporativo. No Brasil, 67% das empresas cujos dados foram criptografados pagaram resgates. Muito mais do que a média global de 56%. Isso cria um ciclo vicioso: os atacantes enxergam o Brasil como uma terra fértil, onde as vítimas pagam rápido e, em muitos casos, pagam a mais do que o solicitado. É o que os especialistas chamam de “recompensa ao crime”. Afinal, aqui o backup não funciona como deveria funcionar.

    A desinformação e o uso insuficiente de práticas de segurança digital também amplificam o problema. Enquanto em outros países há esforços consistentes para educar organizações sobre ameaças, no Brasil, ainda há resistência. Muitos veem a cibersegurança como custo, não como investimento.

    E, claro, o fator humano. Senhas fracas, descuido com e-mails suspeitos, falta de autenticação multifator. Pequenos erros que, combinados, criam grandes vulnerabilidades.

    Quais os setores mais atingidos?

    Um detalhe importante para se ter em mente: o ransomware é tampouco democrático. Ele escolhe suas vítimas com precisão de sniper, mirando nos setores mais críticos, aqueles que, se parados, sofrem perdas catastróficas. Em 2024, os alvos mais frequentes no Brasil foram:

    1. Tecnologia: startups, provedores de TI e empresas de software. Esses alvos têm dados valiosos e também infraestrutura que pode ser usada para espalhar ataques para clientes e parceiros.
    2. Saúde: hospitais e clínicas carregam um fardo duplo. Dados sensíveis de pacientes e a impossibilidade de interromper operações críticas. Cada minuto de inatividade significa vidas em risco, e os atacantes sabem disso.
    3. Governo:sistemas governamentais brasileiros frequentemente operam com tecnologias desatualizadas. As vulnerabilidade os torna presas fáceis, com a promessa de lucros altos para criminosos e pressão política para resolver rapidamente.
    4. Financeiro: bancos e fintechs armazenam dados financeiros críticos. Um ataque bem-sucedido pode expor milhares de clientes e render resgates multimilionários.
    5. Industrial: fabricantes e fornecedores de energia enfrentam interrupções que podem paralisar cadeias de produção inteiras.

    Os dados reforçam o quanto esses setores são preferenciais. Por exemplo, em abril de 2024, empresas de tecnologia representaram a maior porcentagem de ataques de ransomware no Brasil. A dependência crescente de sistemas digitais nesses setores cria uma vulnerabilidade inevitável, que os cibercriminosos exploram ao máximo.

    Entretanto, mais do que a natureza crítica desses setores, a falta de investimentos proporcionais em cibersegurança amplia os riscos. É a combinação perfeita: alto valor para os criminosos, baixa resistência no momento do ataque.

    Quais os impactos dos ataques de ransomware?

    Os ataques de ransomware são realmente devastadores porque corroem a confiança, drenam recursos financeiros e comprometem reputações. No Brasil, os impactos têm se mostrado ainda mais severos em comparação a outros países.

    Impactos financeiros

    As cifras são brutais. O custo médio para uma empresa brasileira se recuperar de um ataque de ransomware em 2023 foi de R$ 13,5 milhões, incluindo pagamentos de resgate, custos operacionais, perda de receita e danos à reputação.

    Além disso, 67% das empresas que tiveram seus dados criptografados pagaram o resgate, superando a média global de 56%. Em muitos casos, essas organizações desembolsaram até 110% da quantia inicialmente exigida pelos criminosos, ampliando o peso financeiro.

    Interrupção operacional

    Empresas atacadas frequentemente enfrentam paradas longas. Em 2024, 38% das organizações brasileiras levaram entre um e seis meses para se recuperar totalmente de um ataque, um salto preocupante em relação aos 30% registrados no ano anterior. O tempo prolongado demonstra o dano aos sistemas e a complexidade crescente dos ataques.

    Perda de dados e confiabilidade

    Embora os backups sejam a principal estratégia de recuperação, nem sempre funcionam. No Brasil, 58% dos ataques a backups foram bem-sucedidos, um número acima da média global de 57%.

    A vulnerabilidade deixa empresas completamente à mercê dos atacantes, comprometendo a capacidade de recuperar informações críticas.

    Além disso, a divulgação ou venda de dados roubados na Dark Web gera um dano irreparável à confiança de clientes e parceiros.

    Impacto reputacional

    Um ataque bem-sucedido pode destruir anos de trabalho em construção de marca e relacionamento. Clientes tendem a desconfiar de empresas que falham em proteger seus dados, e parceiros de negócios podem buscar alternativas mais seguras.

    Implicações legais

    Com a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), as empresas brasileiras enfrentam penalidades severas por violações de dados. Em caso de ataques, as organizações precisam lidar com multas significativas, além do impacto jurídico de ações movidas por clientes e stakeholders afetados.

    Ransomware não é apenas uma questão tecnológica. É um ataque ao núcleo operacional de uma organização, com consequências que ecoam muito além do dia do incidente.

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    Como se proteger de ataques de ransomware?

    Para uma empresa, proteger-se contra ransomware é uma questão de estratégia, cultura organizacional e investimento contínuo. Aqui está como as organizações podem estruturar suas defesas:

    1. Fortaleça sua infraestrutura

    Empresas devem começar pelo básico, mas sem deixar brechas:

    2. Adote soluções avançadas

    As empresas não podem confiar apenas em antivírus básicos. É essencial investir em:

    3. Implemente autenticação forte

    Autenticação multifator (MFA) deve ser obrigatória em todos os sistemas críticos. Mesmo que credenciais sejam comprometidas, a MFA dificulta o acesso dos invasores.

    4. Desenvolva uma cultura de cibersegurança

    A segurança começa com as pessoas:

    5. Crie um plano de resposta a incidentes

    Tenha uma estratégia clara para responder a um ataque, incluindo:

    6. Avalie fornecedores de tecnologia

    Certifique-se de que parceiros e provedores de TI também seguem boas práticas de segurança. Fornecedores comprometidos podem ser um elo fraco na cadeia.

    7. Faça auditorias frequentes

    Realize auditorias de segurança regularmente para identificar vulnerabilidades antes que atacantes o façam. Testes de penetração (pentests) ajudam a avaliar como os invasores poderiam explorar o ambiente.

    O que fazer em caso de ataque de ransomware?

    Quando um ataque de ransomware acontece, cada segundo conta. Uma resposta rápida e bem estruturada pode minimizar danos e salvar dados cruciais.

    Cybercare: sua defesa contra ransomware

    Empresas brasileiras já enfrentam ataques mais sofisticados do que nunca. Sem uma abordagem robusta e integrada, a defesa contra ransomware é como uma casa de palha em uma tempestade.

    Para este desafio, a Cybercare da Teletex é um ecossistema completo. Com mais de 500 bilhões de ativos protegidos e presença em mais de 10 países, a Cybercare combina consultoria estratégica, monitoramento 24/7 e tecnologia de ponta para enfrentar as ameaças mais complexas, incluindo ransomware.

    Por que confiar na Cybercare?

    Proteja sua empresa agora mesmo!
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    Fonte(s): Exame, Valor Econômico, Infomoney  e VIVA Security