Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE, o sexo feminino representa apenas 20% dos mais de 580 mil profissionais da área de tecnologia da informação no Brasil. De fato, as mulheres no mercado de TI sempre foram minoria, ao mesmo tempo em que as discussões sobre a igualdade nesse e em outros setores começaram a aumentar recentemente. Entretanto, na mesma medida, a realidade atual é promissora, já que as profissionais da área vêm se sobressaindo.
Prova disso é um estudo da McKinsey, denominado Women in the Workplace 2019, o qual aponta que, nos cinco anos anteriores ao levantamento, houve um aumento de 24% da presença de mulheres em posições C-Level no segmento de TI.
Dados como esse demonstram a importância de trazer à tona o assunto, de forma a evidenciar a força feminina na área e incentivar outras profissionais a investirem na carreira caso essa seja a sua vontade.
Quer saber mais sobre a trajetória das mulheres nesse mercado e por que você também deve ir à luta?
Então acompanhe o nosso artigo!
Apesar da pouca representatividade e de casos de preconceito e discriminação em relação à presença feminina no mercado de trabalho, algumas mulheres foram responsáveis por marcar a área de TI com suas contribuições ao longo da história. Algumas personalidades marcantes são:
Podemos dizer que o início da trajetória da mulher no mercado de TI se deu por volta de 1843, quando Augusta Ada King, a Condessa de Lovelace, auxiliava o matemático italiano Luigi Menabrea com a tradução de seus textos sobre as ferramentas analíticas usadas pelo matemático inglês, Charles Babbage.
O fruto desse trabalho foi o primeiro algoritmo, criado muito antes que pudesse ser processado por máquinas e sistemas. Por essa conquista, Ada é considerada uma das percussoras da ciência da computação!
As chamadas Garotas de ENIAC, Adele Goldstine, Fran Bilas, Kay McNulty, Marlyn Wescoff e Ruth Lichterman, foram as responsáveis por trabalhar com um dos primeiros supercomputadores criados na história, pela escola de engenharia Moore, nos EUA.
Essas mulheres forneciam instruções para realizar os cálculos de ENIAC (Electrical Numerical Integrator and Computer) relacionados à balística de mísseis e bombas. Na prática, lidavam com mais de 3 mil interruptores e 18 mil válvulas, que eram ligadas de forma manual a um hardware de 80 mil toneladas.
Isso foi um enorme desafio, já que na época não existiam linguagens de programação nem literatura ou sistemas operacionais que pudessem ajudá-las. Após meses de esforços, os cálculos balísticos que levavam 30 horas para serem resolvidos passaram a ter resolução em apenas 15 segundos pelo ENIAC.
Todavia, após a revelação do feito para a imprensa em 1946, as Garotas de ENIAC não receberam créditos, tornando-se invisíveis em seguida.
A analista de sistemas da Marinha dos Estados Unidos entre as décadas de 1940 e 1950, Grace Hopper, também era conhecida como “a incrível Grace Hopper”, “Rainha da Computação”, “Rainha da Codificação”, “Grande Dama do Software” e “vovó de COBOL”. Todos esses títulos se deram pelo desenvolvimento da linguagem de programação Flow-Matic, a primeira delas a ser adaptada para o idioma inglês.
Apesar dessa linguagem não ser mais utilizada, serviu como base para a criação do COBOL (Common Business Oriented Language), usada até hoje para o processamento de bancos de dados comerciais.
Uma das primeiras mulheres do mercado de TI a obter um PhD em ciências da computação, em 1968, Jean Sammet marcou a história com a criação de uma das primeiras linguagens de computação existentes.
Denominada FORMAC, ela entrou em uso pela IBM e era utilizada para manipular fórmulas matemáticas complexas. Em função dos seus conhecimentos em informática e matemática, área na qual também tinha formação, Jean Sammet atuou durante 27 anos na IBM, uma das maiores companhias tecnológicas até os dias de hoje.
Além disso, também influenciou na criação do COBOL e participava de diversas entidades representativas das mulheres da indústria tecnológica.
A estudiosa Karen Sparck Jones teve seu trabalho focado no processamento de linguagem. Ela foi uma das criadoras do conceito de “inverso da frequência em documentos”, que serviu de base para os mecanismos de busca e localização de conteúdo de empresas como o Google.
Em linhas gerais, o sistema funciona com a recuperação de informações, minerando de forma rápida dados em um conjunto de documentos, bem como em filtragem de palavras-chave que mais aparecem nos textos e por ordem de relevância.
Suas pesquisas foram realizadas no laboratório de computação da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, onde atuou entre 1974 e 2002. Mesmo após a aposentadoria, Karen continuou se dedicando a causas de inclusão das mulheres no mundo da tecnologia até 2007, quando faleceu.
Conhecida como a “Princesa da Segurança”, Pariza Trabiz é diretora de engenharia do Google e lidera uma equipe de 30 hackers, com o objetivo de descobrir vulnerabilidades e novos formatos de ataques cibernéticos.
Fora do Google, ela atuou como consultora do Serviço Digital da Casa Branca para aumentar a segurança da tecnologia governamental, foi professora na Harvard Kennedy School, e auxiliou diversos escritores do mundo do entretenimento para que compreendessem o segmento da segurança cibernética e tecnologia e criassem histórias mais realistas.
Entre outros feitos, em 2017, foi apresentada na Next List da WIRED pelo seu trabalho promovendo criptografia na web e, em 2012, foi selecionada pela Forbes como uma das 30 pioneiras em tecnologia com menos de 30 anos.
Apesar das mulheres no mercado de TI estarem sempre presentes ao longo da história, como você pôde comprovar, ainda há um longo caminho a ser percorrido, já que ainda são minoria no setor da tecnologia.
Nesse contexto, há diversos desafios a serem superados. Para começar, culturalmente as mulheres sempre foram estimuladas a desenvolver habilidades criativas e humanas, na mesma medida em que eram incentivadas a deixar as questões de raciocínio lógico e descobertas de engrenagens a cargo dos homens.
Outro obstáculo que vem sendo superado é que, nos primórdios da tecnologia da informação até poucos anos atrás, os profissionais de TI eram vistos como uma espécie de soldados programadores, os quais trabalhavam por horas de forma isolada nas empresas, de maneira totalmente mecânica e pouco estratégica.
Porém, o mundo está mudando de forma rápida e hoje a realidade é bem diferente. Atualmente, a trajetória das mulheres no mercado de TI possui inúmeras possibilidades, trazidas pelas mudanças de mindset e pela transformação digital.
Ao mesmo tempo em que área se abre, mulheres ao redor do mundo, bem como outros grupos que vêm sofrendo discriminação, lutam por ambientes mais igualitários e respeitosos para todos.
Apesar de haver mais espaço atualmente, é preciso que as mulheres do mercado de TI vão à luta para enfrentar os percalços corporativos e de gênero, já que por conta da gravidez e criação dos filhos, por exemplo, muitas precisam abandonar a carreira.
Para se ter ideia, segundo dados da PNAD, 79% das que iniciam cursos de TI na universidade abandonam os mesmos ainda no primeiro ano. Por esses e outros motivos, há diversos movimentos que visam direitos iguais, como é o caso do Reprograma, projeto que se propõe a ensinar programação para mulheres sem condições financeiras de bancarem uma faculdade.
Também podemos citar Girls In Tech, que tem como objetivo promover a conscientização da sociedade e diminuir barreiras de gênero no mercado de tecnologia com educação.
Nesse cenário de mudanças e lutas pela inserção das mulheres no mercado de TI, é papel de cada uma garantir que os seus direitos sejam respeitados, tanto em relação à formação quanto ao espaço dentro das empresas.
Diante de toda a trajetória feminina apresentada até aqui, é possível afirmar que as mulheres têm avançado em relação à conquista do seu espaço. Uma boa notícia é que o mercado de trabalho está se tornando mais igualitário.
Segundo informação do portal oficial do Governo do Brasil, enquanto em 2007 as mulheres representavam 40,8% do mercado formal, em 2016 esse número já havia subido para 44%. Outro dado interessante é da Síntese de Indicadores Sociais (SIS), que apontou que 40,5% das casas no Brasil têm na mulher o seu pilar de referência, enquanto em 2005 essa porcentagem era apenas de 30,6%.
Entretanto, ainda há diversos aspectos a serem conquistados pelo sexo feminino, como a igualdade de salários, o espaço em cargos de liderança, entre outros.
Nesse cenário, é imprescindível que as empresas aumentem o número de mulheres que competem por promoções, gerenciamento e outros espaços que tradicionalmente foram ocupados por homens ao longo dos últimos anos.
Assim, é estimulado um ambiente de igualdade, bem como incentivado o fator competitivo, que consequentemente faz com que existam times mais propensos a contribuir com metas e propósitos de forma produtiva e motivada.
Esse é um dos objetivos da Teletex. A organização acredita que a participação feminina no mercado de TI é fundamental, já que as mulheres possuem as mesmas condições de ocuparem os mais diversos cargos nessa e em outras áreas.
Quer saber mais sobre os nossos incentivos na empresa? Então entre em contato com a gente, teremos muita satisfação em falar com você, leitora!
Para dar início a essa discussão é importante entender o que é a Arquitetura de Segurança. De forma geral, o termo possui significados diferentes de acordo com o contexto em que está inserido.
Um dos significados mais usados é o que se refere a elementos de segurança de diversos domínios, entre eles estão a arquitetura empresarial, desenho técnico, estrutura organizacional e modelos de políticas.
É crescente o número de crimes e desastres virtuais que envolvem dados pessoais e corporativos. Dessa forma, as empresas precisam investir em uma boa arquitetura de segurança. Afinal, com um bom planejamento, é possível minimizar os riscos e prejuízos, o que garante mais consistência para o negócio.
Em resumo, um dos principais objetivos da Arquitetura de Segurança é evitar substancialmente as perdas e riscos para o negócio em decorrência de ataques cibernéticos, falhas de colaboradores sem treinamento ou até mesmo pessoas mal-intencionados. Sendo assim, só a política e treinamentos para usuários não são suficientes para uma proteção efetiva.
Em primeiro lugar, a sua organização ainda faz desenhos de redes como os famosos firewalls, interligados com roteadores, escritórios e endereços de rede lan/wan?

Uma arquitetura de segurança funcional é aquela que aborda aspectos como o fator humano, dispositivos, redes e aplicativos.
Dessa forma, entender com nitidez todos os fluxos de negócios, desde os processos simples, como a autenticação de usuários que estão trabalhando de forma remota, ajudará a aplicar controles de segurança para manter uma empresa segura.
Pois seus dados fluem dos escritórios para a cloud, e você deve entender onde seus dados estão para protegê-los.

Fluxo de processo de negócio para a autenticação de pagamento
É preciso garantir a segurança em toda cadeia de comunicação. Sendo assim, entre essa precaução estão as de:
A Arquitetura de Segurança deve ser parte dos processos de negócio de uma organização. Dessa maneira, ela irá garantir que os profissionais de segurança sejam capazes de identificar de forma rápida algum comportamento estranho e responder em questão de segundo às ameaças.
Ao investir em uma Arquitetura de Segurança bem estruturada é possível:
Uma boa Arquitetura de Segurança inicia-se com o entendimento de que diferentes fluxos de comunicação requerem diferentes camadas de proteções, ou seja, as proteções aplicadas para a equipe de RH nem sempre são as mesmas aplicadas à equipe de TI. E para auxiliar no mapeamento deste fluxo, utilizamos a metodologia do SAFE.
Em síntese, o SAFE é um modelo de referência de segurança. É uma abordagem como um jogo de blocos para melhores práticas de segurança. A Cisco, através do SAFE, propõe uma metodologia agnóstica que oferece uma orientação sobre o que precisa ser estruturado de forma assertiva na arquitetura de segurança da sua empresa.
Quando se fala em cibersegurança, muito se ouve sobre os termos NOC, SOC e SIEM. Apesar de terem algumas semelhanças e muitas vezes operarem em conjunto, eles exercem funções diferentes na segurança da sua empresa.
A sigla NOC é derivada de Network Operation Center, ou em tradução livre: Centro de Operações de Rede. Como o próprio nome sugere, o NOC é a junção de estruturas e profissionais que trabalham para o monitoramento de eventos relacionados à tecnologia da informação de uma determinada rede.
Tudo aquilo que diz respeito à disponibilidade e à performance da rede fica sob responsabilidade do NOC. No qual os profissionais contam com o auxílio de um software poderoso. Esse software consegue captar dados da rede em tempo real para então trabalharem no acompanhamento da mesma.
No NOC, a equipe fica em constante busca por atividades atípicas na rede, fazendo ajustes técnicos que têm como finalidade a prevenção e a solução de problemas que podem vir a surgir a qualquer momento; por isso seu funcionamento é ininterrupto.
Uma característica da dinâmica de trabalho do Centro de Operações de Rede é a forma como os problemas são categorizados. Classificados por níveis, o time escala em ordem crescente a gravidade do problema surgido e a partir daí, trabalham em uma resposta. Por exemplo, um problema de hardware, que pode ser simplesmente resolvido com a ajuda de um técnico, seria classificado como nível 1. Um problema mais profundo no software, poderia ser um nível 3. Essa é apenas uma das formas como a equipe do NOC distribui seu trabalho, sempre garantindo que a solução será feita de forma adequada.
De forma geral, podemos concluir que a função do NOC é garantir que a rede funcione bem e sem interrupções.
O SOC (Security Operation Center), ou Centro de Operações de Segurança, diz respeito à junção de estruturas e profissionais que trabalham para o monitoramento de eventos relacionados à cibersegurança de uma rede. Sua funcionalidade é semelhante a do NOC, como explicamos acima.
Todo o processo de prevenção, detecção e respostas a incidentes também são feitos no SOC; a diferença é que nesse modelo estamos falando sobre um trabalho acerca da cibersegurança, e não da performance da rede como é o caso do NOC. Apesar da semelhança, os profissionais que operam no SOC e no NOC têm atribuições bem diferentes, que requerem um conhecimento específico para cada área.
É importante que sua empresa trabalhe tanto com o SOC, quanto com o NOC, pois problemas em cibersegurança podem afetar sua performance de rede e vice-versa.
Vale apontar que, apesar de algumas empresas maiores terem esse centro integrado à sua estrutura, é mais comum encontrarmos os serviços do SOC sendo feitos de forma remota.
A sigla SIEM (Security Information and Event Management), em português, quer dizer Gerenciamento e Correlação de Eventos de Segurança. A solução SIEM capta dados de logs gerados e a partir deles fornece relatórios sobre as atividades que acontecem no espaço de TI da sua empresa.
Se algum log de atividade for programado para ser categorizado como suspeito, o SIEM conta com um mecanismo automatizado para gerar alertas sobre essa atividade. A partir daí, a solução também trabalha na resposta a esse possível ataque, com uma interface que dispõe de elementos que facilitam a sua identificação, assim como a tentativa de conter a violação no momento em que ela acontece, o que minimiza os danos.
Essa solução é fundamental para a cibersegurança da sua empresa. A partir delas, sua resposta para incidentes será bem mais rápida ou quase instantânea. Quando falamos em ataques, precisamos considerar que tudo acontece de forma extremamente rápida. Sendo assim, quanto mais ágil e eficiente for a sua resposta, menos sua rede sentirá os impactos do ataque.
Em primeiro lugar, devemos entender que o SIEM é solução integrada ao SOC. Dessa forma, o profissional que trabalha no Centro de Operações de Segurança faz o uso de diversas soluções. Uma dessas soluções é o SIEM, que também é uma das mais importantes. É válido apontarmos que normalmente um SOC não opera sem a presença de um SIEM.
Logo, ao contratar um SOC as a service é fundamental certificar-se de que ele trabalha com a SIEM. A solução deve garantir à sua empresa visibilidade nítida de dados, automação, rapidez e escalabilidade. Só assim seus dados e ativos farão parte de uma rede de cibersegurança confiável. A performance do trabalho de um pode interferir na do outro. Sendo assim, é fundamental que hajam serviços de NOC integrados.
Sem as soluções adequadas, seus dados ficam desprotegidos e expostos a ataques externos. Sendo assim, os hackers podem até mesmo se passar por seus funcionários e cobrir seus traços. Ausência delas pode fazer com que o processo de detecção e reparo de danos leve até 8 meses.
A sua equipe de TI precisa de ajuda com a detecção de ameaças, respostas e identificação de ataques? Se a resposta for “sim” busque por soluções assertivas. Soluções que ofereçam através de uma análise avançada e machine learning uma dinâmica rápida. Procure uma solução que forneça informações, dados de múltiplos ambientes, e dessa forma detecte eventos suspeitos em tempo real.
Além disso, ela deve entregar dados de forma robusta para consulta. Dessa forma você conseguirá direcionar melhor o foco do seu time. Pense, com o tempo otimizado, ele não precisará dispor de energia para desempenhar o trabalho da SIEM de forma manual.
Está nítida a importância do NOC, SOC e SIEM?
A Teletex possui expertise no setor de cibersegurança e conta com soluções inteligentes que fornecem aos analistas de segurança uma visão ampla das ameaças, permitindo que façam uma triagem mais rápida e eficiente.
Fale com um de nossos especialistas e entenda como podemos ajudar na proteção da sua rede.
É comum se deparar com a sigla SIEM no momento de busca por soluções que operem na cibersegurança de sua empresa. Entenda abaixo o que é essa poderosa solução e como ela opera na prevenção de ataques à sua rede.
Hoje em dia, as redes são mais complexas que nunca. Dessa forma, protegê-las contra pessoas ou instituições mal intencionadas é uma tarefa ininterrupta dentro das empresas. Para entender como a SIEM pode prevenir ataques cibernéticos, primeiro é necessário saber o que ela significa.
A sigla SIEM (Security Information and Event Management), em português, quer dizer Gerenciamento e Correlação de Eventos de Segurança. O termo surgiu em meados dos anos 2000, a partir do gerenciamento de logs e vulnerabilidades. Desde então é uma solução que vem se aprimorando e ajudando empresas na proteção de seus dados.
A SIEM é um software que geralmente se encontra integrado a um Centro de Operações de Rede (SOC). Ele tem como objetivo principal ajudar profissionais de cibersegurança no monitoramento, detecção e respostas precisas a ataques.
A SIEM conta com duas funcionalidades básicas: gerar relatórios e emitir alertas. Elas são fornecidas através da coleta de informações sobre logs gerados em sua rede. A partir delas, a solução opera na detecção e tratamento de anomalias e comportamentos não-usuais em sua rede, que podem ser indicadores de ameaças.
A SIEM conta com mecanismos que permitem que seus relatórios de incidentes de segurança sejam disponibilizados de forma rápida e clara. O que proporciona para a sua equipe uma visibilidade mais nítida das atividades de log. Podemos citar como exemplo tentativas mal-sucedidas de login, possíveis ataques de malwares, entre outras.
Com todos os seus dados centralizados em um só lugar, seus relatórios de conformidade ficam muito mais acessíveis, trazendo para a sua empresa resultados mais exatos e dados mais robustos para suas consultas.
Feita a análise desses relatórios, seu time consegue categorizar que tipo de atividade pode ser considerada suspeita e, a partir daí, começa mais uma operação da SIEM: trabalhar em uma resposta quando notificada.
Quando dizemos que a SIEM é notificada, significa que alertas são enviados durante alguma tentativa de ataque para que ela envie uma resposta automática de defesa para esse evento, que deve ser feita de forma rápida e precisa.
Sabendo que os hackers utilizam cada vez mais de técnicas sofisticadas, apenas detectar um ataque não é mais o suficiente. Para uma proteção eficaz, seu time deve conseguir detectar pequenas (quase imperceptíveis) alterações na rede. Além de comportamentos anômalos vindos do sistema e dos usuários. Esses aspectos podem ser sintomas de atividades maliciosas em curso.
Nesse processo, perspicácia e agilidade são peças fundamentais para a minimização de impactos, e a automação da SIEM vem exatamente para facilitar o trabalho da sua equipe; feito de forma manual, o processo de detecção e reparo de danos pode levar até 8 meses para ser finalizado. Isso acontece porque a sua rede recebe dados de diferentes servidores (Windows, Linux, macOS, firewalls). Por isso existem milhões de formatos de logs, o que sem a ajuda de um software consumirá muito tempo de sua equipe.
Para segurança dos dados, é necessário que sua empresa conte com uma solução que analise e correlacione automaticamente atividades em várias fontes de dados. Isso inclui logs, eventos, atividade de usuários, informações de vulnerabilidade e inteligência contra ameaças.
É de fundamental importância que você tenha uma boa visibilidade das informações que foram colhidas. Dessa forma será possível que seu time consiga analisar, detectar e gerenciar os diferentes tipos de ameaça. Ameaças que podem invadir a sua rede, sem perder tempo com análises e processamentos feitos de forma manual.
Em resumo, quando se fala em cibersegurança, o tempo de resposta é um fator que deve ser colocado como prioridade. Por isso, certifique-se que a sua solução possui uma automação rápida, proativa e eficiente para a resposta a possíveis invasões.
A Teletex atua no mercado há mais de 30 anos e conta com um portfólio repleto de cases de sucesso no setor de cibersegurança. Firmando parcerias com os líderes do mercado, oferecemos soluções para que a segurança de dados prospere em sua empresa.
Fale com um de nossos especialistas e entenda como podemos ajudar
Com a pandemia do novo coronavírus e o isolamento social, a transformação digital tornou-se uma realidade para muitas empresas. O modelo do home office foi uma das alternativas adotadas para tentar conter o avanço da contaminação.
O mercado de TI também adotou mudanças significativas, principalmente com tecnologias que fazem parte do dia a dia das companhias, como, por exemplo, softwares de videoconferências, serviços de nuvem e cybersegurança.
Nesse artigo, iremos abordar as mudanças do mercado de tecnologia, quais perfis profissionais são esperados e a transformação nas formas de contratar esses candidatos. Confira!
Ao longo dos anos, os sistemas de trabalho sofreram várias mudanças e, sem dúvida, umas das mais importantes foi o surgimento do home office. Se antes esse modelo era aceito com ressalvas por organizações e profissionais, com a pandemia, para não paralisar totalmente as atividades, todo mundo teve que se adaptar ao trabalho remoto, especialmente as empresas de tecnologia.
O trabalho remoto traz benefícios tanto para empresas quanto para colaboradores. Se bem estruturado, reduz custos, melhora a produtividade e os relacionamentos profissionais/pessoais.
A tecnologia tem sido uma aliada poderosa e cada vez mais essencial nesse cenário. Diversos recursos, inovações e soluções tecnológicas permitem que os colaboradores continuem executando e entregando suas tarefas mesmo distantes da empresa.
O Cloud Computing é o grande destaque! Graças as funcionalidades oferecidas por esta solução, os colaboradores conseguem acessar os dados e sistemas corporativos da sua própria casa. E a tendência da computação em nuvem deve continuar crescendo mesmo depois da pandemia do novo coronavírus.
Vale ressaltar que, nesse novo mundo pós-pandemia, as empresas estarão cada vez mais centralizando os recursos de TI na nuvem, reduzindo custos operacionais e obtendo facilidades como atualização de novas versões dos programas utilizados, backups e manutenção dos sistemas mais frequentes.
Mesmo antes da pandemia, para qualquer empresa é fundamental contar com profissionais qualificados, capazes de desenvolverem soluções adequadas as necessidades de cada negócio e garantindo o seu diferencial no mercado de TI.
Uma das formas mais eficazes de atrair e reter esses colaboradores, e ainda sem preocupação com delimitações geográficas, é justamente o modelo home office, ainda que em part time.
Segundo especialistas do setor de recrutamento, a perspectiva para os profissionais da área de tecnologia é boa porque já eram globais, agora são ainda mais. Em relação ao perfil, os profissionais mais procurados são os desenvolvedores, os que prestam suporte técnico e os administradores de bancos de dados (DBA).
Não foram só os modelos de trabalho que se ajustaram a essa nova realidade. O mercado de TI também adaptou o seu olhar para as competências procuradas nos profissionais.
Antes da pandemia, os profissionais mais valorizados eram os que tinham as melhores habilidades técnicas. No chamado novo normal, as soft skills serão mais evidenciadas e valorizadas.
Veja abaixo as características profissionais em TI que serão diferenciais no pós-pandemia:
Empatia: Ter essa habilidade é fundamental para o profissional de TI. Entender o que o cliente precisa e qual a situação que ele está vivenciando pode ser a chave para o sucesso profissional.
Inteligência emocional: Depois de um longo isolamento social, as relações pessoais irão se transformar. As novas relações profissionais exigirão autoconhecimento, transparência e autocontrole. A inteligência emocional é um ponto forte em uma área cada vez mais competitiva e em constante transformação.
Proatividade: O profissional proativo terá grandes oportunidades dentro do mercado de TI. Estar atento às demandas, oferecer suporte ou até sugestões para solucionar os mais diversos problemas, mesmo que não tenham necessariamente ver com a área de tecnologia, são atitudes que demonstram interesse com o resultado de todo processo, o que, consequentemente, valoriza ainda mais o profissional.
Resiliência: O profissional de TI precisa ser capaz de suportar pressão e situações adversas no ambiente de trabalho e manter boa performance e resultados.
Adaptabilidade: A capacidade de se adaptar rapidamente frente às mudanças é essencial para os profissionais de TI, ainda mais porque vivemos em um mundo no qual a tecnologia se inova constantemente.
Criatividade: O TI criativo é capaz de encontrar soluções para tornar os processos mais práticos, econômicos e rápidos. É importante ressaltar que ser criativo é realmente “pensar fora da caixa”, enxergando as possibilidades que os outros não estão vendo.
Organização: A organização é outra habilidade muito valorizada nos profissionais de TI. Estação de trabalho bem organizada facilita o seu trabalho e o da sua equipe.
Foco: Foco e concentração são duas habilidades muito importantes para qualquer profissional. É necessário ser capaz de se manter concentrado em um projeto e terminá-lo, sem se desviar para outras atividades.
A pandemia também trouxe mudanças significativas na seleção e contratação de profissionais que também incorporaram as ferramentas digitais.
No mercado de TI atual, o grande desafio é a busca do perfil ideal e a retenção destes talentos. Para isso, muitas empresas têm adotado ferramentas de marketing de conteúdo para engajamento de futuros colaboradores que compartilhem dos mesmos ideais da organização.
O Inbound Recruting é a estratégia do momento no universo do recrutamento e seleção. Adaptado do Inbound Marketing, essa metodologia nada mais é do que uma estratégia de recrutamento na qual a empresa proativamente e continuamente atrai potenciais colaboradores.
O objetivo é atrair e engajar os profissionais mais alinhados com o perfil do negócio e fazer com que concorram as vagas disponíveis na empresa. Todo esse processo é feito por meio de produção de conteúdo em postagens de anúncios em páginas e sites específicos voltados a carreira profissional, mídias sociais e e-mail marketing, entre outros.
Assim como a forma de contratação das empresas mudou, o modo de procura por novas oportunidades também. A tecnologia é a grande responsável por toda essa transformação, estar conectado pode ajudar os profissionais a conquistarem a tão sonhada oportunidade!
Confira algumas dicas:
Persistência: Persistir e não desistir nunca foi tão importante quanto no mundo atual. Procure por uma recolocação profissional nos meios digitais, principalmente os especializados em carreira e recolocação.
Cursos e especializações: Faça cursos livres e especializações na sua área de formação. Existem muitos cursos e materiais gratuitos espalhados pela internet. Além do repertório intelectual, novas habilidades agregam mais valor ao currículo.
Envolva-se no LinkedIn: O LinkedIn é a principal rede social para todos os profissionais do mundo. Como em qualquer lugar, nessa plataforma a concorrência também é acirrada! Por isso, é necessário ter um perfil mais completo possível, fazer postagens regulares na rede, seguir profissionais e empresas da sua área e verificar regularmente as vagas enviadas pelo e-mail.
Não há dúvida de que a pandemia acelerou a transformação digital no mercado de TI. O modelo do home office, a recolocação e contratação por meios digitais são mudanças que vieram para ficar!
Com mais de 30 anos de atuação, a Teletex é especialista em tecnologia da informação. A nossa empresa aposta em soluções de atendimento completas, desenvolvendo projetos personalizados para cada ambiente de acordo com as necessidades e tipos de negócio.
Entre em contato conosco e diga como podemos ajudá-lo!
Para escutar este conteúdo, acesse o Player abaixo!
Com certeza você tem escutado e lido muito sobre a LGPD, mas você sabe como aumentar a segurança dos dados da sua empresa?
Não existe a menor dúvida sobre o valor dos dados e a importância da sua proteção. Sendo assim, ampliar a segurança dos dados da sua empresa é fundamental para o cumprimento da LGPD.
Falhas encontradas em sistemas operacionais, softwares e drivers, são os meios favoritos dos hackers para acessar os sistemas da sua empresa. Dessa forma, para que os dados estejam seguros, é extremamente necessário uma política de atualização regular para software e hardware.
Tenha uma rotina extremamente rigorosa de backup com frequência diária, semanal ou mensal, pois esse é o modo mais eficaz de recuperar dados perdidos ou roubados. Incorpore também uma política de backup off-site e em caso de um eventual desastre dentro da sua empresa, os seus dados estarão seguros. Além disso, é importante adotar um sistema de controle de acesso aos dados sensíveis da organização, uma ação que vai garantir a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade da informação.
Em função do ambiente de rede totalmente conectado, diversos ataques contam com técnicas para a sua replicação extremamente rápida. Por isso, é necessário manter um controle rígido sobre todas as pessoas que acessam a infraestrutura e recursos de TI da empresa, limitando isso a sistemas e arquivos críticos.
Uma solução é conceder acesso somente às informações de que cada departamento realmente necessita. Ainda, a inclusão de marcas d’água em documentos pode ajudar a prevenir o roubo de informações, permitindo identificar a fonte em caso de violação.
Um armazenamento em nuvem assegura a disponibilidade integral dos dados, o sigilo e a segurança das informações, o que possibilita que eles sejam acessados de qualquer local. Atualmente os principais provedores de cloud globais contam com sistemas de segurança de extrema confiabilidade, o que ajuda e contribui para a segurança dos dados da sua empresa.
Todos os colaboradores da sua empresa fazem parte do processo de segurança de dados. Afinal, de alguma maneira eles interferem no acesso às informações. Se não acontecer uma orientação correta, eles podem de forma involuntária permitir ou comprometer o bom funcionamento da política de segurança da informação da sua empresa.
Por isso, é preciso estabelecer políticas de segurança e normas de conduta que devem ser seguidas por todos os colaboradores. Esse tipo de documentação possibilita normatizar as regras aplicadas para todos, incluindo prestadores de serviços diretos ou indiretos. Com isso, torna-se possível reduzir as falhas que comprometem os dados e as facilidades que viabilizam a ação de cibercriminosos.
Habilite os sistemas da sua empresa com requisitos de senhas de complexidade alta e oriente seus colaboradores na criação de senhas fortes utilizando caracteres especiais. Além disso, é fundamental contar com uma política de alteração de senhas frequente, atualizando-as de forma periódica. O ideal é que o próprio sistema bloqueie o acesso daqueles que não realizarem a atualização obrigatória.
Em primeiro lugar, como a LGPD determina, devem ser definidos os Agentes de Tratamento de Dados Pessoais dentro da sua empresa. Fica ao seu critério se eles serão pessoas físicas ou jurídicas.
Esses agentes serão o “controlador” e o “operador”, o primeiro ficará encarregado de conduzir e tomar todas as decisões. O outro será o operador, coordenado pelo controlador, ele quem cumprirá essas determinações em todas as situações em que se fizerem necessárias, no dia a dia do negócio.
A atividade desses agentes garantirá a segurança e proteção de dados de seu público, eles que escolherão as ferramentas que irão assegurar que não aconteçam acessos desautorizados e roubos de dados. Além disso, eles são encarregados pela comunicação com a ANDP (Autoridade Nacional de Proteção de Dados), caso algo fuja do esperado.
Sua empresa precisará também de auditores para fazerem uma varredura e identificar o que deve ser modificado para o cumprimento da LGPD. O que garante a tranquilidade da empresa para atender de forma plena à nova lei.
Analise com muita atenção a política de privacidade da sua empresa. Dessa forma, você irá identificar se existe algo que precisa ser adaptado. Se necessário redija novamente as suas políticas, de acordo com o que é exigido pela LGPD.
Revise todos os documentos para terceiros e contratos. Eles deverão seguir todas as definições da lei para com seu cliente, como as normas de confidencialidade, liberdade e transparência.
As cláusulas contratuais devem expor, de maneira nítida, esse tipo de informação, para que o seu cliente tenha a certeza de que os dados pessoais dele estarão seguros.
Enfim, use tecnologias adequadas para a segurança dos dados de sua empresa. Sem as ferramentas e os recursos certos, pode ser difícil identificar ameaças ou conseguir cumprir com os regulamentos.
Dessa forma, para reduzir os riscos de cibersegurança em diferentes ambientes, é necessário uma solução de extrema qualidade. Segundo o relatório da Forrester, a IBM é líder em segurança de dados.
Obtenha visibilidade, automação e escalabilidade com uma proteção de dados mais inteligente com o IBM Security Guardium.
Com ele você irá proteger os dados sensíveis usando descoberta automatizada, classificação, monitoramento e análise cognitiva
Proteja os dados sensíveis usando descoberta automatizada, classificação, monitoramento e análise cognitiva
Descubra e classifique os dados sensíveis não estruturados e, em seguida, monitore o acesso continuamente, protegendo-o em toda a empresa
Varre o ambiente de dados para detectar vulnerabilidades e sugerir ações reparatórias
Centralize, simplifique e automatize o gerenciamento de chave de criptografia
Descubra, analise e visualize os riscos de negócios relacionados a dados
Melhore a visibilidade e a proteção, compreenda o risco e identifique ameaças ocultas por meio da centralização de dados de auditoria e da segurança de dados
Prefere escutar o conteúdo? Dê play!
Uma das principais preocupações das empresas está em como se adequar à LGPD ao realizar o armazenamento e organização de dados sensíveis. No entanto, muito mais do que uma coleta apropriada, falamos da gestão fim-a-fim desse ativo digital: a governança de dados.
Atualmente os dados passaram a ser ativos que movem o mundo dos negócios, eles são os principais protagonistas de estratégias bem-sucedidas de mercado. Entretanto, segundo o Harvard Business Review, apenas 3% das empresas possuem uma metodologia de governança de dados de qualidade.
Uma vez que o recolhimento dos dados se estende por todos os ambientes digitais, é necessário que sua coleta seja realizada de forma assertiva e em conformidade com a lei.
Quer aprender mais sobre como a governança de dados pode auxiliar a sua empresa a estar em adequação com a LGPD?
Continue a leitura conosco!
A governança de dados é uma metodologia que inclui boas práticas para que sua empresa lide mais adequadamente com o volume de informações geradas e armazenadas. Trata-se de um movimento amplo, que compreende sistemas, processos e pessoas nos âmbitos de planejamento, monitoramento e execução da gestão de dados.
Logo, a governança de dados estabelece métodos de coleta, armazenamento e segurança dos dados nas empresas. Criando padronizações que visam, mas não se limitam, a redução de custos operacionais, ganhos de produtividade, adequações a normativas, antecipação de demandas e ganhos de insights competitivos. Para empresas que buscam maior relevância e competitividade em seus setores, uma boa governança de dados é fundamental. Afinal, falamos de um avanço considerável no amadurecimento estratégico digital do negócio.
Com isso, listamos alguns dos seus principais benefícios. Veja:
Sancionada em 2018 e em vigor desde setembro de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), define várias regras para o tratamento de dados sensíveis pelas empresas. Estimulada pela General Data Protection Regulation (GDPR), nova lei da União Europeia sobre a proteção de dados, a LGPD atrela às empresas uma responsabilidade acerca do armazenamento e uso de informações pessoais.
Logo, uma boa governança de dados anda de mãos dadas com as obrigações impostas pela LGPD. Entretanto, desde antes da nova lei, a governança de dados busca em sua premissa estratégias para a organização da coleta e armazenamento de dados sensíveis.
Como mencionado anteriormente, a metodologia contribui para a categorização e tratamento dos dados, além de também auxiliar nas questões de segurança e garantias de integridade.
Aplicar uma gestão de governança de dados é o melhor caminho para que o seu negócio esteja em conformidade em relação à LGPD. Nesse contexto, a adoção de soluções robustas e mais aderentes à arquitetura e governança de dados colabora para uma gestão mais avançada e adaptável.
Confira, a seguir, como as soluções da IBM podem ajudar a sua empresa na jornada da governança de dados e apoiar na conformidade com a LGPD.
Agora que você compreendeu o que é a governança de dados e quais seus benefícios para que a sua empresa esteja de acordo com as obrigações da LGPD, apresentaremos soluções de armazenamento que viabilizam uma infraestrutura mais aderente e responsiva em relação aos temas abordados anteriormente.
O IBM Spectrum Storage Suite possui uma família completa de produtos que auxiliam as empresas com o armazenamento, gerenciamento e proteção de dados e metadados. Incluindo o uso de inteligência artificial (AI) para ganhos de performance, antecipação de eventos e categorização e classificação de dados.
Através dessas soluções, é possível atender de forma eficiente as demandas da governança de dados nos contextos de armazenamento, proteção e visibilidade dos dados!
Conheça o IBM Spectrum Storage Suite
Por meio do IBM Spectrum Storage Suite você aprimora o gerenciamento, proteção e armazenamento dos dados coletados pela sua empresa. Além disso, os produtos oferecem um conjunto de armazenamento definidos por softwares (SDS), o que torna sua implementação ágil e econômica.
Entre as principais vantagens de adotar o sistema da IBM Spectrum Storage Suite, estão:
Além disso, como a precificação dos produtos está diretamente ligada às suas capacidades de armazenamento, e não com o seu tipo ou modo de uso, isso torna essas soluções acessíveis para empresas de diferentes portes.
Quer melhorar a maneira como a sua empresa gerencia, protege e armazena os dados coletados e ainda estar em conformidade com a LGDP?
Para isso, você pode contar com o auxílio e toda expertise da Teletex, especialista nas soluções da IBM e parceira ideal para aplicação do IBM Spectrum Storage Suite.
Quer saber mais sobre como podemos ajudar sua empresa?
Entre em contato com um especialista da Teletex agora mesmo!
A segurança de dados nunca esteve tão em pauta como atualmente. Empresas de todos os portes e em todos os segmentos de atuação se preocupam com a integridade, a disponibilidade e a confiabilidade de suas informações.
Pare e pense, na sua empresa, a segurança de dados é um assunto discutido? Se a resposta for “não” os seus dados estão em risco!
Quando falamos em segurança de dados, estamos discutindo sobre a proteção contra ameaças que sejam acidentais ou intencionais. Elas podem ser de modificação não autorizada, roubo ou destruição. Com essa proteção, serão preservadas as sua informações e dados de ataques cibernéticos.
Agora, com a implementação da LGPD, investir em segurança de dados é mais do que uma escolha, e sim uma obrigação!
A Lei Geral de Proteção de Dados determina qual o processo correto para qualquer operação realizada com dados. Além disso, a lei também determina as devidas penalizações em caso de vazamento ou má utilização das informações. Isso garante que o cliente tenha um maior respaldo jurídico e uma melhor experiência de consumo.
Vale apontar que a lei não é válida apenas para empresas do segmento de análise de dados; se seu negócio lida com informações pessoais, é importante se adequar.
Para evitar punições pelo descumprimento da LGPD, sua empresa necessita de uma política de cibersegurança e proteção e privacidade de dados, mas é preciso lembrar que esse é apenas um passo inicial, é fundamental garantir que essa política seja seguida de forma efetiva.
Esse documento servirá como um guia sobre como lidar com cibersegurança e com dados pessoais, e dessa forma fazer parte do cotidiano da equipe.
Analise e garanta que todas as diretrizes da política estejam de acordo com as diretrizes da LGPD. Desse modo, caso sua empresa exija dados pessoais dos usuários fora do meio digital, o tratamento deles também deve estar determinado na política de cibersegurança. Aproveite a oportunidade para reavaliar se esses dados realmente são necessários para a continuidade dos processos com o cliente e deixe de solicitar aqueles que não.
É importante ressaltar que dentro da LGPD o dado pessoal, ou seja, tudo aquilo que permite a identificação de um indivíduo, direta ou indiretamente, é categorizado de algumas formas como dado sensível e dado anonimizado.
Pense como os cibercriminosos! Imagine como eles podem ter acessos aos seus dados. Antecipar suas ações possibilita a criação de um escudo para proteger de forma efetiva os seus dados.
A boa notícia é que você não precisa criar essa defesa sozinho, o IBM Security Guardium® facilita a adoção de uma abordagem mais ampla e inteligente, que irá proteger os dados críticos onde quer que estejam. Com essa plataforma é possível:
Você pode ouvir este conteúdo! Dê play:
A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) foi criada para regularizar o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, por pessoa natural ou por pessoa jurídica, de direito público ou privado, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade.
Para ser mais efusivo, a LGPD veio para ressignificar a forma como as informações pessoais são tratadas. Antes da lei, as empresas solicitavam vários dados dos clientes no momento do seu cadastro. Muitas vezes os dados coletados não possuíam relação alguma com o serviço ou produto que seria ofertado.
Atualmente, a LGPD determina qual o processo correto para a coleta e utilização dos dados de consumidores. Além disso, a lei também determina as devidas penalizações em caso de vazamento ou má utilização das informações. Essa mudança garante ao cliente um maior respaldo jurídico e uma melhor experiência de consumo.
O primeiro passo para se adequar à nova lei é avaliar os processos atuais da empresa para descobrir o que foge da LGPD. Após essa análise tome providências para as devidas correções necessárias. Após a realização da avaliação é preciso seguir para outras etapas do processo:
Sua empresa precisa organizar e categorizar todos os dados pessoais que possui, como: nomes, endereços, e-mails, idades, estado civil, situação patrimonial, entre outros.
A Lei de Proteção de Dados serve para os ambientes online e offline. Lembre que os dados sensíveis como a posição política, opção religiosa e vida sexual, receberão tratamento mais rigoroso.
Neste ponto, uma assessoria jurídica será útil para orientar e proteger a sua empresa nesta fase inicial.
Nessa fase, os softwares de cibersegurança são imprescindíveis, já que esta atividade manual fica fora de cogitação, tendo em vista a quantidade de dados que se transitem em uma empresa.
Além disso, esses sistemas geralmente são integrados, com relatórios periódicos que ajudam nas auditorias impostas pela lei.
Podemos citar, por exemplo, o IBM Security Guardium Vulnerability Assessment que realiza uma varredura de infraestruturas de dados (bancos de dados, data warehouses e ambientes de big data) para detectar vulnerabilidades e sugerir ações de correção. Essa solução identifica exposições como ausência de correções, senhas fracas, mudanças desautorizadas e privilégios mal configurados. São oferecidos relatórios completos, além de sugestões para resolver todas as vulnerabilidades.
O Guardium Vulnerability Assessment detecta vulnerabilidades comportamentais como o compartilhamento de conta, excesso de logins administrativos e atividade incomum após o horário de trabalho. Ele identifica ameaças e falhas de segurança em bancos de dados que poderiam ser explorados por hackers.
Precisamos lembrar que não é só de ciberataque que vivem os supostos prejuízos com a LGPD, mas também das falhas humanas. E quando se fala em prejuízos, quando alguma informação é perdida, vazada ou invadida, além de afetar a reputação da marca, existem multas altas.
As empresas que não atenderem às novas exigências da regulamentação brasileira estarão sujeitas a pagar uma multa simples ou diária equivalente a 2% do seu faturamento, com teto de R$ 50 milhões por violação.
Uma política organizacional, voltada à proteção de dados, ajuda os colaboradores a tomarem medidas simples em seu dia a dia para que se tornem menos vulneráveis a cibercriminosos, como a verificação da origem de arquivos, destinatário de e-mails, entre outras.
Um programa de governança de dados é indispensável para prevenir vazamentos. Ele categoriza e classifica os dados, armazenando e designando eles a quem poderá acessar. Além disso, aponta os responsáveis por monitorar todo esse processo.
Os novos aspectos da regulamentação brasileira especificam que o controlador deve indicar um encarregado pelo tratamento de dados pessoais.
Esse agente será conhecido como DPO, que na prática significa o profissional responsável por cuidar dos dados e prestar esclarecimentos. Além de prevenir os riscos, ele que se comunicará com os órgãos responsáveis caso aconteça algum imprevisto.
Os dados sensíveis da sua empresa não estão protegidos adequadamente? Existem soluções que foram criadas para proteção de dados da sua empresa. Ao utilizar essas soluções para uma proteção de dados mais inteligente, você conseguirá visibilidade, mais controle, automação e escalabilidade.
Além disso, algumas soluções permitem que você identifique e trate todos os dados sensíveis da sua empresa. Dessa forma, é mais provável perceber e impedir possíveis ataques.
Não tenha medo de utilizar ferramentas de gestão e proteção para adequar seus processos. A Lei Geral de Proteção de Dados é indispensável para a segurança das empresas e dos seus clientes. No entanto, para o seu funcionamento é preciso que tenha nítido o propósito da coleta de dados, saiba como fazer e, sobretudo, se adequar as soluções que permitam uma verdadeira proteção de dados.
Leia também
Para ouvir este post post, clique no play abaixo!
Quanto mais dados são consumidos dentro do dia a dia das empresas, seja criando, como armazenamento ou processando-os, mais se exige de sua própria infraestrutura de TI. Esse é um dos principais dilemas das empresas atuais, que se veem em busca de soluções modernas capazes de ajudá-las nesses três pilares do trato com dados. É aí que surge a hiperconvergência.
Uma pesquisa com empresas americanas descobriu que, em 2019, cerca de 84% delas moveu suas cargas de trabalho para a nuvem. O movimento foi cirúrgico e com um motivo bem simples: redução de custos.
Acontece que, quanto maior a necessidade de expansão da sua infraestrutura de TI — seja para armazenamento, processamento e virtualização de dados — mais cara a “brincadeira” fica.
E provavelmente essa seja uma realidade na sua empresa, leitor(a).
Você provavelmente está adiantado no processo de Transformação Digital, investindo em novas tecnologias para seu negócio. Elas funcionam, o que é ótimo! Porém, o ecossistema todo precisa contribuir.
Isso quer dizer que uma infraestrutura de TI tradicional, como no seu caso, deve também ser atualizada. Afinal, é preciso justamente gerar equilíbrio entre o armazenamento, processamento e virtualização.
Porém, isso custa caro. A compra de hardware, como é popular, é custosa. Além disso, a descentralização desses três pilares da sua infraestrutura pode gerar ruídos na gestão tecnológica.
A boa notícia aqui é a existência de uma tecnologia chamada de hiperconvergência, específica para resolver esses problemas e otimizar a infraestrutura de TI das empresas.
Quer conhecer mais sobre ela? Continue a leitura!
A hiperconvergência é um tipo de infraestrutura de TI capaz de combinar armazenamento, processamento e virtualização (computação e rede) em um só sistema. Sua abordagem de construção é conhecida por ser “em blocos”. Assim, a empresa adiciona recursos (nós ou clusters) no sistema conforme a demanda.
Lembra que comentamos do quão “travado” pode ser o processo de atualização de um data center convencional? Esse é um dos problemas que a empresa não tem ao apostar na tecnologia da hiperconvergência.
Dessa forma, uma infraestrutura hiperconvergente oferece a possibilidade de uma gestão integrada e facilitada do banco de dados. Ou seja, além de transparente, é uma alternativa válida pois está alinhada com as necessidades de escalabilidade atuais.
Além disso, é importante mencionar que as infraestruturas hiperconvergentes podem seguir o modelo “software-only”. Ou seja, inteiramente baseadas em software (em seu armazenamento, processamento e virtualização) com um programa de gestão para controle total — operacional incluso.
Além disso, há ofertas HW+SW ou appliance. Não conhece? São aquelas que misturam hardware (HW) com software (SW). Ou seja, um dispositivo (hardware) dedicado, com um software próprio integrado.
Mas afinal, o que de bom pode-se destacar de uma arquitetura hiperconvergente? Se comparada com a convergente, ganha tanto assim? Bom, aqui nós explicamos. Veja só:
De forma bem objetiva, a hiperconvergência permite a implementação de incontáveis cargas de trabalho em uma única pool de recursos compartilhados. Dessa forma, mesmo assim, não se vê grandes impactos em seu desempenho.
A tecnologia permite que dispositivos de armazenamento (como SSD/NVMe de qualquer marca) seja equipado, potencializando sua capacidade e ainda mesclando soluções ágeis ao sistema. Por se tratar de um ambiente completo, ele próprio se encarrega de atribuições próprias de processamento e armazenamento.
Um ganho interessantíssimo em eficiência através da automatização, tirando “o peso dos ombros” da sua equipe de TI, que pode focar tranquilamente nas demandas do negócio.
Com o sistema de blocos, você desenvolve uma infraestrutura adequada para as necessidades atuais do seu negócio. Assim, gasta apenas com aquilo que realmente precisa, otimizando seus gastos com armazenamento.
Ainda assim, a flexibilidade de uma arquitetura escalável se encontra aqui: com a adição de novos blocos, você pode escalar o sistema, proporcionando o crescimento necessário.
Com tudo isso, destaca-se por último a alta capacidade de dimensionamento do sistema hiperconvergente.
Além da gestão completa da infraestrutura ser integrada, geralmente possibilitada através de um único aplicativo, é ainda possível dimensionar sua capacidade conforme necessário, apenas adicionando mais blocos quando for necessário.
No entanto, antes de tomar qualquer decisão, é preciso compreender a fundo o que você dispõe quando investe na hiperconvergência. Isto é, para algumas empresas, ela pode não ser a solução mais adequada.
Quando falamos, logo acima, sobre a liberdade de interferir no dimensionamento do sistemas, também devemos considerar algumas limitações. Em outras palavras, quando você precisa de mais armazenamento, os blocos que adicionar também vão aumentar a capacidade de outros recursos, como processamento.
Eles estão ligados justamente na sua base, para que funcionem juntos como um verdadeiro ecossistema. A boa notícia é que algumas empresas de plataformas hiperconvergente já estão criando blocos específicos, o que permite uma maior personalização do sistema.
É claro que, antes de embarcar na jornada da hiperconvergência, é preciso de grande expertise por trás. Trata-se de um grande e importante passo — e estar corretamente assessorado é essencial.
Afinal, a hiperconvergência trata-se principalmente de criar um projeto de infraestrutura customizado de acordo com as necessidades do seu negócio.
E esse aspecto “tailormade”, sob medida, deve ser realizado com know-how de especialistas.
E é justamente aqui que a Teletex entra!
Há mais de 30 anos no mercado, a Teletex se destaca no desenvolvimento de projetos personalizados, integrando soluções e serviços de tecnologia inovadores. Aliado a esse potencial operacional, seu braço estratégico é sustentado por uma base de colaboradores qualificados — além de parcerias com os principais players do mercado.
Que tal deixar a Teletex, em conjunto com sua empresa, esteja à frente dessa transformação, implementando a tecnologia de hiperconvergência?