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A cibersegurança é cada vez mais discutida dentro das empresas, uma vez que o aumento do uso da tecnologia e do trabalho remoto propiciou o surgimento de lacunas para novos e complexos riscos de fraudes. Quando se fala em cibersegurança no meio corporativo, é triste constatar que muitas empresas esperam pelo ataque para que possam realizar uma ação, nessa altura já de forma emergencial. Essa não é uma boa estratégia, visto que não é uma solução efetiva, não corrige as vulnerabilidades existentes e aumenta as chances de ataques mais graves. Uma organização enfrenta, em média, 106 ataques cibernéticos por ano, a cada três ataques, um consegue transpor as barreiras de proteção, violando a segurança dos dados das empresas.
Muitas vezes, as estratégias de cibersegurança colocadas em prática não conseguem proteger de fato as informações das empresas, levando a perda de dados e de valores significativos.
No atual cenário é impossível não pensar em uma maneira de proteger a sua empresa de ataques cibernéticos. É preciso investir em soluções que funcionem de forma preventiva e retrospectiva, assim é possível investigar e identificar as ações nas máquinas da empresa até chegar à máquina zero, ou seja, a primeira a ser infectada.
A solução Cisco Secure Endpoint é ideal para esse tipo de investigação, pois integra prevenção, detecção, caça a ameaças e recursos de resposta em uma única solução, aproveitando o poder da análise baseada em nuvem. O Secure Endpoint protegerá seus dispositivos Windows, Mac, Linux, Android e iOS por meio de uma implantação de nuvem pública ou privada.
As ameaças cibernéticas estão se tornando cada vez mais difíceis de detectar e, foi pensando nos ataques que mais passam despercebidos, que o Secure Endpoint foi criado. Ele funciona de forma preventiva e retrospectiva, evita violações, bloqueia malware no ponto de entrada e monitora e analisa continuamente a atividade de arquivos e processos para detectar, conter e corrigir rapidamente ameaças que podem escapar das defesas da linha de frente. Além de empregar tecnologia patenteada que descobre automaticamente ameaças avançadas que entraram em seu ambiente.
Alimentado por monitoramento contínuo, ele correlaciona novas informações de ameaças com seu histórico anterior e coloca os arquivos em quarentena automaticamente no momento em que eles começam a exibir comportamento malicioso. Essa resposta automatizada às ameaças mais recentes fornece um tempo mais rápido de detecção e reduz bastante a proliferação do malware.
Em síntese, o Secure Endpoint é uma experiência de plataforma nativa da nuvem e integrada, conectada ao portfólio do Cisco Secure e à sua infraestrutura. É integrado e aberto para oferecer simplicidade, unificado em um local para gerar visibilidade e maximizar a eficiência operacional com fluxos de trabalho automatizados. Com isso é possível reduzir radicalmente o tempo de permanência da ameaça e as tarefas realizadas por pessoas para se manter em conformidade e contra-atacar.
Com todas essas informações, agora você já está por dentro da importância de uma investigação preventiva e retrospectiva. E, claro, como a sua empresa pode ficar segura se você adotar uma solução adequada para o seu negócio.
A Teletex está pronta para ajudar na melhoraria da segurança dos dados do seu negócio. Com a certificação Cisco Gold Partner, os serviços de segurança da sua empresa terão a garantia de um dos grandes players do mercado de tecnologia, por isso entre em contato com nossa equipe!
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Autenticação de acessos: você sabe a importância desse procedimento para a proteção dos dados da sua empresa?
Graças à democratização do acesso à internet, as nossas ações estão cada vez mais digitais e isso inclui a forma de trabalhar. Hoje, não existe um local definido para realizarmos nossas atividades profissionais. Podemos nos conectar a partir de qualquer lugar e de qualquer dispositivo. Dessa maneira, o grande desafio é como manter a cibersegurança.
A segurança da informação tornou-se um tema essencial para empresas de todos os setores. Lacunas na proteção podem ser aproveitadas por hackers para obter acesso a dados confidenciais da sua empresa e dos seus clientes.
Uma das preocupações que surgem é sobre o controle de acesso à rede. Soluções que aumentam a segurança no momento de acesso podem diminuir as chances de ataques cibernéticos e reduzir o risco ao qual sua empresa está exposta. Um modelo de segurança efetivo estabelece confiança em usuários e dispositivos por meio de autenticação e monitoramento contínuo de cada tentativa de acesso, com políticas de segurança personalizadas que protegem todos os aplicativos.
O controle de acesso à rede é uma solução que ajuda a aumentar a cibersegurança, limitando a disponibilidade de recursos e dados que os usuários podem ter acesso. Nessa solução é executado o princípio do menor privilégio, que diz que um usuário só deve ter acesso ao que for estritamente necessário para realização do trabalho.
Uma solução de controle de acesso à rede convencional realiza funções como autenticação de acessos e autorização para usuários em potencial, confirmando as informações de login.
Os dados que podem ser acessados por usuários individuais são restringidos, esse tipo de solução também pode regular e restringir o que os usuários individuais podem fazer depois de se conectarem.
As senhas não são suficientes para proteger os seus dados, quando roubadas são uma porta aberta para cibercriminosos.
Senhas fracas ou inseguras são utilizadas em 81% dos ciberataques. Nas empresas, os funcionários costumam usar senhas mais simples e fracas e isso aumenta o risco de invasões. De acordo com um estudo da Microsoft Research, o usuário médio tem 6,5 senhas e cada uma delas é compartilhada entre 3,9 sites diferentes. Cada usuário tem cerca de 25 contas que exigem senhas e digita uma média de 8 senhas por dia.
A instrução e treinamento de funcionários pode ajudar a diminuir os números de ataques, mas são necessárias outras ações como uma autenticação de acessos que exija uma prova adicional da identidade do usuário. Dessa maneira, os criminosos cibernéticos não são capazes de usarem credenciais roubadas para acessarem ou roubarem seus dados.
Parta sempre do princípio do Zero trust , ninguém está fora de suspeita. O Zero trust requer que as empresas tenham visibilidade dos usuários e de seus dispositivos à medida que acessam os aplicativos. Aplique o mesmo raciocínio baseado em confiança a cada ponto de acesso, esse procedimento tornará mais difícil o acesso de invasores. Segmente recursos, use fatores de autenticação fortes, adicione criptografia e marque dispositivos conhecidos e confiáveis. Não existe uma solução mágica para a segurança dos dados, porém essas práticas serão capazes de dificultar a vida de quem deseja acessá-los indevidamente.
Pensando nesses desafios, a Cisco criou a solução Duo Security, com ela é possível realizar uma autenticação multifatorial adaptável (MFA), o que reduz proativamente o risco de violação de dados. As identidades dos usuários são verificadas e você tem visibilidade sobre todos os dispositivos e pode aplicar políticas flexíveis para proteger o acesso a todas as aplicações.
Essa solução permite que seus usuários acessem seus sites locais, aplicativos da web e servidores SSH sem se preocupar com o gerenciamento de credenciais VPN, ao mesmo tempo que adiciona segurança de login com o Duo Prompt.
Em síntese, o Duo fornece uma autenticação forte do usuário e a verificação e visibilidade da segurança do dispositivo. Esta solução oferece uma capacidade de impor uma política de acesso consistente de usuário e dispositivo para acesso VPN, reduzindo assim o risco de violações de dados.
A Teletex, que possui a certificação Cisco Gold Partner, oferece a solução perfeita para proteger o seu negócio, entre em contato com nossa equipe!
A era digital que vivenciamos fez com que houvesse uma aceleração da transformação digital entre as instituições financeiras em geral. Afinal, agilidade e simplicidade são as palavras do momento. (mais…)
Com a chegada da 4ª revolução industrial, tudo está se transformando, especialmente a forma de consumir. O novo consumidor não deseja apenas uma solução para a sua dor, ele almeja uma marca que case com seus conceitos e proporcione experiências que criem um relacionamento entre ele e a empresa.
E, isso não é diferente para as instituições financeiras. Foi se os tempos em que os clientes só queriam um lugar para guardar seu dinheiro e pedir empréstimos. Eles querem empresas disruptivas, que resolvam seus problemas e ainda tragam a melhor e mais facilitada experiência.
Para entender melhor sobre como a experiência do cliente virou pauta de todas as instituições financeiras, te convido a acompanhar esse material. Compreenda também como isso vai ser a chave para ações concretas para o resultado das empresas.
Boa leitura!
Na sua opinião, o que realmente é uma boa experiência do cliente? Um bom atendimento? Um ótimo produto/serviço ofertado? Ou será um canal humano e empático para atender as mais diversas solicitações?
A verdade que é tudo isso e muito mais! Sim, o seu cliente vai se preocupar com o atendimento prestado na venda e no pós-venda. Ele vai ficar satisfeito com o produto e serviço que o bem atendeu. Mas, principalmente no momento de dificuldade ou problema, o bom atendimento prestado é essencial.
Logo, a experiência do cliente é um conjunto de fatores que vai muito além da prestação de um serviço ou venda de algo que seu cliente necessita. Ela engloba todo um ecossistema que precisa estar sempre bem estruturado.
E, por ecossistema, também falamos do tipo de plataforma que será utilizado para atender o cliente. Os consumidores do século XXI querem facilidade, transparência, mobilidade e, principalmente, o mínimo de burocracia.
Logo, as plataformas precisam ser pensadas para serem 100% voltadas para a experiência do usuário – conforme os conceitos de UX Design. Ela precisa ser fácil de ser utilizada, intuitiva e adaptativa para qualquer dispositivo que vá ser utilizado.
Toda essa jornada também deve ser pensada para a experiência de um cliente em instituição financeira!
Bom, se estamos falando que os usuários anseiam pela tecnologia e mais facilidade para o dia a dia, será que os dois modelos de instituição financeira conseguem entregar o mesmo customer experience? Confira:
A maioria dos bancos e instituições tradicionais demoraram muito tempo para compreender a urgência das transformações digitais e aderência de seus consumidores.
Isso fez com que grandes problemas fossem criados:
Todos esses pontos associados ao baixo investimento na especialização do atendimento e da baixa oferta de serviços disruptivos, faz com que muitos clientes tenham uma péssima experiência relacionada as instituições tradicionais.
Claro que, apesar dessas falhas, o modelo tradicional ainda tem muito espaço com os clientes. Eles passam mais segurança e confiabilidade sobre a gestão do dinheiro. Além de também possuir uma gama de serviços muito maior – como empréstimos e investimentos.
As fintechs – termo utilizado para os bancos e instituições digitais – nasceram entendendo essas urgências dos consumidores. Como:
Logo, são esses pontos que a maioria dessas instituições oferecem para os seus clientes. E, que cada vez mais, vem ganhando ferrenhos defensores e aumentando seu número de usuários.
Mas, apesar de todos esses benefícios, nem tudo é cor-de-rosa para essas empresas!
Elas ainda esbarram com muitas dificuldades, como:
Trazer investimentos para a área de Customer experience da sua instituição financeira pode proporcionar diversos benefícios, como:
Acredito que você já ouviu esse ditado: “Um consumidor satisfeito, traz mais clientes para o seu produto/serviço”. Logo, esse mesmo cliente pode começar a promover sua marca e atrair mais negócios para a sua empresa!
Quando uma empresa investe no Customer experience e obtém resultados positivos, o cliente com certeza irá ser o maior defensor da sua marca.
Mesmo em caso de notícias não tão positivas, ou outros problemas, ele vai ser o seu melhor advogado nas redes sociais!
A insatisfação com a empresa pode ser um dos principais motivos que leva um consumidor a ser um detrator da marca.
A taxa de churn é uma métrica que indica o número de clientes que cancelaram seus negócios com a empresa em um determinado período. Mas, se sua jornada é toda planejada e focada em boas experiências, a taxa de churn pode cair consideravelmente!
Todos esses quesitos levam a um ponto fundamental: o banco do futuro! Esse conceito se refere a inteligência integrada de processos, profundo conhecimento do seu consumidor, experiência renovada de atendimento e resolução de problemas por parte das instituições financeiras.
Bom, agora que entendemos a importância da experiência do cliente, é fundamental compreender como isso pode ser colocado em prática. Veja:
Essa é uma técnica muito utilizada para buscar novos insights, soluções de problemas e ideias inovadoras. Utilizar o Design Thinking para mapear os problemas da sua empresa e encontrar soluções, é um grande passo no customer experience!
Nessa tática as pessoas são colocadas no centro do desenvolvimento do produto/solução no intuito de identificar melhor quais são as possíveis barreiras do atendimento e como propor alternativas para vencê-las.
Cada vez mais os consumidores querem personalização e foco na sua necessidade – e não mais uma oferta de múltiplos serviços que não precisam.
Logo, a plataforma e os serviços da instituição financeira devem sempre permitirem a personalização para que um relacionamento seja construído entre cliente e marca!
Segundo pesquisas, os celulares já representam 74% das transações bancárias que foram feitas por canais digitais. Logo, é fundamental priorizar para que a aplicação da plataforma/serviços rode de forma excelente no modelo mobile!
Esses são os pontos que mais afastam pessoas dos serviços tradicionais. Logo, é essencial desburocratizar processos e ser sempre transparente quanto as movimentações das operações financeiras.
Focar na experiência do cliente é o melhor e mais rentável investimento que a sua empresa vai fazer – a curto, médio e longo prazo! E, contar com o parceiro certo, é a melhor alternativa para fazer isso acontecer!
A Teletex é especialista em prestação de serviços que abordem a boa experiência do cliente nas mais variadas áreas. Quer saber mais?
Conheça agora mesmo os nossos serviços e entre em contato com um de nossos especialistas!
Venha proporcionar experiências marcantes conosco!
Atendimento Inteligente, o que pensar sobre este conceito?
Nossa geração está tão ligada à tecnologia que às vezes esquece que é o ser humano que está por trás de toda inovação. São os seres humanos que recebem os anúncios e conteúdos que compartilhamos.
Quando paramos para pensar sobre o assunto, o conceito de Human Experience vem à tona e ganha força. Visto que a intenção por trás desse conceito é aproximar marcas e consumidores a partir da essência humana que muitas vezes é perdida no mundo digital. Com essa prática, mais consumidores serão atraídos e poderão se tornar em leads e até mesmo defensores da marca.
Uma coisa é nítida, mesmo com as mudanças das dinâmicas de consumo, o atendimento ao cliente permanece constante. O poder de decisão está nas mãos do cliente e para criar uma fidelização é preciso oferecer uma experiência positiva, focada no cliente, entregando valor nos serviços e produtos superando as suas expectativas.
O cliente é a estrela principal nas estratégias das empresas, que abandonam o hábito de tratarem as pessoas apenas como usuários ou consumidores, e passam a tratá-las como seres humanos, respeitando suas emoções e sentimentos para além do consumo.
É quase impossível pensar em uma aproximação com o cliente sem pensar no papel central ocupado pelos smartphones. Graças à democratização do acesso à internet, o uso de smartphones se tornou comum ao ponto deles parecerem acoplados ao nosso corpo.
Segundo o Relatório de mobilidade Ericsson, no ano passado (2020) mais de 70% da população global possuia um smartphone. Muitas atividades são realizadas pelo celular sem precisar sair de casa, oferecendo o máximo de conforto sem descuidar da segurança. Dessa forma, as pessoas ficaram dependentes dos seus aparelhos.

A explosão digital que estamos vivendo dá novas alternativas de consumo e novas experiências aos indivíduos todos os dias. Esse é o resultado desse processo:

Como as pessoas ficam com os celulares próximos a maior parte do tempo, é mais fácil que elas vejam suas mensagens e notificações. Além de poderem se comunicar de forma mais rápida com a sua empresa caso tenha alguma dúvida, sugestão ou reclamação. Para atender essa demanda, o mercado de Assistentes Virtuais cresceu muito.
Um levantamento realizado pelo Mobile Time para o Mapa do Ecossistema brasileiro de assistentes virtuais 2020, aponta que houve um aumento de 26% na quantidade de desenvolvedores de Assistentes Virtuais que atuam no Brasil.
Neste período houve um aumento de 25% do volume de mensagens geradas em conversas por meio de assistentes virtuais no país, passando de 800 milhões para cerca de 1 bilhão.
Segundo o Mapa do Ecossistema Brasileiro de Assistentes Virtuais, em 2019 foram 60 mil o número de novos Assistentes Virtuais que entraram no mercado, entretanto, em 2020 o número foi para 101 mil. A previsão é que até 2025, 44% da receita de software para assistentes virtuais virá do atendimento ao consumidor.
As assistentes virtuais produzidas, em sua maioria, têm como finalidade o atendimento inteligente a clientes por meio de robôs de conversão (95%) e robôs de vendas (76%).
O mercado de contact center cresceu 5,6% com faturamento de R$54,14 bilhões em 2020, segundo levantamento realizado pela consultoria E-Consulting. O índice confirma a ascensão do segmento, que arrecadou R$51,26 bilhões no ano anterior. Já a área de autosserviço e transações digitais registrou avanço histórico de 78,5%.
Com todas essas mudanças, as empresas precisam se reinventar e optar pelo melhor modelo de negócio. Uma das melhores escolhas é a Hiperautomação.
A Hiperautomação lida com a aplicação de tecnologias avançadas, o que inclui artificial intelligence (IA) e machine learning (ML). O RPA e o IBPMS são os principais componentes desta tecnologia.
Para quem não está familiarizado com as siglas, podemos dizer que RPA, a automação robótica de processos, é uma maneira útil de conectar sistemas legados que não têm APIs com sistemas mais modernos. Ele moverá dados estruturados do sistema A para o sistema B, de uma forma melhor do que faria os seres humanos e abordará os desafios de integração com sistemas legados. Já o IBPMS (intelligent Business Process Management Suites) expande o conceito de BPMS pela adição de funcionalidades para prover suporte a IBO (Intelligent Business Operations), tais como análise de negócio em tempo real, processamento de eventos complexos (CEP – Complex Event Processing), mídia social, colaboração e tecnologias para mobilidade.
Para chegar à Hiperautomação sua empresa passará por três fases:
As regras de negócios, processos, captura de documentos não estruturados, robôs de processos, os conteúdos e fluxos de trabalho são digitalizados para aumentar a eficiência operacional.
Os dados das operações são usados para aprendizado de máquina e IA para reduzir a quantidade de trabalho que as pessoas precisam realizar.
Profissionais Digitais são implantados para colaborar com seres humanos sempre que um nível maior de produtividade pode ser alcançado.
Use uma força de trabalho digital RPA para automatizar tarefas repetitivas sem intervenção humana.
O Remote Desktop Automation (RDA) permite que a força de trabalho humana aumente usando bots para realizar tarefas repetitivas sob demanda.
Combine os comandos de chat e RPA para criar chatbots através de vários canais que podem fornecer interações envolventes com o cliente.
Processe documentos extraindo dados estruturados de conteúdo não estruturado.
Obtenha insights em operações de negócios.
A Inteligência Artificial proporciona agilidade e qualidade para os processos da sua empresa. Cloud computing, análise de dados, algoritmos, são apenas uns dos fatores que facilitam as operações e melhoram sensivelmente os resultados dos negócios.
O volume de dados analisados em segundos ou minutos por um sistema com IA é enorme e por isso, apresenta uma maior precisão e previsibilidade. Esse processo seria quase impossível de ser feito manualmente.
Ao fazer o cruzamento certo dos dados, a inteligência artificial consegue extrair o maior número possível de informações úteis. Isso pode ser exibido em relatórios muito mais precisos.
Sem sombra de dúvidas a automação de processos mais mecânicos melhora a qualidade do ambiente de trabalho, além de diminuir o tempo gasto pelos colaboradores e os custos financeiros. Em até 60% de todos os cargos do mundo, até 30% pode ser automatizado, aumentando consideravelmente a produtividade.
Ao simular as redes neurais humanas, a IA deve, sobretudo, desenvolver soluções criativas para problemas específicos. Espera-se que, com a inteligência artificial, as máquinas possam efetuar o mesmo.
Além disso, podemos citar a redução de custos em todos os processos, rapidez nas entregas, escalabilidade e uma maior facilidade de uso.
No que se refere a soluções com Inteligência Artificial, a Teletex inovou com a TIA (Teletex Inteligência Artificial), uma solução integrada e automatizada de atendimento inteligente para estruturar e registrar ocorrências e solicitações, organizando e controlando ações até seu fechamento. Essa solução integra:
Entre outras tecnologias para resolverem os problemas dos usuários.

Essa solução irá criar um ambiente mais natural que a interface visual e-commerce. Lembre-se que para se manter bem sucedido no atual mercado, a sua empresa precisa se conectar ao cliente, conquistando-o e lhe entregando um serviço e atendimento inteligente que solidifique a fidelização à sua empresa.
Aposte na Inteligência Artificial, porque o atendimento é humano, mas evoluiu!
Tenha um atendimento inteligente!
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O ano de 2020 trouxe profundas transformações para a rotina das pessoas. Mudanças na forma de se relacionar com a família, com amigos, com a casa, com o trabalho e, principalmente, com o dinheiro.
E nessas mudanças, as formas de realizar compras também ganharam novas possibilidades. Os pagamentos por meio de aplicativos, por exemplo, adquiriram novos adeptos.
Segundo uma pesquisa divulgada pela Agência Brasil, durante o período de pandemia houve um crescimento de 30% nas compras realizadas por apps. E isso é apenas um exemplo de como a era da digitalização está impactando cada vez mais a rotina de pagar contas e fazer transferências.
O comportamento do consumidor brasileiro, sempre ávido por novidades tecnológicas, aliado à necessidade de evitar espaços com aglomerações, impulsionou muitas novidades na relação com as instituições financeiras, como bancos, fintechs e operadoras de cartões de crédito – e é sobre esse assunto que falaremos a seguir.
Siga conosco e confira!
Ter de ficar em casa e evitar as idas a agências bancárias para resolver questões relacionadas a compras e pagamentos – além de uma infinidade de outras atividades que foram impossibilitadas – fez com que o brasileiro percebesse a necessidade urgente de adotar soluções tecnológicas em sua rotina financeira.
E foi nesse contexto que surgiram ótimas alternativas, como novos meios de pagamentos, sem que para isso fosse necessário o uso de dinheiro em espécie ou mesmo de cartões. Ir ao banco, por exemplo, virou uma necessidade apenas eventual!
Entender quais são os novos meios de pagamento é um ponto fundamental, tanto para os clientes quanto para as empresas.
Segundo uma pesquisa da Getnet, em 2019 as compras e vendas sem necessariamente utilizar dinheiro em espécie chegaram a R$ 708,5 bilhões no mundo. E até 2023, há previsão de crescimento de 12% ao ano nas transações não monetárias.
Além disso, 68% dos entrevistados disseram utilizar o internet banking como método de pagamento principal, enquanto o uso de cartões sem contato já é uma realidade para 64%.
Nesse sentido, o relatório da World Payments Report 2020 indica que os usuários de carteiras digitais devem passar de 2,3 bilhões de pessoas, em 2019, para 4 bilhões de pessoas em 2024.
E com tanta disponibilidade para migrar em formatos digitais de pagamentos, é melhor entender quais são os principais meios já disponibilizados atualmente.
O período de pandemia fez com que os consumidores passassem a ter cuidados redobrados. Tocar em objetos de uso compartilhado tornou-se um risco enorme, já que eles podem ser a carona dos vírus. E nesse caso, o dinheiro é um alvo em potencial!
Como forma de burlar esse risco, houve um aumento de interesse do público por pagamentos por meio de cartões com a tecnologia NFC, que funcionam simplesmente com a aproximação do cartão junto à maquininha de cobrança, sem necessariamente o contato.
No Brasil, segundo a Mastercard, esse método já conquistou 69% das pessoas que usam cartão como meio de pagamento.
É um método de pagamento muito popular em países asiáticos, como China e Singapura. No Brasil, vem aos poucos ganhando espaço pela popularização em peças publicitárias e lives transmitidas no YouTube. Nessas divulgações, há o reforço do quanto o QR Code é um método fácil para aproveitar condições exclusivas ou baixar aplicativos.
Ainda segundo a pesquisa da Getnet, 48% dos entrevistados dizem já utilizar o QR Code como principal meio de transferências bancárias.
Seguindo esse cenário, o QR Code também tem ficado cada vez mais popular nos pontos de vendas, aumentando incrivelmente as possibilidades dos varejistas com ações promocionais e outras soluções que conquistam o consumidor.
Os totens de autoatendimento presentes em lojas comerciais e até mesmo supermercados ganharam mais espaço e, com isso, uma maior aproximação com o público.
Dentre as vantagens desse tipo de terminal estão a economia com mão de obra humana, controle de higienização e promoção à rotina digital para pagamentos. Além de claro, o benefício de um atendimento mais ágil!
Surgiu como uma grande novidade no país e prometia enviar e receber dinheiro por WhatsApp utilizando cartões cadastrados no Facebook Pay.
Entretanto, acabou esbarrando nas restrições do Banco Central, que considerou a necessidade de “preservar um ambiente competitivo, que assegure o funcionamento de um sistema de pagamentos interoperável, rápido, seguro e transparente.”
Sem previsão para voltar a operar, o WhatsApp Pay nasceu com a grande promessa de ser um meio fácil, prático e popular para transações financeiras, assim como o Pix, que conheceremos no próximo tópico.
O Pix é um novo sistema digital criado pelo Banco Central para transferências e pagamentos que permite a transação instantânea de dinheiro por meio de chaves pré-registradas.
A grande vantagem do Pix para outros métodos com os quais concorre, como DOC e TED, é que nesses sistemas a instituição pode demorar um determinado período até que o procedimento seja concretizado, além de cobrar taxas que podem ultrapassar R$ 20.
Com o Pix, o dinheiro é transferido na hora, além de muitas instituições não cobrarem taxas de pessoas físicas pelo uso.
Para utilizar o Pix, basta registrar uma das chaves de acesso, como CPF, e-mail, número de celular ou chave aleatória junto à sua instituição bancária.
Para transferir o dinheiro ou fazer pagamentos, não será necessário informar dados como número da agência e conta. Basta informar uma das chaves cadastradas para que o procedimento seja realizado.
Rápido, direto e funcional, o Pix já movimentou bilhões de transferências desde que foi criado!
Com tantas mudanças em tão pouco tempo, é natural que surjam muitas dúvidas sobre como será o mercado financeiro. E entre as grandes possibilidades que guiarão estas mudanças, estão:
Dados da FEBRABAN indicam que 80% dos bancos já estão aumentando seus investimentos em soluções que convergem Inteligência Artificial e computação cognitiva.
Com isso, as máquinas terão capacidade cada vez maior de prever possíveis comportamentos dos clientes, sugerir investimentos e automatizar informações personalizadas com alto grau de interesse por parte do público.
É uma tecnologia antifraude desenvolvida para transações com criptomoedas, mas que se popularizou para outros tipos de transações financeiras.
Nesse sistema, são utilizadas cadeias de blocos com distribuição descentralizada, em que cada bloco de informações é salvo em um único sistema de criptografia complexa.
Utiliza recursos das análises preditivas que permitem o entendimento mais aprofundado sobre os perfis de clientes.
Tem altíssima capacidade de analisar algoritmos em transações, identificando imediatamente possíveis tentativas de fraude.
Com tantos recursos e ferramentas sendo desenvolvidos, não há dúvidas de que em um curto prazo a relação do público final com transações financeiras será totalmente remodelada.
Dessa forma, a nova era que vivemos evidência a importância de as empresas investirem na área da segurança da informação. Pensando assim, em estratégias para gerenciar os novos processos de pagamentos, ferramentas e um conjunto de políticas que possam prevenir e responder a quaisquer ameaças aos dados digitais da organização e seus clientes.
Para que esse plano seja posto em ação, é importante contar com o parceiro ideal. A Teletex é uma empresa com mais de 30 anos de experiência em atendimentos customizados, desenvolvendo projetos personalizados para cada ambiente de acordo com as necessidades e tipos de negócio.
Com aplicações específicas que envolvem proteção de dados, redução de custos, melhora da conexão e modernização de infraestrutura, a Teletex oferece todos os recursos e funcionalidades que sua empresa precisa para se adaptar, conectar, integrar e fidelizar o seu público.
Acesse nosso site, fale agora mesmo com um de nossos especialistas e conheça os nossos serviços!
A Teletex, como uma integradora de soluções, busca desenvolver os negócios de seus clientes e alianças. Com muita dedicação, procura oferecer sempre o melhor e fortalecer a relação de colaboração em toda sua organização para que possamos brindar a tantos sucessos.
E mais uma vez saímos na frente: A Teletex é um dos primeiros parceiros Cisco a conquistar a certificação Cisco Customer Experience Specialization.
O reconhecimento da Cisco, um dos maiores players do mercado de tecnologia, comprova que a Teletex utiliza as práticas de Customer Experience deste fabricante ao acompanhar os passos das jornadas de seus clientes, gerando e garantindo a percepção de valor e entrega de qualidade.
A certificação Cisco Customer Experience possui muitos pontos importantes, tanto para a Teletex quanto para seus clientes. Ela atesta que o atendimento feito aos clientes Teletex segue uma norma de excelência Cisco, que envolve prazos e formatos de entrega de seus serviços. Uma segurança para os clientes que adquirem as soluções Cisco através da Teletex, assim como um diferencial para contratação como integrador de soluções no mercado.
A forma como o cliente vê o atendimento realizado não fala apenas dos serviços prestados pela Teletex, mas também das soluções Cisco. Por isto, este grande representante do mercado de tecnologia investe na percepção positiva de seus produtos através do integrador. Este formato de reconhecimento é feito através do acompanhamento das fases do Ciclo de Vida do Cliente, desde o entendimento da sua necessidade até a renovação do seu contrato.

Quando um ciclo é de sucesso, ele se repete! Com a certificação Cisco conseguimos trazer a segurança para os clientes Teletex de que sua experiência na prestação de serviços será acompanhada por um dos grandes nomes deste negócio. Além da Teletex possuir o selo Gold Partner Cisco, agora reforçamos a importância e excelência através da certificação de atendimento.
Através do ecossistema de parceiros da Cisco, a Teletex agora conta com o apoio e desenvolvimento de seu time para colaborar e manter esta certificação. Treinamentos, acompanhamento dos clientes e desenvolvimento de novas ofertas customizadas são alguns exemplos de como o Certificado Cisco Customer Experience fará parte do dia a dia dos negócios.
A Teletex se preparou para esta certificação durante todo o ano e fechou 2020 com este reconhecimento. O Cisco Customer Success Delivery Team está pronto para brindar ainda mais sucessos, agora com a certificação deste grande nome do mercado de tecnologia!
Parabéns a todo o #TeletexTeam por mais esta conquista!
Se preferir, escute o conteúdo! Basta dar play:
O comportamento dos consumidores tem mudado de maneira cada vez mais intensa. Um empreendedor não pode pensar que a jornada do cliente é a mesma do que há cinco anos. Um dos motivos é que o mundo está cada vez mais tecnológico e aberto à inovação.
Esse cenário contribui para o Marketing Digital ser uma ferramenta cada vez mais importante para educar, vender e fidelizar o público-alvo. Se uma empresa não estiver atenta a isso, vai perder espaço para a concorrência com extrema facilidade.
Uma presença digital consistente é um diferencial para fortalecer a marca e entender como a jornada de compra pode ser melhorada. Neste artigo, mostraremos como monitorar a relação do cliente com o seu negócio é imprescindível para o sucesso. Confira!
A jornada do cliente consiste no relacionamento do consumidor com a marca desde o primeiro contato. Em outras palavras, é o processo que as interações entre uma empresa e um cidadão com potencial de compra.
Com a expansão da internet e o surgimento do “novo normal”, o Marketing Digital se tornou uma ferramenta ideal nessa jornada. Uma das razões é que colabora não apenas para a divulgação de produtos e serviços de forma estratégica, mas também para a personalização do contato do consumidor com uma marca.
Mas para fazer isso de maneira inteligente, é crucial ter um mapeamento do estágio em que o consumidor se encontra. Assim, os conteúdos serão encaminhados com um tom adequado e na hora certa, o que ajuda bastante a estreitar a relação.
Como destacamos no último tópico, é necessário ter noção de como o cliente reconhece que tem ou não uma determinada necessidade de consumo. Não adianta, por exemplo, oferecer um sistema de gestão extremamente avançado para uma empresa que não precisa de um recurso com tantas funcionalidades.
Para que sua empresa consiga explorar adequadamente a jornada do cliente, vamos descrever os estágios desse processo resumidamente. Acompanhe!
Nela, o consumidor não tem uma ideia clara de que está com um problema a ser resolvido. Nesse caso, a companhia deve apresentar assuntos de forma educativa para ajudá-lo a descobrir a necessidade de tomar providências para melhorar os serviços.
Essa tendência contribui bastante para que as empresas apostem no Inbound Marketing e em materiais com foco em educar a audiência, como posts corporativos e newsletters. Assim, uma companhia tem mais chances de se tornar uma autoridade em um determinando assunto e conquistar a confiança do público.
É um momento em que os clientes em potencial descobrem que têm um problema e buscam ter mais informações sobre como resolvê-lo. Para aproveitar essa situação com inteligência, uma empresa pode oferecer opções de conteúdo mais detalhadas, como postposts e e-books.
Essa estratégia tem como objetivo colaborar para o consumidor estar convicto de que realmente deve agir o quanto antes para resolver um problema. Ou seja, deve buscar uma solução o mais rápido possível.
Nessa fase, a empresa deve se apresentar como uma alternativa para resolver o problema. Afinal, o público sabe que realmente é necessário solucionar uma demanda específica de forma ágil e eficiente.
Uma empresa pode, por exemplo, utilizar o e-mail marketing para detalhar os benefícios que uma solução de segurança da informação pode apresentar. Nesse caso, vale a pena deixar os contatos do setor comercial para agendar um encontro presencial ou remoto para explicar melhor como um produto ou serviço pode agregar valor ao cliente.
Nessa etapa, o cliente já analisou as soluções disponíveis no mercado e vai optar pela que considera mais interessante. Levando em consideração alguns itens, como o famoso custo-benefício.
A empresa deve avaliar os leads qualificados para oferecer uma proposta comercial detalhada, clara e extremamente convincente. Isso deve ser feito com muito profissionalismo e bom senso para aumentar as chances de se concretizar novas parcerias.
Não basta vender, porque o mais importante é fazer com que a jornada do cliente seja a melhor possível. Assim, é viável conseguir algo cada vez mais difícil no mundo corporativo: a fidelização.
Para isso, é necessário oferecer um atendimento personalizado, o que inclui principalmente o pós-venda. Essa iniciativa deve abranger não apenas a tradicional pesquisa de satisfação, mas também a oferta de conteúdos sobre novas tendências do mercado.
Mostrar que deseja o sucesso do cliente é a melhor maneira de cativá-lo e de retê-lo. Para isso, o Marketing Digital deve ser muito bem estruturado. Pois vai ajudar a estreitar o relacionamento e a manter a marca viva na mente da audiência.
O Customer Experience é um termo que pode ser traduzido como a experiência do cliente. Não há uma definição exata para essa expressão, mas é possível afirmar que ela abrange a percepção e os sentimentos de um consumidor durante a interação com uma marca.
Para essa relação ser a melhor possível, é vital que a jornada do cliente seja exemplar. Ou seja, deve estar próxima da perfeição. Isso se concretiza por meio de várias ações, como o suporte ao consumidor.
É preciso disponibilizar um atendimento personalizado e adotar uma comunicação eficiente e criativa. Para facilitar a decisão de compra e a retenção do cliente. Esse processo envolve uma cadeia de ações, que vão muito além de uma boa política de preços e de uma logística de alto nível.
Uma empresa deve se manter presente no dia a dia do consumidor por meio de uma relação humana. Se essa postura não for adotada, as chances de perder espaço para a concorrência são consideráveis.
Pensando nisso, recomendamos que você veja, no próximo tópico, como é indispensável acompanhar a jornada do cliente de maneira exemplar.
Atualmente, é possível contar com recursos sofisticados para aperfeiçoar a jornada do cliente. Um deles é o APM, também conhecido como Application Performance Management.
Ele consiste em um dispositivo que gerencia o desempenho de aplicações (sistemas, apps etc.). Seu foco principal está na experiência do usuário final.
Há diversos fatores que justificam adotar essa ferramenta. Um dos mais relevantes é que ela otimiza e monitora em tempo real a jornada do cliente. Também vale destacar que o agente APM é compatível com a maioria das tecnologias presentes no mercado, o que contribui na busca de alternativas para melhorar o rendimento de um e-commerce.
Contar com esse recurso ainda é válido para ter mais proatividade diante dos problemas do dia a dia.
Além de aumentar as chances de oferecer um serviço diferenciado para os clientes!
Um dos pontos positivos é ter mais agilidade para rastrear os usuários em cada fase da jornada. Isso ocorre em virtude dos recursos de inteligência artificial.
Eles permitem a percepção de problemas antes de serem observados pelos clientes. Nesse caso, o diagnóstico é realizado a nível de código imediato e automatizado. Onde através de 3 clicks o analista consegue identificar o erro!
Essa solução também se caracteriza por viabilizar a experiência em gestão em escala, tornando mais simples o monitoramento dos consumidores. Um bom exemplo do uso do agente APM abrange a marca de vestuário Hering, que adotou esse recurso com o apoio da Teletex, para identificar as dificuldades dos consumidores ao realizarem uma compra.
Utilizar a tecnologia de forma estratégica é um ótimo caminho para administrar a jornada do cliente com maestria. Para isso ser viável, é importante contar com parceiros experientes, como a Teletex.
Se está em busca de soluções eficientes para o seu negócio, entre em contato com um dos nossos especialistas agora mesmo! Será um prazer tirar todas as suas dúvidas sobre o APM.
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Gestão de Riscos: já pensou quanto custaria para a sua empresa ficar parada um dia devido a um ataque cibernético?
As constantes mudanças geopolíticas, sociais e econômicas, o que inclui as crises, criam um cenário de instabilidade ao qual as empresas precisam se reinventar.
O avanço da tecnologia, ao mesmo tempo que trouxe facilidades e aumento da produtividade, deixou as empresas expostas a ataques cibernéticos que utilizam falhas de segurança online.
São inúmeros os casos de malwares que resultam em prejuízos para corporações de todos os portes, sendo assim, falar de cibersegurança é muito complexo.
Neste cenário, a gestão de riscos se tornou uma questão de sobrevivência, ou seja, é necessário identificar pontos fracos e antecipar desafios que podem aparecer. A gestão de riscos ocupa um papel estratégico, pois determina quais riscos devem ser mitigados de forma rápida.
Entre as funções de uma gestão de riscos está identificar, analisar, priorizar e monitorar eventos que podem ter efeitos positivos ou negativos para a empresa.
Para uma gestão de riscos eficiente a empresa necessita ter uma visão do futuro, e com isso conseguir reconhecer as incertezas a tempo de pensar em soluções.
O termo compliance tem origem na língua inglesa, “to comply” que em uma tradução livre teria como significado “agir de acordo com regras e diretrizes preestabelecidas”. Em outras palavras, se refere a um conjunto de regras, padrões e procedimentos éticos que visam garantir a conformidade da empresa para que ela cumpra a sua missão, visão e valores, além das legislações fundamentais. Dessa forma, quando se diz estar em “compliance”, significa estar em dia com as leis e regulamentos internos e externos à empresa.
A gestão de riscos e a compliance em conjunto trazem uma maior segurança para os processos da empresa. A gestão de riscos é essencial para poder contornar e antecipar as ameaças que possam aparecer.
Todos os objetivos da Gestão de riscos só são alcançados se ela não for vista como uma atividade autônoma, mas sim como parte integrante dos processos da empresa.
Estamos em um momento marcado por incertezas, o perímetro das empresas não está limitado ao seu espaço físico, muitos colaboradores estão trabalhando de casa, com rede wi-fi e computadores próprios. É nesse momento, sobretudo, que essa gestão se torna mais importante para a segurança das organizações. É evidente que não é possível prever todos os riscos que podem atingir a sua empresa, porém boa parte é identificável e pode ser evitada.
Quando é feita uma análise e uma boa gestão de riscos é possível entender o seu ambiente tecnológico e as possibilidades de ataques, aumentando dessa forma a possibilidade de defesa.
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A inovação tecnológica trouxe inúmeros benefícios, tais como a colaboração e comunicação fácil entre as pessoas. Atualmente, a internet e a conexão de computadores possibilitaram uma maior liberdade para empresas e colaboradores realizarem suas funções.
No entanto, essa conectividade expõe os usuários a perigos como invasões, roubo de identidade, malware e fraude online. Sendo assim, é importante investir em formas de proteger os usuários.
Tradicionalmente, a maioria das empresas quando pensam em cibersegurança pensam apenas no firewall como solução que, apesar de ser muito eficiente, é apenas uma pequena parte da camada de cibersegurança.
É importante ressaltar que não existe ambiente 100% seguro. Dessa maneira, o que um firewall sozinho pode fazer contra um vazamento de dados proporcionado por um funcionário mal intencionado?
Em primeiro lugar, o firewall é um dispositivo de segurança da rede que monitora o tráfego de rede de entrada e saída e decide permitir ou bloquear tráfegos específicos, de acordo com um conjunto definido de regras de segurança.
Os firewalls têm sido a linha de frente da defesa na segurança de rede há muitos anos, pois eles colocam uma barreira entre redes internas protegidas e controladas, que podem ser redes externas confiáveis ou não, como a Internet. Em síntese, um firewall pode ser um hardware, software ou ambos.
Atualmente conhecido como o firewall tradicional, um firewall com inspeção de estado permite ou bloqueia o tráfego de acordo com o estado, a porta e o protocolo. Ele monitora toda a atividade, desde o momento em que uma conexão é aberta, até que ela seja fechada. As decisões de filtragem são tomadas de acordo com as regras definidas pelo administrador e com o contexto. Dessa forma, o uso de informações de conexões e pacotes anteriores que pertencem à mesma conexão.
Normalmente, um dispositivo UTM combina, de maneira flexível, as funções de um firewall com inspeção de estado e prevenção contra intrusões e antivírus. Ele também pode incluir serviços adicionais e, às vezes, gerenciamento em nuvem. O UTM concentra-se em simplicidade e facilidade de uso.
Os firewalls evoluíram para além da simples filtragem de pacotes e inspeção stateful. Ou seja, a maioria das empresas está implantando firewall de próxima geração para bloquear ameaças modernas, como malware avançado e ataques na camada da aplicação.
De acordo com a definição do Gartner, Inc., um firewall de próxima geração deve incluir:
Esses firewalls incluem todos os recursos de um NGFW tradicional e também oferecem detecção e remediação avançadas de ameaças. Com um NGFW focado em ameaças, você pode:
Embora esses recursos estejam se tornando cada vez mais uma norma para a maioria das empresas, os NGFWs podem fazer mais.
Porém, a cibersegurança vai muito além do firewall, a proteção de dados de uma empresa é firmada no componente técnico e no fator humano. Hoje o perímetro da empresa não está limitado ao seu espaço físico, principalmente em um momento em que boa parte das empresas adotaram o modelo de trabalho remoto.
A atual superfície de ataque de uma empresa é qualquer pessoa ou qualquer ativo que possa ser visado. Isto é, qualquer pessoa, usando qualquer dispositivo, em qualquer rede, acessando qualquer aplicativo pode ser atacado.
É importante você pensar em cibersegurança em 4 aspectos: Pessoas, Dispositivos, Redes e Aplicações.
Pessoas: Saiba quem está em sua rede.
Dispositivos: Saiba quais dispositivos que estão infectados.
Rede Local, WiFi, Wan: Quais redes podem ser comprometidas.
Aplicações: Quais os serviços podem ser explorados por um atacante?
As superfícies de ataques (Pessoas, Dispositivos, Redes e Aplicações) precisam ser protegidas por recursos apropriados. Pois cada alvo pode fazer parte de um ataque geral maior.
Por isso, ao identificar os fluxos de negócios bem como as superfícies de ataque que representam a empresa, os recursos de segurança adequados podem ser aplicados.
Em síntese, não adianta a empresa investir nos melhores firewalls do mercado se os seus colaboradores, por exemplo, não forem orientados, e mesmo com a orientação pode ser que através de um simples click algum funcionário coloque os dados da empresa em risco.
Sendo assim, é necessário que a empresa tenha como reagir de forma rápida a possíveis ataques. Por esse motivo, quando se fala em cibersegurança é imprescindível ter em mente que desenvolvimento técnico não é suficiente, se não ocorrer, concomitantemente, um plano sólido de desenvolvimento das orientações aos colaboradores.
A Cisco, através do SAFE, propõe uma metodologia que oferece uma orientação sobre o que você precisa se atentar ao pensar em uma cibersegurança além do firewall.