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A transformação digital já faz parte do dia a dia das empresas. Para se manter alinhado com as demandas de mercado, garantindo agilidade no cumprimento das tarefas e nas capacidades de inovação, é essencial aliar-se à tecnologia. Neste contexto, a infraestrutura híbrida — ou ambiente híbrido — é o modelo que reúne duas das principais soluções de tecnologia no ambiente empresarial: cloud computing e infraestrutura própria de hardware.
No modelo de infraestrutura híbrida a empresa tem condições de manter um controle mais eficiente das informações sensíveis, bem como do acesso que é dado a elas, além de conseguir utilizar esses dados por sistemas remotos — como a nuvem.
Mas, afinal, por que vale a pena investir em uma infraestrutura híbrida? Quais são as vantagens de utilizar integrações neste modelo? Neste artigo, elencamos seis motivos que vão ajudá-lo a entender por que essa prática tem se tornado uma realidade cada vez mais comum dentro das empresas. Confira!
Combinar recursos é considerada uma das grandes vantagens do modelo híbrido. Isso porque, ao optar por este modelo, a empresa consegue garantir a versatilidade e maleabilidade de um sistema em nuvem, somado a confiança e segurança de um data center on-premises.
A possibilidade de aliar esses dois elementos pode ser feita de diferentes formas, o que garante personalização e adaptação às necessidades de cada negócio. Desta forma, o empresário tem acesso a uma tecnologia eficiente e segura que pode ser totalmente adequada às suas demandas.
Uma das razões que levam as empresas a optarem pelo ambiente híbrido é justamente a necessidade de manter um controle seguro das informações. Neste sentido, o modelo é escolhido justamente para manter perto as informações mais sensíveis do negócio, eis que garante um controle de acesso mais próximo da equipe de TI.
Enquanto isso, a utilização dos dados no âmbito dos processos produtivos é feito por um sistema remoto, na nuvem. Perceba que isso aumenta a segurança da informação sem prejudicar a produtividade!
A mobilidade oferecida aos usuários é outro aspecto relevante do sistema híbrido. Com ele, é possível trazer mais flexibilidade para os colaboradores, especialmente quando se trata de trabalho remoto e amplo acesso aos processos produtivos, mesmo estando fora da empresa.
A TI híbrida permite que os gestores consigam manter o core da empresa hospedado em data centers on-premises, criando um ambiente favorável para que o funcionário acesse o sistema onde e quando quiser.
Esta dinâmica é fundamental para que o negócio se mantenha funcionando de forma eficiente, garantindo competitividade e excelência operacional.
Uma das grandes dificuldades dos empresários quando o assunto é mudança no sistema de informação, diz respeito a preocupação de perder os investimentos anteriormente realizados para se ter a infraestrutura local atual.
De fato, trata-se de uma preocupação consistente, já que investimentos em TI geralmente tem um custo elevado para o caixa da empresa. Entretanto, quando se fala em TI híbrida, as empresas não perdem os investimentos realizados anteriormente e que incluíram adaptação ao sistema em nuvem.
Isso porque o modelo híbrido se beneficia do que é exclusivo da nuvem, sem deixar de usar o data center “in house”. Assim, a companhia tem condições de reunir e distribuir o que considera mais importante, além de poder aproveitar da demanda alta de segurança para a nuvem e manter suas operações mais simples em seus servidores próprios.
Logo o investimento não é perdido, pelo contrário, os recursos aplicados anteriormente continuam sendo aproveitados e o gestor apenas garante um “up” na sofisticação dos sistemas e processos organizacionais.
A manutenção e até mesmo redução dos custos é outra vantagem que também merece destaque. Pouca gente sabe, mas é possível economizar mesmo com o modelo híbrido!
Essa economia acontece principalmente se a empresa optar pela virtualização das operações, ou seja, escolher o modelo no qual os servidores internos fiquem apenas com o armazenamento e controle.
Imagine, por exemplo, se você optar pela substituição de licenças de softwares por modelos SaaS. Na prática, você vai gastar somente com aquilo que estiver utilizando, ampliando assim a previsibilidade do investimento.
Desta forma, ferramentas, suporte técnico e outros recursos se tornam flexíveis, e você só os utiliza quando for necessário. Podendo, assim, gerir de forma mais dinâmica e inteligente as finanças da sua empresa.
Como você pode perceber, com a utilização de um sistema híbrido toda parte operacional da empresa é direcionada para a nuvem, fazendo com que a equipe de TI não precise se preocupar com tarefas e rotinas passíveis de automatização.
Todo o tempo que é conquistado com essa transição, se transforma em ganho estratégico e em possibilidades de direcionamento inteligente das demandas internas. Isso porque, o profissional tem mais tempo livre para executar outras atividades que são importantes para o desenvolvimento tático do negócio.
Entre as principais vantagens alcançadas com os modelos híbridos estão a possibilidade de utilizar os recursos de forma combinada, o aumento da segurança da informação, a promoção de mobilidade entre os usuários, a possibilidade de o empresário aproveitar investimentos anteriores e a redução de custos com manutenção e infraestrutura.
Você quer saber como utilizar um modelo híbrido na sua empresa? Entre em contato conosco e descubra como implementar melhorias no sistema de TI do seu negócio. A Teletex conta com os melhores profissionais para ajudar a alavancar a sua companhia!
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Em momentos desafiadores, como a crise sanitária de 2020, que alterou a rotina das organizações pelo mundo todo, é cada vez mais importante avaliar os processos atuais e implementar ações que garantam a continuidade da operação a curto, médio e longo prazo. Entre elas estão a gestão de crise em TI.
Para quem tem dúvidas sobre o conceito, trata-se do gerenciamento de processos que devem ser executados com o objetivo de garantir a operação e trabalhar para que os problemas permaneçam apenas na área de origem. Ou seja, fazer com que não atinjam outros setores que inicialmente não foram prejudicados.
Com uma estruturação eficiente para o enfrentamento de problemas e falhas, a organização evita situações inesperadas como servidores offline, equipamentos quebrados, desastres que corrompem sistemas, indisponibilidade de aplicações e vazamento de dados. Dado que, além de afetarem as atividades da empresa, incidentes como esses são capazes de manchar reputações no mercado, comprometendo os resultados.
Para evitar que isso ocorra, é fundamental elaborar um plano de continuidade, o qual determina todos os passos necessários à solução de diferentes demandas e solicitações. Saiba como elaborar esse planejamento com mais eficiência com as 4 dicas a seguir!
Quando se trata de otimizar processos, reduzir custos e garantir mais eficiência em qualquer processo, a prevenção de riscos é uma peça-chave. Para a área de TI, sujeita aos mais diversos incidentes, os quais podem se tornar graves se não forem contornados a tempo, isso é ainda mais importante.
Por isso, o plano de gestão de crise deve envolver um diagnóstico das principais vulnerabilidades que as aplicações estão sujeitas. Como se sabe, imprevistos acontecem e é melhor estar preparado para o momento em que ocorrerem.
O documento deve conter perguntas chave que devem ser respondidas sobre cada etapa do desenvolvimento do projetos, de forma a conhecer os riscos e o seu potencial de impacto. São elas:
Cada uma das questões leva a outras mais específicas, que ajudam a empresa a evitar que situações, muitas vezes simples, venham a se transformar em grandes desafios.
A partir do levantamento de riscos e criação do diagnóstico, o próximo passo do plano de continuidade e gestão de crise é a elaboração dos protocolos de contingência. Esses envolvem as condutas que devem ser tomadas conforme cada tipo de ocorrência.
Como é sabido, todas as empresas estão sujeitas a riscos. Ter conhecimento sobre eles permite a antecipação de processos que facilitam as condutas necessárias para a reparação de falhas e problemas.
Por meio de dados trazidos pelas duas etapas acima citadas, os responsáveis pela gestão de crises de TI têm em mãos o panorama completo de riscos. Desse modo, podem avaliar quais deles pedem ações emergenciais no projeto. Dessa forma, o próximo passo é analisar o grau de impacto e fazer testes o quanto antes.
Para ficar mais claro, imagine que um certo processo precisa de um recurso tecnológico novo, do qual ainda não se tem muitos dados. Nesse caso, é indicado testar esse ponto do projeto prioritariamente para que, se houver algo errado, haja soluções já mapeadas no plano de contingência e que podem ser implementadas.
Um planejamento de gestão de crise deve contar com o monitoramento das atividades, sejam elas realizadas internamente ou externamente. A área de TI é um das mais estratégicas atualmente, já que suporta toda a operação dos negócios e precisa ter continuidade para minimizar prejuízos e otimizar os resultados.
Por isso, é fundamental que os gestores auditem os processos para acompanhar a sua performance. Ao fazer isso, automaticamente estão contribuindo com investimentos inteligentes, redução de custos, fluidez nas atividades diárias e muitos outros benefícios.
A gestão de crise pode ser feita com mais facilidade quando acontece em parceria entre empresas e fornecedores especializados. Isso porque, por meio de soluções de outsourcing, as organizações contam com profissionais altamente qualificados, bem como atuam em níveis de maturidade que garantem a eficiência e a qualidade dos serviços prestados.
Quando se trata de integração de serviços tecnológicos e consultorias em diversas áreas ligadas à TI, a Teletex pode ajudar o seu negócio. Com mais de 30 anos de mercado, oferece mais de 60 soluções de tecnologia da informação, as quais certamente se adequam às demandas da sua empresas.
Essas estão ligadas, por exemplo, à Data Center, conectividade, segurança da informação, inovação, colaboração, gerenciamento de aplicativos e cidades inteligentes.
Esperamos que o nosso conteúdo tenha sido útil para você. Quer saber mais sobre as soluções da Teletex para a área de TI do seu negócio? Então entre em contato com um de nossos especialistas!
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Entre os principais fatores de uma governança de TI bem estruturada, estão a disponibilização de boas ferramentas de suporte, as quais atendam desde demandas simples até as mais complexas. Para essas é que existe o service desk.
O conceito é bastante confundido com o help desk, no entanto tratam-se de serviços diferentes. Para ficar mais claro, enquanto o help desk lida com questões pontuais de tecnologia, como configuração de e-mails, falhas no sistema operacional e atualização de aplicações, o service desk recebe solicitações não resolvidas por esse tipo de atendimento. Na prática, são situações como quebra de segurança nos sistemas, queda no servidor e problemas de acesso.
Obstáculos como esses no dia a dia são capazes de comprometer os processos, podendo até mesmo levá-los à paralisação. Ou seja, caso a empresa não conte com um apoio ágil e de qualidade, os prejuízos podem ser incalculáveis.
Para auxiliar os negócios a manterem a eficiência da área e, assim, terem continuidade e fluidez na rotina corporativa, listamos 5 pontos de atenção importantes para os gestores de TI. Confira!
Quando o objetivo é mensurar o resultado de qualquer processo organizacional, é necessário ter dados concretos que forneçam os insights necessários. Isso não é diferente com o service desk, o qual pode ser medido por diferentes métricas.
Para avaliar a performance do setor é essencial priorizar a qualidade do atendimento. Nesse aspecto, algumas questões devem ser levantadas, as quais envolvem a média de duração de cada atendimento, a taxa de abandono de ligações, cumprimento de prazos e nível de conhecimento técnico dos profissionais.
Os KPIs nesse caso seriam:
Além dos KPIS citados, há diversos outros que podem ser relacionados para avaliar a performance da área e otimizar constantemente o seu desempenho.
Um time de TI coeso faz toda a diferença na eficiência do service desk. Isso porque, quando a empresa investe em um ambiente colaborativo, onde os profissionais e suas respectivas funções se integram, é mais fácil identificar as melhores estratégias para o suporte das demandas.
Entre as ações que podem ser realizadas com o esse objetivo estão o fortalecimento da cultura organizacional, a qual incentive o trabalho em equipe, o investimento em treinamentos e a criação de canais de comunicação que facilitem o dia a dia, bem como permitam a fluidez na troca de ideias. Isso otimizará automaticamente o resultado das entregas, tanto em relação a prazo quanto à qualidade.
Para melhorar os processos de service desk é fundamental implementar metodologias de atendimento, as quais tragam organização, agilidade e etapas claras que guiem os atendentes.
Na prática, isso envolve diversos aspectos, que vão desde padronizar a forma de atendimento por telefone até a maneira de definir a origem de uma falha, procedimento chamado de troubleshooting.
Os métodos adotados pela área devem ser documentados e ficar visíveis a todos os envolvidos. Neles devem estar contidas todas as condutas relacionadas à rotina como scripts de atendimento, linguagem a ser utilizada, ações conforme a situação, entre outros. O principal resultado dessa ação é a otimização da performance, refletindo-se em melhores resultados.
Falhas no atendimento, serviços feitos fora do prazo e execução inadequada de solicitações. Esses e outros problemas do service desk podem ocorrer por falta de orientações claras da gestão.
Nesse aspecto, como citado, é fundamental criar estratégias de comunicação integrada entre todos os envolvidos, bem como manter uma documentação precisa, detalhada e atualizada a respeito dos principais tipos de chamados e suas respectivas condutas.
Tão essencial quanto acompanhar métricas de desempenho é divulgar os resultados das análises para a área. Afinal, os responsáveis por KPIs positivos, relacionados a todas as atividades executadas pelo service desk, são os colaboradores.
Se a organização estruturar uma cultura de feedbacks, os times podem ser orientados conforme os resultados das avaliações periódicas. Desse modo, há aplicação de melhorias e correção de processos inadequados, que passam a apresentar melhor desempenho.
Além dos pontos de atenção citados, é importante frisar que a escolha do parceiro que irá realizar o service desk é parte fundamental de um processo eficiente.
Caso esse seja terceirizado, como é o caso das empresas voltada para a prestação do serviço, é importante verificar a especialização no assunto, os clientes atendidos, as referências de mercado e a adequação dos pacotes de serviço à realidade da empresa.
Outro aspecto importante é o monitoramento constante da performance do fornecedor, seja ele interno ou externo. Assim, é possível otimizar continuamente os processos de suporte e prevenção de incidentes e ter uma operação contínua, fluida e eficiente.
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Atualmente, a operação da maioria das empresas depende de uma área de tecnologia da informação bem estruturada. Se há alguns anos a mesma era vista como técnica e pouco participativa, a partir da transformação digital, passou a ocupar um lugar cada vez mais estratégico. Nesse contexto, as funções do setor também se ampliaram, envolvendo aspectos como gestão de aplicações, segurança da informação e infraestrutura de TI.
Trata-se de papeis diferentes dentro do mesmo departamento, o que exige a atuação de especialistas com qualificações específicas. Todavia, como se sabe, ter uma grande equipe interna pode se tornar inviável para grande parte dos negócios. É para atender esse tipo de demanda que existe o outsourcing, que consiste em serviços terceirizados e realizados sob demanda.
Quando relacionado à infraestrutura interna isso não é diferente. Ou seja, é possível garantir a continuidade dos processos, a inovação e a estruturação adequada por meio da prestação de serviços de alta performance.
A infraestrutura de TI de uma organização é composta por todo o seu inventário físico e virtual, ou seja, equipamentos, sistemas, redes e serviços necessários à operação. Veja mais detalhes sobre cada um deles:
Enquanto os hardwares consistem nas máquinas e dispositivos físicos, como computadores, mouses, celulares e impressoras, os softwares são os programas instalados em cada um deles, como sistemas de gestão, aplicativos, CRMs, ERPs, entre outros.
Dentro de uma infraestrutura de TI, servidores e equipamentos formam uma arquitetura denominada cliente-servidor, o qual fornece acesso centralizado a dados, informações e recursos armazenados dentro de uma rede, bem como sistemas de roteamento.
As redes, por sua vez, consistem em um grupo de hardwares e softwares ligados entre si através de canais de comunicação, que facilitam o acesso e o compartilhamento de recursos entre diversos usuários.
O armazenamento nada mais é do que o arquivamento de dados e informações, seja em servidores internos ou na nuvem, o que inclusive é uma tendência em organizações de todo o mundo.
Já a segurança está relacionada à sistemas de proteção de dados, recursos de backup e recuperação de desastres, entre outras soluções tecnológicas com foco em manter dados e sistemas protegidos contra o acesso de usuários não autorizados, além de garantir a continuidade dos processos mesmo em situações de crise.
Para manter a infraestrutura de TI em perfeito funcionamento, é imprescindível priorizar uma gestão eficiente. Afinal, são diversos elementos a serem pensados, o que inclui estratégias que garantam a alta performance, na mesma medida em que há minimização no desperdício de recursos.
Em uma realidade em que as organizações precisam fazer “mais com menos”, os processos devem estar muito bem estruturados, já que do contrário os prejuízos podem ser incalculáveis. Para se ter ideia, um estudo da consultoria Forrester, apontou que apenas uma hora de inatividade em sistemas pode ocasionar despesas inesperadas, as quais variam entre 10 a 1 milhão de dólares.
O mesmo levantamento também mostrou que 34% das companhias passam por downtime diariamente, enquanto 42% delas demora entre uma hora e uma semana para identificar a origem do problema e 60% precisa envolver de 4 a 10 colaboradores para executar as tarefas necessárias.
Dados como esse mostram como a falta de um gerenciamento assertivo pode comprometer os processos de uma empresa. Ou seja, é essencial atuar proativamente e preventivamente para que os sistemas, aplicações e equipamentos funcionem conforme as expectativas e impulsionem os bons resultados. Como é de se imaginar, essas ações devem ser executadas por parceiros especializados e competentes.
O Gerenciamento de Serviços de TI (GSTI), ou IT Service Managment, visa prover serviços de tecnologia da informação com qualidade e alinhada as demandas das organizações, buscando uma performance positiva, aliada à redução de custos a longo prazo. Os modelos mais utilizados pelos negócios são:
O COBIT, sigla para Control Objectives for Information and related Technology, é um framework de boas práticas, que tem o objetivo de criar uma estrutura capaz de fornecer governança de TI. Funciona a partir da aplicação de diversas práticas de controle da informação, que vão desde o planejamento até o monitoramento de resultados.
A ISO 20000 é uma norma internacional direcionada ao gerenciamento de serviços de TI. Ela enumera uma série de processos integrados de gestão, proporcionando a entrega efetiva de serviços para empresas e clientes.
O MOF é um modelo pró-ativo, composto pela união entre melhores práticas, princípios e tarefas. A meta é alcançar uma maior confiabilidade para os serviços e soluções oferecidas pela equipe de TI em uma empresa, auxiliando na tomada de decisão.
ITIL, sigla para Information Techonology Infrastructure Library, engloba o conjunto de ações detalhadas para o gerenciamento da infraestrutura de TI. Em linhas gerais, é um modelo que se adapta a diversos tipos de companhias, com diferentes demandas e níveis de maturidade.
Como citamos, gerenciar uma infraestrutura de TI envolve a contratação de profissionais especializados, o investimento em hardwares e softwares, entre outros recursos que garantam o bom desempenho operacional, manutenção e atualização de redes, servidores e demais equipamentos.
Quando essas tarefas são feitas internamente, dá-se o nome de insourcing. Nesse caso, todas as funções são de responsabilidade da empresa, bem como as despesas envolvidas. Fato é que, apesar de a organização ter o controle total dos seus ativos, o orçamento em muitos casos torna essa meta inviável.
Por isso, contar com parceiros especializados, os quais ofereçam soluções sob medida, tem sido a estratégia de boa parte das organizações. Entre os motivos para isso estão a otimização operacional, a dedicação ao escopo principal, segurança, escalabilidade, flexibilidade e economia de tempo e dinheiro.
Pelo que mostramos até aqui, você pôde ter uma noção das vantagens em contar com empresas especializadas na gestão da infraestrutura de TI. Fato é que outsourcing traz customização, manutenções em dia e agilidade na correção de falhas e problemas, a fim de garantir a disponibilidade da infraestrutura.
Com o auxílio de especialistas na área, os quais monitoram integralmente todos os sistemas, aplicações e equipamentos, há uma gestão técnica e centralizada, a qual garante a atualização constante do inventário, bem como sua conservação e segurança.
Além disso, os melhores fornecedores do mercado oferecem serviços escaláveis, que acompanham o crescimento dos negócios.
A Teletex é uma empresa especialista em outsourcing de TI que, por meio de diversas soluções, torna a área mais eficiente, ao mesmo tempo em que libera os clientes para que se concentrem no core business do negócio.
Os serviços envolvem os mais variados processos de TI, como data center, cidades inteligentes, gerenciamento de dispositivos, inovação, performance de aplicações, segurança física e lógica, entre outros.
Com mais de 30 anos de experiência no mercado e com acompanhamento especializado em todas as inovações pelas quais a TI vem passando. A Teletex consegue auxiliar os negócios a encontrarem as melhores soluções para suas necessidades.
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Parecia um efeito dominó. No mês de março, as portas de todas as instituições e estabelecimentos foram, aos poucos, fechadas à população do mundo todo. Sobraram os serviços essenciais. Aglomerações e encontros de grupos, mesmo que pequenos, foram bloqueadas devido à necessidade de reclusão imposta pela pandemia da Covid-19. Neste cenário, nem as igrejas puderam manter os pequenos encontros e as tradicionais reuniões dominicais.
Na grande Orlando, nos Estados Unidos, a Igreja da Família ou Family Church, que reúne, em quatro unidades, cerca de 2300 a 2500 fiéis – norte-americanos, brasileiros e hispânicos – logo iniciaram-se as lives. Mas, inquieto, o pastor Lécio Dornas percebeu que, especialmente para os brasileiros, as plataformas não entregavam a necessária interatividade. “Nós brasileiros precisamos estar um com o outro, conversar, brincar, fazer piada, enfim, precisamos da interação”, afirma.
Foi assim que a plataforma de videoconferência Cisco Webex, nas versões Meeting e Event, chegou à Igreja da Família. Segundo o pastor Wilson Cordeiro Júnior, as primeiras experiências contemplaram os cultos e as reuniões que demandavam encontros presenciais e que estavam proibidos em função da pandemia.
“O primeiro culto usando o Cisco Webex gerou uma experiência muito positiva, justamente porque o ambiente é interativo. Eu podia, como pastor, dizer: fulano pode fazer uma oração? beltrano pode ler o texto bíblico? Podíamos interagir com todos se vendo na tela”, narra o pastor Dornas. “Considero algo extraordinário. Com os cultos por Webex tivemos uma frequência praticamente igual aos cultos presenciais”, destaca.
Enquanto houve a restrição mais rigorosa de circulação de pessoas na grande Orlando, a plataforma respondeu pela transmissão dos cultos brasileiros, da Igreja da Família. Além disso, foram feitas reuniões de pequenos grupos, estudos bíblicos, vigílias e outras ações que garantiram a presença da Igreja na rotina das pessoas durante o período de isolamento social.
O pastor Lécio Dornas destaca que, além da interatividade, a diferença entre as lives e os eventos feitos por Cisco Webex é a qualidade e a estabilidade da conexão. “No Webex conseguíamos colocar, com qualidade, 200 amigos conversando numa sala”, diz Polliana Dornas, responsável pela área de tecnologia da informação da Igreja da Família, para quem o Cisco Webex fez diferença não só na organização dos cultos, mas também em toda a programação da igreja. “Chegamos a fazer vigílias de oração incluindo familiares, pastores e cantores de outras cidades e países pela plataforma”, conta.
Dois eventos foram marcantes no uso do Cisco Webex pela Igreja da Família durante o período de isolamento social mais rigoroso: a Páscoa e a Awake QuaranTEEN, para jovens e adolescentes. À época da Páscoa, em abril, e já contanto com o apoio da Teletex, o pastor Wilson Cordeiro Júnior relata a realização do primeiro grande evento utilizando o Cisco Webex Meeting. “Conseguimos realizar um evento com uma experiência muito próxima da presencial, inclusive em número de participantes. Cada família montou a sua mesa em casa e pudemos confraternizar”, conta, lembrando que além das famílias locais foi possível integrar pessoas de outras cidades e países.
Por ser uma cidade cosmopolita, Orlando atrai pessoas que ficam longos períodos sem contato com familiares, e a plataforma também abriu a possibilidade de a Igreja funcionar como uma ponte, de acordo com os organizadores.
O segundo desafio apresentado à Teletex pela Igreja da Família foi suportar a Conferência Awake QuaranTEEN, que corria o risco de não acontecer por causa da pandemia. “Quando soubemos que o Webex Event permitia a participação de até 3 mil pessoas, com gerenciamento e segurança, decidimos criar a Awake Online QuaranTEEN e abrir a participação para todas as comunidades brasileiras ao redor do mundo e para os países de língua portuguesa”, conta o pastor Lécio Dornas. Com isto, o evento de três dias, que reunia 140 jovens e adolescentes, no máximo, atraiu inscrições de 7500 participantes, de 23 países diferentes, contando com palestrantes, músicos e artistas do Brasil e dos EUA.
“O Tiago (Tiago Martins, pré-vendas Teletex) junto com uma equipe mista da Teletex e da Cisco se empenhou em nos atender e fazer com que o evento acomodasse este número grande de pessoas”, diz o pastor Dornas.
No Webex Event foi criada uma sala principal para as palestras de abertura e as plenárias gerais, com espaço para 1000 pessoas. Outras cinco salas paralelas foram abertas no Webex Meeting. O diferencial entre os sistemas é o gerenciamento possibilitado pelo Event, no qual é possível limitar a abertura de câmera e do microfone, além de permitir o compartilhamento de tela por parte do painelista. “Esta foi uma grande experiência. Aprendemos, por exemplo, que é possível integrar o Cisco Webex às redes sociais e vice-versa”, comenta Polliana Dornas.
Com toda esta vivência, a plataforma de videoconferência conquistou espaço dentro da Igreja da Família. Mesmo com a flexibilização do isolamento social, o uso do Cisco Webex está mantido, segundo o pastor Dornas. “Percebemos que a plataforma tem uma relevância social muito grande. Em um contexto de pandemia, a interação com parentes e amigos gera paz, reduz o estres e melhora a qualidade de vida”, declara o pastor.
Polliana comemora a manutenção da ferramenta, dizendo que uma das aplicações será para o estudo bíblico “Café com Bíblia”, que agora também alcança frequentadores do Brasil. Antes reunido entre 30 a 40 alunos, agora o curso conta com aproximadamente 60 participantes.
“Aprendemos que a distância entre o presencial e o virtual não é tão grande quanto as pessoas imaginam. O virtual não substitui a presencial em sua plenitude, mas fica muito próximo”, finaliza o pastor Lécio Dornas.
O preconceito é um assunto que tem feito parte do dia a dia de muitas pessoas – daquelas que sofrem por este mal, daquelas que realizam atos preconceituosos e daquelas que lutam para que todos tenham os mesmos direitos e reconhecimento perante a sociedade.
Na tecnologia não é diferente! Um mercado dominado pelo público masculino e em sua grande maioria, é um grupo formado por profissionais de raça branca. Mas, hoje a Teletex trouxe um pouco sobre como a tecnologia também é sim, um lugar para as mulheres de talento. A Teletex se solidariza com os últimos acontecimentos mundiais no qual black lives matter e por isso traremos alguns destaques femininos no campo da tecnologia que marcaram a história deste mercado.
Vamos lá?

Para iniciar, não podemos deixar de falar do começo da história da tecnologia com as mulheres. Você sabia que a primeira programação algorítmica foi feita por uma mulher?
Ada Lovelace, uma matemática e escritora inglesa, nascida em 1815, é reconhecida por ter escrito o primeiro algoritmo para ser processado por uma máquina – a máquina analítica de Charles Babbage. Sim, Lovelace foi a primeira pessoa programadora de todos os tempos, e não apenas a primeira mulher a escrever um código.
Com o passar dos anos, o mercado tecnológico se desenvolveu muito e as mulheres voltaram a ter destaque nesse mundo complexo da tecnologia. Outro exemplo que podemos citar no Brasil é o da curitibana Enedina Alves Marques (1913 – 1981) que entrou para a história simplesmente por ter sido a primeira mulher a se formar em engenharia no estado do Paraná e a primeira engenheira negra do Brasil quando conquistou seu diploma na Universidade Federal do Paraná, em 1945. Como forma de homenagear esse feito, em 2006, foi fundado o Instituto de Mulheres Negras Enedina Alves Marques, em Maringá.
Corvida Raven é uma consultora de tecnologia e conselheira de grandes marcas em mídias sociais. Ela é a co-fundadora da Everything Twitter, Community Catalyst for TED, e também é assessora de Mídia Social para a Intel. Ela edita o post, SheGeeks.net com informações e acontecimentos relevantes sobre mídia social e tecnologias móveis.
A jovem trabalhou também como especialista em mídia social para a excursão da GM’s Chevrolet Volt Unplugged Tour, além de servir como Gerente de Comunidade da FastCompany, do Standard e do ReadWriteWeb.
Durante sua trajetória profissional, ela observou que não fazia parte do universo tecnológico comum formado na grande maioria por homens de raça branca, então, 2 fatores incomuns foram expostos por ela em seu post: ser mulher de raça negra e a tecnologia; The Importance of Inclusion in Technology disponível em: https://shegeeks.net/importance-of-inclusion-in-technology/
Deanna “Dede” Sutton é uma empresária no ramo de tecnologia com foco nas demandas de conteúdo das mulheres negras jovens em todo o mundo. Sutton é a fundadora das publicações Clutch e CoCo & Crème, que cresce todos os dias tornando-se uma força na Internet através de notícias de última hora e comentários sociais. Com anos de experiência em marketing, Sutton compreendeu o valor da construção de uma plataforma de conteúdo digital. Agora, ela é uma especialista na área de novas mídias negras, garantindo grandes negócios de publicidade online.
E, para falar de tanto sucesso e inovação entre as mulheres, temos Jenna Wortham, que é uma repórter de tecnologia do New York Times com o foco na cobertura da cultura digital, web startups e comunicações móveis. Com a pós-graduação na Universidade de Virginia, Wortham trabalhou como repórter de tecnologia e cultura na Wired.com e free-lance para a revista Wired, para a revista Bust e também para a revista Frommer.
Usando o poder de articulação on-line e jornalismo impresso, ela oferece histórias de qualidade sobre as formas que os consumidores estão usando a tecnologia em suas vidas diárias, além de cobrir as empresas de tecnologias emergentes e os líderes que moldam o setor.
Outro destaque que pertence ao Brasil é a paulista Sonia Guimarães, que atualmente tem 62 anos e foi primeira negra brasileira doutora em física formada pela University of Manchester Institute of Science and Technology e compõe, há 24 anos, o corpo docente do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA). Ela atua na área de física aplicada com ênfase em Propriedades Elétricas de Ligas Semicondutoras Crescidas Epitaxialmente. Também já conduziu pesquisas sobre sensores de radiação infravermelha.
No Brasil, existem algumas iniciativas para dar mais destaque as mulheres que fazem parte do mercado de tecnologia. Podemos citar o Minas Programam e o Preta Lab que trabalham para reafirmar a importância da mulher no mercado tecnológico com potenciais extremamente relevantes na contribuição para o desenvolvimento e a inovação digital.
Localizada no extremo oeste do Paraná, na divisa do Brasil com o Paraguai e a Argentina, Foz do Iguaçu é o centro turístico e econômico do oeste do Estado. Não apenas isto: é um dos mais importantes destinos turísticos brasileiros. Com uma população de aproximadamente 265 mil habitantes, de acordo com último censo, e um público flutuante de, em média, 800 mil pessoas entre turistas e habitantes das duas fronteiras, a cidade fechou todas as suas atrações quando entrou em lockdown para barrar o avanço do novo coronavírus. Impossibilitados de operar presencialmente, mas com a necessidade de manter a operação da cidade, a administração pública e, em especial, o serviço de saúde migraram para o sistema de videoconferência Cisco WebEX Meeting, instalado pela Teletex IT Solutions.
“Com a chegada da pandemia Covid-19, o Prefeito de Foz do Iguaçu acionou a Secretaria Municipal de Tecnologia da Informação (SMTI) para agilizar uma solução segura, confiável e de fácil uso para reuniões por videoconferência entre os membros do Governo Municipal, bem como, com a sociedade organizada. Diante desta demanda, aceleramos as pesquisas das soluções de mercado e o Cisco WebEx se apresentou aderente a nossa necessidade”, conta Evandro Ferreira, secretário municipal de tecnologia da informação (SMTI) de Foz do Iguaçu.
Assessorada pela Teletex IT Solutions, integradora de sistemas que historicamente apresenta soluções de alto desempenho e resultados, a SMTI adotou um ambiente em nuvem onde foram criadas salas virtuais para o Prefeito, o Vice-Prefeito, Secretários e coordenadores de setores. Na área da saúde, a videoconferência começou atendendo à necessidade de continuidade do treinamento de médicos residentes e outros profissionais. Mas, rapidamente, avançou para o atendimento e acompanhamento médico de infectados e suspeitos da Covid-19.
“Nossa infraestrutura de rede já é composta, em 80% dos locais, com equipamentos Cisco. O Município de Foz do Iguaçu utiliza produtos e soluções Cisco há mais de 10 anos”, conta Evandro Ferreira. “A escolha do Cisco WebEX e dos serviços da Teletex IT Solutions se deu pela segurança, confiabilidade, fácil operação e estabilidade da ferramenta”, complementa, a relatar a confiança não apenas da equipe de TI, mas de todos os gestores que utilizam a ferramenta.
Particularmente na área da saúde, a cidade que reúne hotéis, resorts, parques que se somam às Cataratas do Iguaçu e outras atrações, mantém as 30 UBS (Unidades Básicas de Saúde) e as três UPAs dotadas de links de fibra óptica MPLS (Multiprotocol Label Switching) interligados ao data center da Prefeitura, onde estão centralizados serviços como email, servidor de arquivos, prontuário eletrônico, imagens de PACs e saída para internet. O Hospital Municipal está interligado com fibra óptica redundante própria com o data center SMTI-PMFI.
Para garantir o modelo “mantenha-se em casa”, evitando a circulação principalmente de dos pacientes do grupo de risco, dos confirmados não emergenciais e dos suspeitos de Covid-19, foi criado, em abril, um serviço de telemedicina, que funciona 24hs por dia, todos os dias da semana. O fluxo de assistência contempla dois canais principais de entrada – o telefone 0800 645 5655 e WhatsApp (45) 3521-1800 – onde médicos residentes fazem o primeiro atendimento, abrem uma “ficha” no sistema de Registro Eletrônico em saúde RPSaude (prontuário eletrônico) e encaminham remotamente para um dos oito médicos que atendem de casa, porque são do grupo de risco. Este médico abre a sala de videoconferência e realiza o atendimento, que é registrado no RPSaude. O sistema também permite a emissão de receitas, atestados e prescrições médicas, todas com assinatura eletrônica e envio do documento via WhatsApp ou email para o paciente.
A telemedicina estava em estudo pela equipe de TI de Foz do Iguaçu desde o segundo semestre de 2019, mas a decisão foi acelerada pela chegada da pandemia. Agora, a previsão é saltar dos oito médicos que fazem o atendimento para 20 profissionais especificamente dedicados a atender os casos suspeitos de Covid-19. Além disto, Evandro Ferreira conta que no segundo semestre de 2020 será realizado um estudo para montar uma sala profissional de videoconferência em cada uma das 30 UBS – equipada com PCs, notebooks ou até mesmo via smartphone. A ideia é que os médicos especializados em clínica geral façam atendimentos pessoalmente com pacientes, porém com matriciamento (consulta entre médicos) por videoconferência, para dar andamento a possíveis tratamentos específicos dentro do mesmo atendimento, evitando deslocamentos a diferentes locais para atendimentos de medicina especializada. Também estão sendo montadas duas salas de videoconferência, sendo uma na Central Covid-19 e outra na Secretaria de Tecnologia da Informação. Evandro Ferreira acrescenta que o município avalia gravar a consulta por telemedicina e juntá-la ao prontuário eletrônico do paciente.
Membro da equipe de médicos que integra a telemedicina, o dr. Jonathan Pliacekos foi o grande patrocinador do serviço em Foz do Iguaçu. “Mesmo antes da pandemia, ele já nos cobrava um serviço de atendimento a distância, para promover a universalização da saúde pública. Com a pandemia, as cobranças se acentuaram, porque o dr. Jonathan, que tem mais de 70 anos e foi afastado da atividade, insistia em trabalhar, principalmente porque via a escassez de mão-de-obra”, lembra Evandro Ferreira.
Entre os pacientes do dr. Jonathan, Lindalva Pereira de Souza, 76 anos, diz ter recebido uma nova chance, após se recuperar da Covid-19. Com pressão alta e diabetes, ela apresentou sintomas no último mês de abril e foi atendida pelo médico. “A atenção que a gente recebe é muito boa. As consultas com o doutor eram quase diárias, ele acompanhou tudo, acompanhava cada passo, foi uma pessoa excelente”, elogia.
Dra. Flavia Trench e Dr. Luiz Fernando Zarpelon, coordenam a central 24horas plantão Covid-19 e são os “Patrocinadores” desta idéia inovadora da Telemedicina que foi acelerada a pedido do Prefeito Sr. Chico Brasileiro.
O acompanhamento foi meticuloso, especialmente para controlar a diabetes de dona Lindalva. “A Covid-19 desequilibrou a diabetes e precisamos trabalhar na estabilização. Para isto, contei com o apoio da médica geriatra Eneida Buba, num trabalho de equipe. Obtivemos sucesso”, conta o dr. Jonathan. Lembrando que toda esta comunicação foi feita por meio eletrônico – telefone e videoconferência.
Os desafios para a implantação da telemedicina de forma permanente no município, como prevê o secretário da SMTI, são muitos, porém não intransponíveis. O principal deles, já vencido, foi a mudança de cultura da forma de atendimento presencial para virtual, bem como a elaboração e uso de documentos digitais com assinatura digital, receitas, atestados, prescrições entre outros.
“Outro desafio é quanto a instalação do app WebEX nos dispositivos móveis dos pacientes, haja visto que muitas pessoas têm dificuldades no uso de smartphones”, pontua Evandro Ferreira. “Gostaria que a ferramenta abrisse no browser”, completa.
Cristian Früchting, Gerente Comercial da Teletex, confirma que nos desktops é possível acessar o WebEX pelo browser, o que não ocorre com os smartphones Android e IOS, nos quais o aplicativo precisa ser instalado. Para superar o desafio, a Teletex desenvolveu, para outro cliente, um recurso que integra a agenda do serviço de saúde ao sistema de videoconferência. Assim, ao clicar no link da consulta, o paciente autoriza a configuração automática de gravação, câmera e microfone abertos.
Até junho, a Central Covid-19 de Foz do Iguaçu realizava 400 atendimentos diários, em média, via central telefônica 0800 e WhatsApp, dos quais uma média de 30% era encaminhada para consulta via telemedicina. A meta é adotar a telemedicina como ferramenta de universalização da saúde pública, reduzindo a necessidade de deslocamentos dos pacientes, mas mantendo a qualidade e os resultados positivos nos tratamentos.
“Nos casos que demandem atendimento presencial por parte de médicos clínicos gerais nas UBSs, vamos trabalhar para evitar que os pacientes sejam encaminhados para especialistas em outros locais. Para isto, usaremos a sala de videoconferência das UBS de onde os médicos clínico geral, caso necessário, poderão acionar o médico especialista para dar andamento ao tratamento do paciente”, diz Evandro Ferreira. Para ele, a experiência da telemedicina em Foz do Iguaçu está sendo muito positiva e ficará como legado desta fase de pandemia para todo o município.
Uma fintech em rápida expansão, potencialmente identificada como um futuro unicórnio brasileiro. Assim é a Conta Azul, empresa cujo objetivo é entregar soluções inovadoras de gestão para micro e pequenos negócios, utilizando tecnologia de ponta. Todo o negócio da companhia está baseado no modelo de computação em nuvem e, portanto, depende de um ambiente de gestão e inovação altamente confiável. Algo que já não acontecia com a rede de dados composta por dispositivos de conectividade de diferentes configurações, marcas e modelos, instalados ao longo da rápida expansão da empresa nos últimos anos.
Observando este perfil e a necessidade de estabelecer um ambiente de TI capaz de acompanhar o seu crescimento, com total estabilidade nos seus dois escritórios, a Conta Azul fechou parceria com a Teletex IT Solutions para instalar uma nova rede de dados, seguindo o modelo de prestação de serviço. Sob a sigla IaaS (infraestrutura as a service – ou infraestrutura como serviço), o contrato prevê a terceirização dos equipamentos, do gerenciamento e do suporte.
A tecnologia sugerida pela Teletex IT Solutions foi a Cisco Meraki. Pesou nesta definição o fato dos negócios da Conta Azul serem integralmente baseados na oferta de soluções em nuvem, modelo semelhante ao conceito de Simple IT, com recursos em nuvem, proposto pela plataforma Meraki.
A infraestrutura de rede substituiu os equipamentos de diversas marcas e modelos, instalados a medida em que a Conta Azul ampliava a sua operação em Joinville (SC). Os múltiplos equipamentos não só dificultavam o crescimento da empresa como sobrecarregavam a equipe enxuta de TI da companhia, que precisava se dedicar aos novos negócios. Nada amador, mas a velocidade com que a estrutura foi ampliada resultou em um ambiente incompatível com a unicórnio que está em formação.
O prédio em Joinville, de 9 mil metros quadrados de construção, por exemplo, acomoda cerca de 350 colaboradores, que recebem o reforço de outros 60 profissionais da operação em São Paulo. Tudo convergindo em favor de um ambiente padronizado, de alto desempenho e com alto índice de proteção das informações.
Assim, a migração para a plataforma Cisco Meraki, há pouco mais de dois anos, foi natural. A Teletex instalou uma rede híbrida – cabeada e sem fio – com antenas Wi-Fi (APs), switches core e de borda, além do firewall, totalizando 70% do portfólio Meraki.
Por contar toda a operação na nuvem, a Conta Azul demandou uma atenção especial no quesito cibersegurança. Por isto, foi instalado um firewall virtual, que liga a sua operação ao provedor de serviço de cloud. De alta disponibilidade, o firewall Cisco instalado possui grande capacidade de transmissão de dados, com recursos de roteamento, IPS ( Intrusion Prevention System ou Sistema de Prevenção de Intrusão) e AMP (Advanced Malware Protection). O AMP analisa continuamente a atividade dos arquivos em toda a extensão da rede, para uma rápida detecção e remoção de malware avançado.
A Conta Azul também conta com Firewall Virtual instalado no provedor de serviço de computação em nuvem, para fechamento de conexão segura entre a matriz e a nuvem de operação. E para melhorar também a segurança nos equipamentos de usuário, foi instalado o AMP for Endpoints nas estações de trabalho. Assim, a proteção foi estendida aos equipamentos de usuários, ampliando as barreiras de cibersegurança tão necessárias no momento em que nem todos estão trabalhando dentro da empresa, mas no modelo home office.
Como resultado do investimento, a Conta Azul promoveu um balanceamento dos seus dois links de conectividade, de 200Mbps, que passaram a entregam uma capacidade total de transmissão de 400Mbps. A equipe de profissionais de TI pode voltar o foco para as demandas de negócio. Adicionalmente, a empresa diminuiu consideravelmente as ocorrências mais críticas de falhas na rede e pode contar com o suporte de segundo nível da Teletex para atender às eventuais ocorrências.
O contrato com a Telex também prevê atualizações periódicas dos equipamentos, algo que a integradora de sistemas gerencia e, muitas vezes, antecipa, a exemplo das novas antenas wireless no padrão Wi-Fi 6 que aguardam o fim da pandemia para serem instaladas.
O hábito da leitura é um momento de exige concentração e gera o desenvolvimento de seus praticantes. Existem muitos tipos de literatura a disposição, seja ela física ou digital, para que todos possam ampliar seus conhecimentos e até mesmo fugir um pouco para o mundo da imaginação.
Neste novo momento, muitas pessoas buscam por materiais que transformem seu modo de pensar e inove sua rotina e a de seus negócios. Por isto a Teletex separou 5 dicas de livros sobre inovação e tecnologia para você que adora ler e também para você que quer começar este hábito! ????

Elon Musk, amado e odiado por milhões, é o empreendedor mais ousado dos últimos tempos. Ele é o homem por trás dos cobiçados esportivos elétricos da Tesla Motors, dos painéis e baterias de energia solar popularizados pela SolarCity e dos foguetes espaciais da SpaceX, construídos do zero com recursos privados e muito mais baratos que qualquer versão já lançada pelas agências governamentais. Nesse livro, o experiente jornalista de tecnologia Ashlee Vance apresenta um olhar inédito sobre a vida e as realizações inacreditáveis do homem mais audacioso do Vale do Silício. Vance investiga em detalhes a trajetória muitas vezes instável e controversa das empresas de Musk e traça um retrato impressionante do personagem complexo que renovou a indústria com uma série de inovações de enorme impacto político e econômico, num vislumbre do que pode vir a ser o futuro encabeçado pelo progresso de seus negócios visionários. Se ele é simplesmente um lunático ou a mente mais brilhante a ter posto os pés neste planeta, só o tempo dirá, mas sua biografia, hoje, já é parte relevante da história. Em virtude dos investimentos variados de Musk, o livro interessará tanto os leitores de obras sobre negócios e empreendedorismo quanto os aficionados por tecnologia, espaço, energias limpas e carros.

A Amazon.com começou a entregar livros pelo correio. Mas seu fundador visionário, Jeff Bezos, não estava contente em ser livreiro. Ele queria que a Amazon se tornasse a loja de tudo, oferecendo seleção ilimitada e conveniência sedutora a preços disruptivamente baixos. Esta biografia definitiva e reveladora da empresa que fez uma das primeiras e maiores apostas na Internet e mudou para sempre a maneira como compramos e lemos. Brad Stone desfrutou de acesso sem precedentes aos atuais e antigos funcionários da Amazon e aos membros da família Bezos, oferecendo aos leitores a primeira e profunda narrativa da vida na Amazon. Comparado aos outros inovadores de elite da tecnologia – Jobs, Gates, Zuckerberg – Bezos é um homem privado. Mas ele se destaca por sua busca incansável por novos mercados, levando a Amazon a empreendimentos arriscados, como o Kindle e a computação em nuvem

O ambiente de trabalho do futuro está sendo moldado nos dias de hoje pela Web 2.0 – uma coletânea de tecnologias de mídias sociais revolucionárias – e pela Geração do Milênio, pessoas que nasceram entre 1977 e 1997. A convergência dessas tendências emergentes no ambiente de trabalho criou uma geração de trabalhadores hiperconectados, que estão colocando cada vez mais pressão nos patrões a fim de que revisem suas abordagens sobre gerenciamento de talentos. Em O Ambiente de Trabalho de 2020, as especialistas em recursos humanos, Jeanne C. Meister e Karie Willyerd, oferecem um plano de jogo prático que as empresas podem usar para atrair e manter esses funcionários. Ao fazer isso, acabam por transformar suas empresas, promovendo resultados empresariais extraordinários, tais como: inovação crescente e conexão com os clientes. Baseado em descobertas importantes de duas pesquisas de profissionais globais, e também em estudos de caso de empresas como Deloitte, Cisco, Bell Canada, JetBlue, Nokia e NASA, este livro mostra como as tecnologias sociais, que são utilizadas em marketing fora da empresa para se conectar com clientes, podem ser adaptadas para uso dentro das empresas, visando a conexão com os funcionários.

Obra indicada para quem quer se inteirar sobre pontos básicos da inteligência artificial, incluindo tipos e o que está sendo feito na área atualmente – tudo de maneira bastante didática. Este primeiro livro de tecnologia é indicado até pelo fundador da Microsoft, Bill Gates, como um dos indispensáveis para compreender o assunto. Cada vez mais os algoritmos controlam nossas vidas. Eles encontram livros, filmes, empregos e compromissos amorosos para nós, gerenciam nossos investimentos e descobrem novos medicamentos. Gradualmente, esses algoritmos estão começando a operar por aprendizado a partir de trilhas de dados que deixamos em nosso recente mundo digital. Como crianças curiosas, eles nos observam, imitam e fazem experimentos. E nos principais laboratórios de pesquisa e universidades do mundo começou a corrida pela invenção do algoritmo de aprendizado definitivo: aquele que será capaz de aprender qualquer tipo de conhecimento a partir de dados e fazer o que quisermos, sem precisarmos pedir. Machine learning é a automação da descoberta – o método científico com esteroides – que permite que robôs e computadores inteligentes programem a si próprios. Atualmente, nenhuma área científica é ao mesmo tempo mais importante e envolta em mistério. Neste livro, Pedro Domingos traça um percurso pelas cinco maiores escolas de machine learning, mostrando como elas transformam ideias da neurociência, evolução, psicologia, física e estatística em algoritmos prontos para nos servir.

O próximo Larry Page ou Sergey Brin não desenvolverá um mecanismo de busca. E o próximo Mark Zuckerberg não criará uma rede social. Se você está copiando essas pessoas, não está aprendendo com elas. Como cada inovação é única, nenhuma autoridade consegue prescrever em termos concretos como ser inovador. Toda inovação vai de 0 a 1. No livro, o autor revela como construir empresas que criem coisas novas. Para Peter Thiel, cofundador do PayPal e investidor em diversas startups, o progresso vem do monopólio, não da competição. Se você faz o que nunca foi feito e consegue fazer melhor do que qualquer um, tem um monopólio — e qualquer negócio só é bem-sucedido na medida em que é um monopólio. Mas quanto mais você compete, mais se torna parecido com todo o resto. A competição destrói os lucros dos indivíduos, das empresas e da sociedade como um todo.
De zero a um: O que aprender sobre empreendedorismo com o Vale do Silício não oferece fórmula para o sucesso. O paradoxo de ensinar empreendedorismo é que tal fórmula não pode existir. No livro, o autor revela como construir empresas que criem coisas novas. Apresenta uma visão otimista do futuro do progresso e uma maneira original de pensar sobre inovação: ensina você a fazer perguntas que o levem a encontrar valor em lugares inesperados.
Conte aqui nos comentários se você já leu um destes livros e outra dica sobre o tema!
Fonte: Amazon.com
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