Ninguém viu o ataque acontecer. Esse é o ponto. Não houve explosão, não houve tela preta com caveira. Houve apenas um ambiente repleto de paz, que é a forma mais cara de incidente cibernético. Cada hora sem detecção é mais superfície exposta, mais dados copiados, mais tempo que o atacante tem para entender o ambiente e se mover lateralmente.
Quando a equipe de TI finalmente recebeu o alerta, o intruso já tinha mapeado três segmentos de rede e criado um segundo ponto de entrada para o caso de ser detectado no primeiro. No Brasil, cerca de 80% das empresas sofreram ao menos um incidente cibernético nos últimos 12 meses de acordo com a TI Safe, e a maior parte delas não soube disso em tempo hábil para agir.
O problema raramente é a falta de tecnologia: a maioria das organizações já tem firewall, antivírus, algum tipo de monitoramento. O que falta é operação contínua, porque segurança sem ela é somente infraestrutura parada.
O Brasil registrou 314,8 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos somente no primeiro semestre de 2025, segundo o relatório Cenário Global de Ameaças do FortiGuard Labs, o que representa 84% de todas as tentativas detectadas na América Latina. Diante desse volume, nenhuma equipe interna consegue manter a guarda levantada sem um modelo estruturado de operação por trás. É exatamente esse modelo que define os Serviços Gerenciados de Segurança.
Serviços Gerenciados de Segurança (MSS, do inglês Managed Security Services) são um modelo de operação contínua da cibersegurança corporativa, executado por um provedor especializado externo, responsável por monitorar, analisar, responder e evoluir a postura de segurança da organização ao longo do tempo.
A distinção central em relação à simples aquisição de ferramentas é esta: comprar tecnologia de segurança que instala capacidade. MSS coloca essa capacidade em funcionamento, com processos, especialistas e inteligência operando em ciclo permanente.
Na prática, um provedor de MSS assume responsabilidades que passam pelo monitoramento de eventos em tempo real até a gestão de tecnologias críticas, passando pela correlação de alertas, análise comportamental, tratamento ativo de incidentes e produção de relatórios executivos.
Importante ressaltar que não se trata de terceirizar um problema, mas sim construir uma operação de segurança madura sem precisar contratar, treinar e reter uma equipe inteira de especialistas internamente.
O MSS funciona como uma parceria estratégica, em que o provedor absorve a complexidade operacional e devolve à organização algo que equipes sobrecarregadas raramente conseguem produzir sozinhas: visibilidade, previsibilidade e capacidade de resposta antes que o dano se consolide.
O MSS muda a dinâmica da segurança corporativa em um ponto específico: transforma proteção em processo contínuo e mensurável, em vez de uma série de iniciativas pontuais que avançam por projetos e ficam estagnadas entre eles.
A maioria dos ataques ocorre fora do horário comercial, não por acidente, mas por estratégia. Um provedor de MSS mantém operação ininterrupta, com analistas ativos e tecnologia processando eventos em todos os horários.
Isso encurta drasticamente a janela entre a invasão e a detecção, que em ambientes sem monitoramento contínuo pode levar semanas.
Alertas isolados não contam histórias. Afinal, um IP suspeito é ruído, mas um IP suspeito que acessou três sistemas diferentes em sequências anômalas, às 3h da manhã, após uma tentativa de login falha numa conta privilegiada, isso é uma ameaça em andamento.
A correlação de eventos é o que transforma dados brutos em inteligência acionável, e exige tanto tecnologia quanto analistas com capacidade de interpretar padrões em contexto.
Ambientes corporativos modernos geram um volume de alertas que nenhuma equipe processa manualmente sem erros.
A consequência é o chamado alert fatigue: equipes que aprendem a ignorar notificações porque a maioria é ruído. MSS resolve isso com processos de filtragem e priorização baseada em risco real, direcionando atenção para o que realmente importa e evitando que ameaças críticas se percam no volume.
Um dos diferenciais mais concretos do MSS maduro está aqui. A maioria das ferramentas alerta. MSS age. Ao identificar uma ameaça, o provedor executa playbooks de contenção, isola endpoints comprometidos, bloqueia tráfego malicioso e inicia o processo de resposta antes que o cliente precise tomar qualquer decisão manual.
O tempo entre a identificação de um incidente e sua contenção é o indicador que mais impacta o custo de um ataque. O custo médio global de uma violação de dados atingiu US$ 4,45 milhões em 2023, segundo o relatório Cost of a Data Breach da IBM Asper, e esse valor sobe diretamente proporcional ao tempo de permanência do atacante na rede. MSS estruturado comprime esse tempo de forma consistente.
MSS produz registros auditáveis, relatórios de conformidade e documentação de incidentes que sustentam exigências regulatórias como LGPD, PCI DSS, normas do Banco Central e certificações ISO. Para setores financeiro, de saúde e governo, esse suporte deixa de ser conveniência e passa a ser pré-requisito operacional.
O diferencial do modelo está na sinergia entre tecnologia, análise especializada e processo estruturado. Nenhum dos três elementos funciona de forma isolada.
Juntos, elevam a maturidade da organização de uma postura reativa para uma operação proativa, capaz de identificar e neutralizar ameaças antes que causem impacto real.
A Teletex opera há quase quatro décadas em ambientes de missão crítica: bancos, hospitais, aeroportos, cooperativas de crédito e varejo de grande escala. Essa trajetória moldou uma capacidade técnica específica, a de simplificar ambientes complexos sem comprometer a profundidade da proteção.
O Security Operations Center da Teletex opera em ciclo ininterrupto, com analistas dedicados à detecção, análise e mitigação de ameaças em tempo real.
No caso do Real Hospital Português, um dos maiores complexos hospitalares do Norte e Nordeste do Brasil, a Teletex aprimorou o SOC hospitalar com monitoramento contínuo 24×7 e visibilidade completa do ambiente, resultando em resposta rápida a incidentes em um setor onde tempo de reação é literalmente questão de segurança para pacientes.
O que diferencia o SOC da Teletex é a camada analítica sobre o monitoramento. O SOC Analytics correlaciona eventos de múltiplas fontes, como rede, endpoints, cloud e aplicações, para construir uma visão contextualizada do risco.
Vale ressaltar que não é um painel de alertas: é um sistema de inteligência que identifica padrões, antecipa movimentos laterais dentro da rede e fornece insumos para decisões de segurança com base em comportamento real, não em assinaturas estáticas.
A operação da Teletex vai além da identificação. Com experiência em CSIRT (Computer Security Incident Response Team) e processos de resposta bem definidos, o time executa contenção ativa, análise forense inicial e coordenação de remediação, reduzindo o tempo de permanência de ameaças na rede dos clientes.
No caso da Brink’s, a Teletex entregou SOC e NOC 24×7 para sustentar um projeto de expansão nacional, com operação completa de segurança e conectividade em um ambiente de altíssima criticidade.
A Teletex gerencia tecnologias como Next-Generation Firewalls (NGFW), soluções de segurança em cloud, SIEM, EDR, NDR e integrações multi-fabricante, sem sobreposição de ferramentas.
A arquitetura integrada, sustentada pela metodologia SafeX, assegura que as tecnologias implantadas conversem entre si e operem de forma coerente.
O portfólio do Cybercare reúne fabricantes como Cisco, Splunk, Gigamon, Palo Alto, Tenable, Lumu, Axur e Radware sob uma camada unificada de operação e inteligência.
CIOs, CISOs e conselhos de administração precisam de linguagem de risco, não de logs técnicos. A Teletex produz relatórios executivos periódicos que traduzem o estado do ambiente de segurança em métricas de negócio: incidentes detectados e tratados, MTTR do período, vulnerabilidades críticas corrigidas e posicionamento do ambiente em relação às exigências regulatórias vigentes. Isso cria previsibilidade e coloca a segurança no centro das decisões estratégicas da liderança.
Com esse modelo, segurança precisa ser levada como ativo operacional mensurável. Empresas que estruturam MSS ganham resiliência concreta, reduzem o impacto de incidentes e constroem uma base sólida para a transformação digital sem precisar ampliar o quadro interno nem acumular ferramentas que ninguém tem capacidade de operar em profundidade.
Leia também:
A Teletex é uma referência em tecnologia de cibersegurança e TI que atua há quase 40 anos protegendo ambientes críticos nos setores financeiro, hospitalar, público e de infraestrutura.
Com mais de 350 profissionais, mais de 300 certificações ativas e parceria Premier com a Cisco, a empresa desenvolve soluções que simplificam ambientes complexos, inovam na forma de operar segurança, agilizam a resposta a incidentes e transformam a relação das organizações com o risco digital, conectando clientes a serviços modernos e eficazes que evoluem junto com o negócio.Quer saber como o MSS da Teletex pode ser estruturado para o seu ambiente? Fale com um especialista e descubra como o Cybercare transforma segurança em operação contínua.
Com a publicação da Resolução CMN 5.274/2025 e da BCB 538/2025, o Banco Central elevou o patamar de exigência em cibersegurança no Sistema Financeiro Nacional. O que antes figurava como boa prática agora passa a integrar o campo das obrigações auditáveis, com impacto na arquitetura de TI e na governança das instituições.
Para bancos, fintechs, corretoras e instituições de pagamento, a virada regulatória tem efeito direto na arquitetura de TI, na governança e na forma como os riscos são tratados. Através desta mudança, o questionamento que mais se impõe para gestores em todo o Brasil é a seguinte: a estrutura atual da sua empresa sustenta um nível de exigência que agora precisa ser comprovado, evidenciado e auditável?
A nova regulação de cibersegurança Banco Central exige que as instituições comprovem a efetividade dos controles implementados. Por isso, não basta possuir políticas documentadas, é preciso evidência operacional.
| Exigência regulatória | O que significa na prática |
| Arquitetura segura e segregação | Separação clara entre ambientes críticos, produtivos e de testes, com controles de acesso definidos |
| Criptografia de dados | Proteção de dados em repouso e em trânsito, com gestão estruturada de chaves |
| Monitoramento contínuo de segurança | Visibilidade 24×7, correlação de eventos e capacidade estruturada de resposta |
| Controles de prevenção e detecção | IDS/IPS, EDR, SIEM e mecanismos ativos de identificação de ameaças |
| Rastreabilidade e trilhas de auditoria | Registro detalhado de acessos e ações administrativas, com retenção adequada |
O compliance cibernético passa a ser avaliado por maturidade, rastreabilidade e capacidade real de resposta.
Podemos dizer que cibersegurança no setor financeiro entrou em uma nova fase. As normas introduzem um pacote de mudanças estruturais que transformam operação e governança de forma integrada.
Como os sistemas de PIX, STR e RSFN sustentam a infraestrutura de pagamentos do país, a nova regulação estabelece nível máximo de rigor para esses ambientes.
Passam a ser exigidos:
A resiliência desses sistemas deixa de ser atributo técnico e passa a integrar os indicadores de maturidade operacional perante o regulador.
A gestão de terceiros com cibersegurança virou tema central. A responsabilidade das instituições se estende aos parceiros que operam partes críticas da infraestrutura.
Provedores de cloud, SOC terceirizado, soluções antifraude, mensageria e tecnologia de pagamento entram no radar regulatório.
Falhas de terceiros passam a representar risco direto para a instituição supervisionada. O risco compartilhado torna-se risco institucional.
Agora, os contratos precisam contemplar:
A auditoria sobre acessos críticos também recebeu maior peso. A nova norma torna obrigatória a autenticação multifator para acessos sensíveis e exige controles rigorosos de credenciais.
Entre os pontos centrais estão:
Esse pilar exige disciplina interna, maturidade de processos e alinhamento entre tecnologia, risco e compliance.
A regulação avança ao tornar explícita a necessidade de atuação antecipatória. A obrigatoriedade de testes de intrusão obrigatórios e avaliações periódicas de vulnerabilidade formaliza um ciclo contínuo de validação de controles.
A segurança deixa de ser reativa: antecipar riscos passa a integrar o modelo operacional exigido pelo Banco Central.
Além disso, ganha espaço a inteligência cibernética:
Leia também:
Diante das novas exigências regulatórias, políticas bem escritas e documentadas não são mais o suficiente. Como vimos, o regulador exige evidência, rastreabilidade e capacidade real de resposta. Instituições que se antecipam reduzem exposição e fortalecem sua posição competitiva.
As soluções de cibersegurança da Teletex atuam como parceiras estratégicas nesse processo de evolução prática e auditável, conectando tecnologia, inteligência e execução operacional, trabalhando em todas direções
Fale com os especialistas da Teletex e estruture sua jornada de conformidade com segurança, clareza e visão de futuro.
Certificação se consegue com método validado, com preparo técnico e com vivência real em projetos complexos de clientes realmente desafiadores. No mercado de tecnologia corporativa, ela delimita quem domina a solução em profundidade e está pronto para conduzir operações críticas com segurança e visão estratégica.
A Teletex conquistou a certificação Webex Contact Center e ampliou a atuação em soluções de comunicação e CX em nuvem. Essa pequena etapa integra um movimento contínuo de especialização e evolução tecnológica que vem sendo estruturado há anos na empresa, com investimento consistente em pessoas, processos e arquitetura de soluções.
Nossa atuação em operações de atendimento vem do mesmo ímpeto de planejamento, desenho técnico criterioso e alinhamento direto com as estratégias de negócio que fazemos com nossos clientes.
O Webex Contact Center Cisco é uma plataforma de contact center em nuvem desenvolvida para gerenciar, integrar e otimizar operações de atendimento ao cliente.
Trata-se de uma solução na nuvem que reúne canais de voz, chat, e-mail, redes sociais e aplicativos de mensagens em um único ambiente omnichannel. Seu objetivo é centralizar interações, automatizar fluxos, aplicar inteligência analítica e elevar a experiência do cliente com escala e flexibilidade.
Entre as principais funcionalidades estão:
A plataforma atende empresas de médio e grande porte que operam estruturas complexas de atendimento, suporte técnico, SAC, vendas ou relacionamento.
É indicada para organizações que buscam modernizar suas soluções de comunicação corporativa, migrar para CX em nuvem e estruturar uma operação preparada para crescimento, picos de demanda e novos canais digitais.
A certificação Webex Contact Center valida competência técnica, domínio da solução e capacidade comprovada de implementação.
Somente parceiros que cumprem critérios rigorosos de capacitação, certificação individual de profissionais, auditorias técnicas e validação direta do fabricante podem comercializar e implantar a solução oficialmente.
Na prática, isso representa um selo de confiança da Cisco: o cliente passa a contar com um parceiro certificado Webex apto a conduzir projetos com metodologia adequada, aderência às melhores práticas e suporte especializado durante todo o ciclo de vida da solução.
A certificação é consequência de um processo estruturado e contínuo: a Teletex investe de forma sistemática na capacitação de sua equipe por meio de treinamentos oficiais da Cisco, programas técnicos avançados, laboratórios práticos e avaliações formais de conhecimento.
Profissionais passaram por exames específicos que validam domínio funcional do Webex Contact Center Cisco, arquitetura da solução, integração com ambientes corporativos e aplicação de boas práticas de implantação.
Além da qualificação individual, houve validação de processos internos, metodologia de entrega, governança de projetos e alinhamento rigoroso aos padrões exigidos pelo fabricante. A certificação assegura um ciclo consistente de especialização em tecnologia para atendimento ao cliente, sustentado por critérios técnicos e auditorias formais.
| Etapa | O que envolve | Impacto prático |
| Capacitação oficial | Treinamentos autorizados pela Cisco sobre arquitetura, operação e gestão do Webex Contact Center | Equipe apta a projetar e implementar a solução com aderência total às diretrizes do fabricante |
| Certificações individuais | Exames técnicos que validam conhecimento funcional, configuração, integração e troubleshooting | Validação formal da competência técnica dos profissionais |
| Estruturação de laboratório | Ambientes de testes para simulação de cenários reais de atendimento e integração | Redução de riscos em projetos e maior previsibilidade na implantação |
| Avaliação de processos | Análise de metodologia de entrega, governança e qualidade | Padronização de projetos e consistência operacional |
| Homologação do fabricante | Revisão final e aprovação da Cisco como parceiro certificado Webex | Reconhecimento oficial para comercialização e implementação da solução |
Leia também:
A certificação Webex Contact Center traz impactos diretos para organizações que buscam modernizar suas operações, pois proporciona mais segurança na escolha do parceiro tecnológico, reduz riscos em projetos estratégicos e assegura implementação alinhada às diretrizes da Cisco.
Empresas passam a ter acesso a soluções de contact center com arquitetura adequada, escalabilidade planejada e suporte técnico especializado. Projetos ganham eficiência operacional, melhor governança e previsibilidade de resultados.
Para decisores como CIOs, CTOs e gestores de CX, contar com um parceiro certificado Webex significa atuar com menor exposição a falhas de configuração, retrabalho ou desalinhamento técnico. A escolha torna-se mais assertiva e sustentada por validação oficial do fabricante.
A certificação Webex Contact Center é mais uma conquista que amplia o ecossistema de soluções da Teletex tecnologia, que integra comunicação corporativa, segurança, cloud e infraestrutura com foco estratégico no negócio.
O Webex Contact Center Cisco passa a compor um portfólio robusto de soluções de comunicação corporativa voltadas à eficiência, escalabilidade e excelência em CX em nuvem.
Se a sua organização busca modernizar o atendimento, estruturar uma operação omnichannel ou migrar para CX em nuvem com segurança técnica e governança adequada, converse com os especialistas da Teletex.
Empresas ampliaram investimentos em firewalls, antivírus, SIEMs e serviços de monitoramento nos últimos anos. Ainda assim, incidentes seguem ocorrendo com frequência preocupante. Relatórios como o Verizon Data Breach Investigations Report mostram que uma parcela significativa das violações permanece ativa por semanas ou meses antes de ser identificada, mesmo em ambientes com múltiplas camadas de segurança implantadas.
O paradoxo revela um ponto crítico: grande parte das ameaças modernas não se manifesta por meio de alertas explícitos. Elas operam sem causar ruídos, utilizando credenciais válidas, tráfego legítimo e padrões de comportamento que não violam regras tradicionais. O risco real passa a residir justamente no que não dispara alarmes.
Para esses casos, a visibilidade contínua em cibersegurança preenche uma lacuna estrutural. Em outras palavras, observar o comportamento da rede de forma permanente, identificar sinais sutis de comprometimento e interpretar desvios progressivos se torna tão relevante quanto bloquear ataques conhecidos.
Logo, enxergar tudo, o tempo todo, passa a ser condição para reduzir riscos reais.
O primeiro ponto está no funcionamento das tecnologias clássicas: firewalls, antivírus e muitos SIEMs dependem de regras, assinaturas ou padrões previamente conhecidos. Quando uma ameaça foge desses critérios, ela tende a permanecer invisível, mesmo estando ativa dentro do ambiente.
O segundo problema envolve o excesso de alertas desconectados de contexto. Ambientes corporativos geram grandes volumes de eventos, mas sem correlação comportamental fica difícil distinguir atividades legítimas de sinais iniciais de comprometimento. A consequência costuma ser uma equipe sobrecarregada, focada em triagem, enquanto movimentos silenciosos passam despercebidos.
Por fim, ataques avançados exploram exatamente esse intervalo. Eles se adaptam ao ambiente, mantêm comunicações discretas e evitam comportamentos ruidosos. Sem acompanhamento contínuo do tráfego e da dinâmica da rede, essas ameaças podem permanecer ativas. por longos períodos, ampliando o impacto e complexidade da resposta.
Visibilidade contínua em cibersegurança trata de observar permanentemente o comportamento da rede, dos dispositivos e das comunicações, independentemente da existência de alertas explícitos. O foco deixa de ser apenas o ataque identificado e passa a ser o sinal de comprometimento.
É uma metodologia que analisa fluxos de tráfego, padrões de comunicação e desvios comportamentais em tempo real. Ou seja, em vez de perguntar se algo é conhecido como malicioso, a análise busca identificar se algo está se comportando de forma incompatível com o normal daquele ambiente.
O conceito está no centro da proposta da Lumu, que define a detecção contínua de comprometimento (Continuous Compromise Assessment) como forma de identificar riscos que escapam de modelos baseados apenas em regras e assinaturas.
A adoção de visibilidade contínua altera profundamente a forma como riscos são identificados e tratados:
| Aspecto observado | Impacto prático na segurança |
| Detecção precoce de comprometimentos | Identifica atividades suspeitas antes da materialização do incidente |
| Movimentação lateral silenciosa | Revela comunicações internas fora do padrão esperado |
| Diferenciação de comportamentos | Separa tráfego legítimo de atividades potencialmente maliciosas |
| Redução do tempo invisível do invasor | Diminui o período em que a ameaça opera sem ser percebida |
| Prevenção ativa | Atua antes da resposta emergencial se tornar necessária |
Leia também:
A Teletex integra sinais contínuos de tráfego de rede, análise comportamental e contexto operacional ao seu SOC Analytics. Dados dispersos passam por correlação, enriquecimento e priorização, permitindo identificar o que realmente importa dentro de ambientes complexos.
No SOC 24×7, essas informações são analisadas de forma contínua por equipes especializadas. A visibilidade orienta investigações, define prioridades e sustenta respostas proporcionais ao risco identificado.
A visibilidade contínua apoia decisões estratégicas de TI e segurança ao fornecer uma leitura confiável do ambiente. Ela facilita governança, auditorias, comunicação executiva e evolução da maturidade em cibersegurança, ao mesmo tempo em que reduz tempos de resposta e impacto de incidentes.
Leve visibilidade contínua ao seu SOC: entre em contato com a Teletex e avalie como integrar análise comportamental de rede ao seu modelo de segurança.
Todo integrador já enfrentou esse dilema: como adaptar o produto que você vende às reais necessidades do cliente? Muitas vezes, não é sobre seguir o manual à risca, mas sim entender o contexto, ouvir quem está do outro lado e propor soluções viáveis — sem julgamentos, sem “isso não dá pra fazer”.
Pra proteger a identidade do meu cliente, vou chamá-lo de Banco ACME. Ele é um dos nossos maiores e mais importantes parceiros de negócio. Um banco que sempre investe em tecnologia de ponta e conta com a expertise da Teletex pra garantir a melhor experiência digital possível — tanto para seus colaboradores quanto para seus clientes.
Hoje em dia, a maioria das interações bancárias acontece pelo app. E quem ainda vai às agências físicas, na maior parte das vezes, são pessoas com menos familiaridade com tecnologia. Nossos queridos e amáveis vovôs e vovós.
Isso muda o jogo: precisamos pensar numa tecnologia mais acessível, mais intuitiva e menos burocrática. Foi aí que o Banco ACME nos procurou com um pedido muito claro:
Criar um portal de visitantes Wi-Fi com o mínimo de interação possível, mas que ainda coletasse informações básicas de quem está se conectando.
Quando falamos em controle de acesso, identidade e portal de visitantes, a nossa “menina dos olhos” é o Cisco Identity Services Engine (ISE). O ISE oferece três opções principais de portal para visitantes:
Após apresentarmos essas opções, o cliente optou pelo portal de autoregistro não patrocinado, por equilibrar simplicidade e controle.
O Banco ACME pediu um portal com as seguintes características:
A página inicial já deve mostrar diretamente o formulário de autoregistro com:
Além disso:
A gente sabe que o fluxo padrão do ISE pra visitantes pode ser bem burocrático. Leva tempo e exige várias interações até o visitante conseguir acessar a internet. Em alguns casos, até o café da agência já esfriou quando termina…
Mesmo com simplificações, o ISE sempre começa na página de login, e não na de autoregistro.

Não encontrei nenhuma documentação oficial que ensinasse a iniciar diretamente no formulário de autoregistro. Busquei ajuda em fóruns especializados em ISE e… fui “recebido” com críticas. Disseram que a ideia “não fazia sentido”, que ia quebrar o portal, perder funcionalidade, etc.
Mas a Teletex é um integrador empático — isso faz parte do nosso DNA. A gente não tá aqui pra dizer pro cliente o que ele não pode fazer. A gente tá aqui pra ajudar ele a conseguir o que precisa.
Então, atacamos o primeiro desafio com esse pequeno script:
<script>
window.onload = function() {
var registerLink = document.getElementById('ui_login_self_reg_button');
if (registerLink) {
registerLink.click();
}
};
</script>
Resultado: o visitante abre o portal e já é redirecionado direto pro formulário de registro. Sem rodeios.
Não bastava ter um campo chamado “CPF”. A gente precisava validar se o valor digitado era mesmo um CPF válido.
Então, no formulário de autoregistro, configuramos os seguintes campos:
E usamos esse script para aplicar máscara e validação do CPF:
<script>
setTimeout(function() {
$.validator.addMethod("validaCPF", function(value, element) {
value = value.replace(/\D/g, '');
if (value.length !== 11 || /^(\d)\1{10}$/.test(value)) return false;
var soma = 0, resto;
for (var i = 1; i <= 9; i++) soma += parseInt(value.substring(i - 1, i)) * (11 - i);
resto = (soma * 10) % 11;
if ((resto === 10) || (resto === 11)) resto = 0;
if (resto !== parseInt(value.substring(9, 10))) return false;
soma = 0;
for (var i = 1; i <= 10; i++) soma += parseInt(value.substring(i - 1, i)) * (12 - i);
resto = (soma * 10) % 11;
if ((resto === 10) || (resto === 11)) resto = 0;
return resto === parseInt(value.substring(10, 11));
}, 'O CPF informado não é válido.');
// Aplica a validação ao campo de username
var cpfField = $("[name='guestUser.fieldValues.ui_user_name']");
cpfField.rules("add", { validaCPF: true });
// Aplica a máscara no input
cpfField.on("input", function() {
if ($(this).val().length > 14) {
$(this).val($(this).val().substring(0, 14));
}
let value = $(this).val().replace(/[^0-9]/g, "").replace(/^(\d{3})(\d{3})?(\d{3})?(\d{2})?/, "$1.$2.$3-$4");
$(this).val(value);
});
}, 50);
</script>
Depois de preencher o formulário, o visitante cai na página de sucesso, que por padrão exibe o usuário e senha gerados automaticamente. Só que, nesse caso, essa informação não faz sentido, porque o usuário já está logado automaticamente.
A solução? Um CSS simples:
<style>
.ui_self_reg_results_username_label,
.ui_self_reg_results_password_label {
display: none !important;
visibility: hidden !important;
height: 0 !important;
overflow: hidden !important;
}
</style>
Assim, o visitante vê só o que importa: mensagem de sucesso e botão para começar a navegar.
Após o envio do formulário de autoregistro, o visitante é autenticado com sucesso no Cisco ISE, utilizando o CPF como nome de usuário. O ISE reconhece esse usuário e aplica automaticamente a política de autorização configurada.

Na sequência, o dispositivo já está conectado à infraestrutura Wi-Fi corporativa, com acesso à internet liberado conforme as regras definidas para visitantes.

Simples, rápido e funcional — do jeitinho que o cliente pediu.
Se você é nosso cliente, não hesite em nos acionar. Adoramos um desafio. E se ainda não é cliente, talvez esteja perdendo a chance de trabalhar com uma equipe que, mais do que integrar tecnologia, entende de gente.
Nosso trabalho é fazer a tecnologia se adaptar a você — e não o contrário.
O diretor financeiro se senta em frente à câmera. A reunião está marcada, e a voz na chamada soa familiar, mas algo está errado. A imagem na tela parece perfeita, mas é exatamente aí que mora o problema. O rosto do executivo? Uma fraude. Todo movimento, toda piscada — uma manipulação de código habilitado pela inteligência artificial. Do outro lado, um funcionário confuso responde digitando no chat credenciais que entregam milhões a hackers em minutos.
Os criminosos evoluíram. Eles não precisam mais invadir sistemas com força bruta ou explorar vulnerabilidades óbvias. Com IA, transformam confiança em arma e criam ilusões impossíveis de discernir a olho nu. É nesse cenário que as empresas precisam se reinventar, porque a batalha já começou — e as máquinas estão lutando dos dois lados.
A inteligência artificial entrou no campo de batalha digital, mas nem sempre está do lado certo. Hackers usam essa tecnologia para tornar seus ataques mais sofisticados, invisíveis e letais. Quatro frentes principais destacam o poder da IA nos ciberataques modernos.
Os deep fakes estão reescrevendo as regras do jogo. Combinando vídeos, áudios e imagens manipulados pela IA, criminosos simulam reuniões inteiras, assumem identidades e criam provas falsas.
Um exemplo perturbador: um funcionário de uma multinacional transferiu milhões acreditando estar obedecendo ordens diretas de seu chefe em uma videoconferência. Tudo, desde a voz até as expressões faciais, era uma criação artificial.
A IA analisa grandes volumes de dados para construir perfis detalhados das vítimas. E-mails de phishing se tornam mais convincentes quando adaptados ao contexto pessoal ou profissional do alvo. Os ataques cirúrgicos não dependem mais de sorte — eles atingem diretamente o ponto mais fraco da cadeia.
Com IA, malwares evoluem. Eles analisam sistemas, identificam padrões e ajustam suas estratégias em tempo real. Alguns até conseguem modificar seu próprio código para evitar detecção. Imagine um ataque que aprende com as respostas do seu sistema de segurança e se adapta, tornando-se imune às mesmas medidas que deveriam detê-lo.
Os sistemas de defesa tradicionais dependem de assinaturas e padrões conhecidos. A IA dos hackers, por outro lado, cria variações infinitas, escapando de antivírus e firewalls. Cada movimento é um passo à frente, burlando barreiras que deveriam proteger dados críticos.
As táticas mostram que, no campo cibernético, o uso da IA mudou as regras. Mas a mesma tecnologia que potencia ataques também pode fortalecer defesas. Na próxima seção, vamos explorar como a IA está sendo usada para proteger empresas desses perigos.
Se a IA está nas mãos dos hackers, ela também pode ser nossa aliada. Defesas eficazes contra ataques sofisticados exigem tecnologia, estratégia e conscientização.
A inteligência artificial é a ferramenta mais poderosa contra os próprios ataques impulsionados por IA. Soluções baseadas em aprendizado de máquina detectam anomalias em tempo real, analisando grandes volumes de dados e respondendo mais rápido do que qualquer humano conseguiria.
Sistemas avançados, como EDRs (Endpoint Detection and Response), podem identificar malwares que se ajustam dinamicamente ou rastrear padrões em redes complexas para bloquear ameaças antes que causem danos.
A IA, por si só, não é suficiente. Ela precisa estar integrada a uma estratégia robusta de segurança cibernética. Algumas práticas são necessárias:
Tecnologia protege, mas o cérebro de pessoas treinadas é ainda mais poderoso. Investir em conscientização sobre phishing avançado, deep fakes e outras táticas modernas reduz drasticamente os riscos internos. O conhecimento permite que cada colaborador reconheça sinais de ataque e saiba como responder.
Combinando IA defensiva, práticas sólidas e uma equipe treinada, as empresas podem enfrentar essa nova era de ameaças.
| Leia também: |
No mundo onde os ataques cibernéticos evoluem diariamente, a Teletex está na linha de frente, construindo soluções que combinam tecnologia de ponta com estratégias personalizadas para proteger empresas de todos os portes.
O CyberCare é o carro-chefe da Teletex, um programa que une monitoramento contínuo, inteligência artificial e respostas rápidas para proteger sua empresa. Aqui está como ele pode fazer a diferença:
| Serviço CyberCare | Benefício para sua empresa |
| Monitoramento 24/7 | Identifica ameaças em tempo real e previne ataques |
| Resposta a incidentes | Atua rapidamente para minimizar impactos |
| Análise comportamental | Detecta atividades anômalas antes que se tornem problemas |
| Soluções avançadas de IA | Combate ataques com a mesma tecnologia usada pelos hackers |
| Treinamento e conscientização | Prepara sua equipe para reconhecer e evitar ameaças |
A Teletex utiliza inteligência artificial para fortalecer sua defesa, com ferramentas que aprendem continuamente e evoluem junto com as ameaças. Isso inclui detecção proativa de malwares, proteção contra phishing direcionado e monitoramento automatizado de redes.
Não espere que sua empresa seja o próximo alvo. Fale com a Teletex e descubra como o CyberCare e outras soluções podem blindar sua organização contra as ameaças mais sofisticadas.
O telefone toca. O atendente, cercado por luzes piscantes e o som do teclado incessante, atende com um tom profissional. Do outro lado, a voz parece confiável, cordial, quase calorosa. “Aqui é o pessoal de TI, estamos ajustando algumas permissões do sistema. Preciso que você acesse um link que enviei por e-mail.” Parece rotina, um procedimento qualquer. Mas, em instantes, dados sensíveis escorrem para mãos erradas.
No mundo digital, os hackers não invadem sistemas só achando brechas de códigos. Na maioria das vezes, aliás, eles entram pela porta da frente, disfarçados de boas intenções. Enganadores modernos, eles sabem que o ponto fraco da segurança de uma empresa não é apenas a tecnologia e sim as pessoas.
Essa é a história de como a confiança pode ser a maior arma dos cibercriminosos — e a chave para proteger o futuro da sua organização.
Os cibercriminosos são mestres em transformar a ingenuidade em vulnerabilidade. Eles sabem que não precisam invadir servidores se puderem manipular as pessoas que têm acesso a eles.
É exatamente aqui que entram golpes como o phishing, spear phishing e pretexto, armas preferidas de quem opera nas sombras digitais.
O phishing é um clássico. Uma mensagem bem-feita, muitas vezes personalizada, parece vir de uma fonte confiável — um banco, um colega ou até mesmo o departamento de TI da sua empresa. Dentro dessa armadilha estão links que levam a páginas falsas ou arquivos infectados.
| Exemplo de phishing
Você é um analista financeiro em uma grande empresa. Na sua caixa de entrada, um e-mail aparentemente vindo do seu banco avisa: “Urgente: Sua conta será bloqueada em 24 horas.” O remetente parece legítimo, o logo está no lugar certo, e o texto soa oficial. Ansioso, você clica no link e acessa uma página que espelha o site do banco. Sem perceber, você insere suas credenciais, que agora estão nas mãos do hacker. |
No spear phishing, a abordagem é ainda mais refinada. Alvos específicos, como gerentes ou executivos, recebem mensagens meticulosamente preparadas para enganar até mesmo os mais cautelosos. Tudo para roubar credenciais, dinheiro ou informações estratégicas.
| Exemplo de spear phishing
Uma diretora de marketing recebe um e-mail de um fornecedor frequente: “Olá, precisamos validar os dados de pagamento do último pedido. Segue o formulário.” A assinatura tem o nome correto, a linguagem está impecável, mas o link leva a uma página controlada por hackers. Dentro do formulário, ela insere informações financeiras sigilosas que permitem uma transferência fraudulenta. |
Um executivo de contas recebe um e-mail do CEO solicitando uma transferência urgente para um fornecedor internacional. O tom é direto, profissional e convincente. O problema? O e-mail não é do CEO, mas de um hacker que conseguiu comprometer o sistema de comunicação da empresa. Esse é o BEC, ou Comprometimento de E-mail Corporativo, que causa bilhões de dólares em perdas anualmente.
Outro golpe engenhoso é o pretexto, onde o criminoso cria uma narrativa convincente para obter a confiança da vítima. No caso relatado pela Tempest, hackers se passam por membros do setor de TI e ligam para call centers.
Eles fazem perguntas aparentemente inofensivas — “você está de home ou na matriz?” — antes de pedir para que a vítima acesse um site falso ou baixe um aplicativo. O resultado? Acesso total ao sistema e a informações críticas da empresa.
| Exemplo do uso de pretexto
Um atendente de call center atende a ligação de alguém que diz ser do setor de TI da empresa. “Estamos atualizando as permissões de acesso do sistema. Para continuar trabalhando, você precisa baixar um aplicativo pelo link que enviei no chat.” Pressionado pelo tom de urgência, o atendente clica, instala o programa e dá acesso remoto ao hacker, que usa isso para vasculhar arquivos e sistemas da empresa. |
Já o ransomware é ainda mais agressivo. Ao infectar o sistema de uma empresa, ele criptografa todos os dados, tornando-os inacessíveis. Em seguida, os criminosos exigem um resgate — geralmente em criptomoedas — para liberar o acesso. Recusar o pagamento pode significar perda irreversível de informações essenciais.
| Exemplo de ransomware
Durante o expediente, o departamento de TI identifica atividades suspeitas na rede. Em questão de minutos, os sistemas ficam paralisados. Na tela, surge uma mensagem: “Seus arquivos foram criptografados. Pague 10 bitcoins para desbloqueá-los.” A equipe percebe que não há backups atualizados, e a decisão de pagar ou não o resgate vira um dilema ético e financeiro. |
Hackers exploram desconhecimento, negligência e ações impulsivas. Um programa de capacitação estruturado reduz drasticamente vulnerabilidades humanas.
| Área de treinamento | O que ensinar | Por que é importante |
| Identificação de phishing | Reconhecer e-mails fraudulentos, links suspeitos | Previne o fornecimento de credenciais e dados |
| Uso seguro de senhas | Criar, armazenar e renovar senhas de forma segura | Evita acessos não autorizados |
| Manipulação de informações confidenciais | Classificação e proteção de dados sensíveis | Reduz o risco de exposição acidental |
| Reconhecimento de pretextos | Identificar abordagens fraudulentas por telefone | Impede manipulação social e roubo de informações |
| Resposta a incidentes | Procedimentos ao detectar atividade suspeita | Contenção rápida minimiza danos |
| Atualização de softwares | Importância de aplicar patches e updates | Fecha brechas exploradas por malwares |
| Compliance com regulamentos | Regras como LGPD e GDPR | Garante conformidade e evita multas |
Um treinamento consistente constrói uma cultura organizacional mais resiliente e preparada para enfrentar ataques.
Além de treinar funcionários, implementar boas práticas de cibersegurança fortalece as defesas e reduz a superfície de ataque. Elas envolvem políticas claras, ferramentas adequadas e uma cultura organizacional que prioriza a segurança.
Empresas devem criar políticas acessíveis que cubram o uso de tecnologias, acesso a sistemas e manuseio de dados confidenciais. Comunicação frequente e treinamentos garantem que todos entendam e sigam essas diretrizes.
Realizar simulações de ataques, como phishing e tentativas de acesso não autorizado, testa a preparação da equipe e revela pontos fracos. Relatórios pós-simulação ajudam a ajustar processos e reforçar treinamentos.
Adotar as tecnologias certas cria uma camada extra de proteção contra ameaças. Veja as principais soluções que devem ser consideradas:
| Solução | Finalidade |
| Firewalls | Filtram tráfego malicioso na rede |
| Antivírus | Detectam e neutralizam malwares |
| Sistemas de detecção de intrusão (IDS/IPS) | Monitoram e bloqueiam acessos não autorizados |
| Backups regulares | Garantem recuperação de dados em caso de ataques |
| Gestão de privilégios | Limita acesso a sistemas críticos a quem realmente precisa |
Segurança não é responsabilidade exclusiva do TI. Toda a empresa deve adotar uma postura proativa. Incentivar colaboradores a reportar atividades suspeitas, promover workshops internos e recompensar boas práticas cria um ambiente de colaboração contra ameaças.
Uma empresa adota uma solução integrada que combina firewall, detecção de intrusão e backup em nuvem. Paralelamente, realiza simulações de phishing trimestrais, ajustando políticas com base nos resultados. Todos os meses, um boletim interno relembra boas práticas e comunica novas ameaças emergentes.
| Leia também: |
Proteger uma empresa no cenário digital atual exige mais do que medidas pontuais — é preciso um parceiro estratégico que combine tecnologia de ponta com expertise em segurança. É aqui que entra a Teletex, líder em soluções integradas de cibersegurança há mais de 35 anos.
Com foco em prevenção e resiliência, o serviço CyberCare da Teletex assegura que sua empresa esteja preparada para enfrentar ameaças complexas
| Serviço CyberCare | Benefício direto para sua empresa |
| Monitoramento 24/7 | Identifica e neutraliza ameaças em tempo real |
| Resposta a incidentes | Minimiza impactos de ataques com ações rápidas |
| Análise de vulnerabilidades | Identifica pontos fracos antes que sejam explorados |
| Simulações de ataques | Testa a resiliência dos sistemas e da equipe |
| Gestão de patches e atualizações | Mantém os sistemas protegidos contra exploits |
| Treinamento especializado | Capacita a equipe para reconhecer e evitar ataques |
Veja como o CyberCare pode transformar sua estratégia de segurança. Fale com a Teletex e tenha uma proteção inteligente e sob medida para sua empresa. A segurança do seu negócio começa agora.
O relógio marcava 2h17. A notificação no celular piscava frenética, uma luz branca contra a escuridão do quarto. “Sistema comprometido. Instruções enviadas por e-mail.” Nem um som além do zumbido das máquinas no data center. Bilhões de bits, milhares de arquivos. Tudo agora trancado.
No e-mail, a mensagem direta. Criptomoeda ou caos. Nenhuma negociação. O código para liberar os servidores não viria de graça.
Os monitores da sala de controle mostravam um desfile de mensagens de erro. Aplicativos travados, pastas vazias, um cenário que parecia um set de filme apocalíptico. Cada segundo sem ação queimava dinheiro. Os clientes perceberiam. O mercado não perdoaria.
O ransomware nem precisa de apresentação formal. Ele aparece e toma o que quer. No Brasil, ele faz isso com frequência alarmante. Aqui, as empresas são presas fáceis, uma rede de vulnerabilidades que atrai atacantes como moscas no lixo eletrônico.
Ransomware é a versão digital de um sequestro, mas, em vez de pessoas, ele prende arquivos. Ele chega de mansinho, muitas vezes camuflado em um anexo de e-mail inocente ou em um link disfarçado. Um clique, e o estrago começa. Dados criptografados, sistemas paralisados. A mensagem de resgate não tarda: um preço para a liberdade dos seus arquivos.
Existem dois tipos principais:
Alguns ransomwares agora combinam técnicas. Primeiro criptografam os dados, depois roubam cópias para vender na dark web. Você paga para liberar os arquivos, mas eles já não são mais seus.
E as ameaças evoluem rápido, com variantes como WannaCry, Lockbit e Cerber. Todas com uma coisa em comum: uma cadeia de ataques cada vez mais sofisticada e personalizável, disponível na Dark Web por preços irrisórios. Em alguns casos, o próprio atacante fornece “suporte técnico” para que a vítima pague o resgate sem problemas.
Importante ressaltar que o ransomware não escolhe vítimas ao acaso. Empresas, governos, até hospitais. Alvo é quem tem o que perder e capacidade de pagar.
O Brasil, um gigante digital, mas também um alvo com armadura fina. O país combina infraestrutura em expansão, uso massivo de tecnologia e uma cultura de cibersegurança que ainda engatinha. Um prato cheio para grupos de ransomware.
Em 2024, o Brasil figurou entre os cinco países mais atacados pelo ransomware no mundo, respondendo por 1,8% dos mais de 3,5 milhões de casos registrados nos primeiros meses do ano. Isso pode parecer pouco, mas em um ranking global onde gigantes como Estados Unidos e Alemanha dividem o palco, é alarmante.
Começa pela adoção crescente de tecnologia sem a devida proteção. Dados da Sophos mostram que 49% das organizações brasileiras que sofreram ataques tiveram suas vulnerabilidades exploradas. Brechas em sistemas desatualizados, servidores esquecidos sem patch de segurança. Tudo isso funciona como uma porta destrancada esperando um intruso.
Outro ponto é o comportamento corporativo. No Brasil, 67% das empresas cujos dados foram criptografados pagaram resgates. Muito mais do que a média global de 56%. Isso cria um ciclo vicioso: os atacantes enxergam o Brasil como uma terra fértil, onde as vítimas pagam rápido e, em muitos casos, pagam a mais do que o solicitado. É o que os especialistas chamam de “recompensa ao crime”. Afinal, aqui o backup não funciona como deveria funcionar.
A desinformação e o uso insuficiente de práticas de segurança digital também amplificam o problema. Enquanto em outros países há esforços consistentes para educar organizações sobre ameaças, no Brasil, ainda há resistência. Muitos veem a cibersegurança como custo, não como investimento.
E, claro, o fator humano. Senhas fracas, descuido com e-mails suspeitos, falta de autenticação multifator. Pequenos erros que, combinados, criam grandes vulnerabilidades.
Um detalhe importante para se ter em mente: o ransomware é tampouco democrático. Ele escolhe suas vítimas com precisão de sniper, mirando nos setores mais críticos, aqueles que, se parados, sofrem perdas catastróficas. Em 2024, os alvos mais frequentes no Brasil foram:
Os dados reforçam o quanto esses setores são preferenciais. Por exemplo, em abril de 2024, empresas de tecnologia representaram a maior porcentagem de ataques de ransomware no Brasil. A dependência crescente de sistemas digitais nesses setores cria uma vulnerabilidade inevitável, que os cibercriminosos exploram ao máximo.
Entretanto, mais do que a natureza crítica desses setores, a falta de investimentos proporcionais em cibersegurança amplia os riscos. É a combinação perfeita: alto valor para os criminosos, baixa resistência no momento do ataque.
Os ataques de ransomware são realmente devastadores porque corroem a confiança, drenam recursos financeiros e comprometem reputações. No Brasil, os impactos têm se mostrado ainda mais severos em comparação a outros países.
As cifras são brutais. O custo médio para uma empresa brasileira se recuperar de um ataque de ransomware em 2023 foi de R$ 13,5 milhões, incluindo pagamentos de resgate, custos operacionais, perda de receita e danos à reputação.
Além disso, 67% das empresas que tiveram seus dados criptografados pagaram o resgate, superando a média global de 56%. Em muitos casos, essas organizações desembolsaram até 110% da quantia inicialmente exigida pelos criminosos, ampliando o peso financeiro.
Empresas atacadas frequentemente enfrentam paradas longas. Em 2024, 38% das organizações brasileiras levaram entre um e seis meses para se recuperar totalmente de um ataque, um salto preocupante em relação aos 30% registrados no ano anterior. O tempo prolongado demonstra o dano aos sistemas e a complexidade crescente dos ataques.
Embora os backups sejam a principal estratégia de recuperação, nem sempre funcionam. No Brasil, 58% dos ataques a backups foram bem-sucedidos, um número acima da média global de 57%.
A vulnerabilidade deixa empresas completamente à mercê dos atacantes, comprometendo a capacidade de recuperar informações críticas.
Além disso, a divulgação ou venda de dados roubados na Dark Web gera um dano irreparável à confiança de clientes e parceiros.
Um ataque bem-sucedido pode destruir anos de trabalho em construção de marca e relacionamento. Clientes tendem a desconfiar de empresas que falham em proteger seus dados, e parceiros de negócios podem buscar alternativas mais seguras.
Com a vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), as empresas brasileiras enfrentam penalidades severas por violações de dados. Em caso de ataques, as organizações precisam lidar com multas significativas, além do impacto jurídico de ações movidas por clientes e stakeholders afetados.
Ransomware não é apenas uma questão tecnológica. É um ataque ao núcleo operacional de uma organização, com consequências que ecoam muito além do dia do incidente.
| Leia também: |
Para uma empresa, proteger-se contra ransomware é uma questão de estratégia, cultura organizacional e investimento contínuo. Aqui está como as organizações podem estruturar suas defesas:
Empresas devem começar pelo básico, mas sem deixar brechas:
As empresas não podem confiar apenas em antivírus básicos. É essencial investir em:
Autenticação multifator (MFA) deve ser obrigatória em todos os sistemas críticos. Mesmo que credenciais sejam comprometidas, a MFA dificulta o acesso dos invasores.
A segurança começa com as pessoas:
Tenha uma estratégia clara para responder a um ataque, incluindo:
Certifique-se de que parceiros e provedores de TI também seguem boas práticas de segurança. Fornecedores comprometidos podem ser um elo fraco na cadeia.
Realize auditorias de segurança regularmente para identificar vulnerabilidades antes que atacantes o façam. Testes de penetração (pentests) ajudam a avaliar como os invasores poderiam explorar o ambiente.
Quando um ataque de ransomware acontece, cada segundo conta. Uma resposta rápida e bem estruturada pode minimizar danos e salvar dados cruciais.
Empresas brasileiras já enfrentam ataques mais sofisticados do que nunca. Sem uma abordagem robusta e integrada, a defesa contra ransomware é como uma casa de palha em uma tempestade.
Para este desafio, a Cybercare da Teletex é um ecossistema completo. Com mais de 500 bilhões de ativos protegidos e presença em mais de 10 países, a Cybercare combina consultoria estratégica, monitoramento 24/7 e tecnologia de ponta para enfrentar as ameaças mais complexas, incluindo ransomware.
—
Proteja sua empresa agora mesmo!
Não espere o próximo ataque. Solicite uma demonstração gratuita e descubra como nossa solução pode blindar o futuro do seu negócio. Conheça a Cybercare.
Fonte(s): Exame, Valor Econômico, Infomoney e VIVA Security
Filas se formam em frente à agência bancária. Rostos de cansaço. Polegares arranham telas de celulares em busca de respostas. A notificação pisca: “Serviço temporariamente indisponível.” Do outro lado, uma equipe desesperada tenta retomar o controle. Não há blecaute. Não há furacão. Há apenas uma tela preta, linhas de código e um preço que vai muito além do dinheiro.
O Brasil sofre silenciosamente com ciberataques. Eles não fazem barulho e não deixam destroços físicos como os roubos a carros-fortes, mas desestabilizam tudo que é vital. Bancos, hospitais, governos e fábricas. Uma invasão, um serviço parado, um dado exposto — o país paga, e caro.
R$ 6,75 milhões. Esse é o custo médio de uma violação de dados no Brasil, segundo o relatório “Cost of a Data Breach” da IBM. Ou seja, cada ataque é um golpe que reverbera em múltiplos níveis: perda de receitas, interrupção de operações e danos irreparáveis à reputação. Agora, amplie isso para centenas de empresas e órgãos públicos ao longo do ano. O impacto é avassalador.
Acima dos prejuízos financeiros diretos, os ciberataques desencadeiam efeitos cascata. Serviços são interrompidos, empregos evaporam, a confiança do mercado desaba. Quando hackers derrubam um sistema bancário ou paralisam hospitais, o que se perde não são cifras. São oportunidades, vidas e a já frágil confiança na economia digital.
Em 2023, o Brasil registrou 1.379 ataques cibernéticos por minuto. No acumulado, foram mais de 103 bilhões de tentativas. Cada invasão tem um custo que vai além do dinheiro perdido: é a privacidade invadida, o serviço essencial paralisado, o mercado que recua. No setor financeiro global, as perdas já ultrapassam US$ 12 bilhões em duas décadas, e o Brasil, vice-campeão em tentativas de invasão, caminha para cifras ainda mais alarmantes.
Logo, cibersegurança não é mero detalhe técnico. É um pilar da economia moderna, e o Brasil ainda engatinha para protegê-lo.
Os ciberataques não escolhem alvos aleatoriamente. Eles seguem o cheiro do lucro e das falhas de segurança. No Brasil, alguns setores são atacados de forma implacável, expondo vulnerabilidades que afetam toda a sociedade.
São os favoritos dos hackers. Dados financeiros sensíveis e milhões em movimentações diárias tornam o setor financeiro uma mina de ouro. Trojans bancários, phishing e ransomware são apenas algumas das ferramentas usadas para drenar contas e sequestrar dados.
Em 2024, o JPMorgan Chase relatou enfrentar 45 bilhões de eventos cibernéticos por dia, um reflexo do cenário que também afeta bancos e fintechs brasileiras.
Sites hackeados, serviços suspensos, informações confidenciais expostas. O setor público é um alvo recorrente, com ataques que buscam desestabilizar operações críticas.
No Brasil, o judiciário foi uma das áreas mais visadas, enquanto ataques de ransomware e negação de serviço (DDoS) aumentaram 95% globalmente em 2022.
Dados de pacientes são ouro no mercado negro. Ransomwares que paralisam sistemas hospitalares e sequestros de registros médicos podem significar vidas em risco. O Brasil lidera em incidentes no setor, com uma média de 1.613 ataques semanais entre abril e setembro de 2022.
As operações industriais são outro ponto crítico. Quando sistemas de controle industrial sofrem ataques, o impacto pode ser catastrófico: fábricas paralisadas, perdas bilionárias e até riscos à segurança pública. No setor de energia, que sustenta todas as outras indústrias, um ataque pode significar apagões e caos.
Os números confirmam: os ataques não são meras interrupções. Eles são golpes diretos na economia, nos serviços e na confiança da população.
Ciberataques deixaram de ser casos isolados e se tornaram uma epidemia global. Os números não apenas chocam, mas ilustram a urgência de se investir em cibersegurança:
Cada número carrega histórias de negócios interrompidos, vidas impactadas e serviços paralisados. Ataques que pareciam abstratos se traduzem em quedas de produção, demissões e desconfiança em setores inteiros.
Bem, os ciberataques são inevitáveis, isso é certo. Mas os prejuízos não precisam ser. Empresas no Brasil e no mundo têm percebido que investir em medidas preventivas é significativamente mais barato do que arcar com as consequências de uma invasão.
A primeira linha de defesa contra os ataques é, paradoxalmente, o elo mais fraco: as pessoas. Campanhas contínuas de conscientização ajudam os colaboradores a identificar e evitar armadilhas como phishing e vishing. Treinamentos regulares podem transformar os funcionários de alvos fáceis em aliados na proteção dos dados.
Sistemas de firewall avançados, detecção de intrusões e monitoramento constante são indispensáveis. Configurações adequadas de redes Wi-Fi e a segmentação de dados internos reduzem o alcance de possíveis ataques.
Auditorias frequentes para identificar vulnerabilidades e uma política clara de resposta a incidentes minimizam o tempo de inatividade e os custos associados a um ataque bem-sucedido.
Manter cópias atualizadas e criptografadas dos dados críticos em locais seguros pode ser a diferença entre um contratempo e um desastre irreparável. Esses backups devem ser testados regularmente para garantir que funcionem em caso de necessidade.
Desde mensagens trocadas até os registros financeiros mais sensíveis, todos os dados em trânsito ou armazenados devem ser criptografados. Isso reduz drasticamente o valor de qualquer informação roubada pelos hackers.
| Leia também: |
A Teletex possui uma proteção completa contra ameaças cibernéticas através do serviço Cybercare, desenhado para proteger ativos digitais de hacking, malware e ransomware.
Aqui estão alguns das ações que fazem a diferença dentro do Cybercare:
—
Com mais de 38 anos de experiência, as certificações necessárias e mais de 2.000 projetos entregues, a Teletex é a parceira confiável para proteger seu negócio contra ciberataques. Entre em contato e dê o primeiro passo para proteger o seu negócio.
A observabilidade recentemente tem deixado de ser um conceito técnico restrito ao universo da TI e passou a ser reconhecida como uma estratégia indispensável para empresas que querem navegar com segurança pela complexidade dos sistemas modernos.
Não por acaso, pesquisas recentes apontam que o mercado global de observabilidade deverá ultrapassar a marca de 20 bilhões de dólares até 2030, devido ao crescente investimento das organizações em tecnologias.
Mas por que tantas empresas estão voltando seus olhares para a observabilidade? Em um mundo onde um segundo de atraso pode significar uma queda de 7% na taxa de conversão ou prejuízos incalculáveis em reputação, compreender cada detalhe do funcionamento interno de sistemas nunca foi tão valioso.
Você já tentou encontrar a origem de um problema em um sistema complexo, como uma rede de trânsito em horário de pico ou a logística de uma grande entrega? Descobrir onde as coisas estão travando sem um panorama claro é complicado. A observabilidade é uma ferramenta indispensável para revelar o que está acontecendo “nos bastidores” de sistemas tecnológicos, tornando visível o que antes era opaco.
Na prática, a observabilidade é a capacidade de entender os estados internos de um sistema complexo analisando suas saídas externas — como dados, métricas e logs. Em outras palavras, além d e monitorar o desempenho, ela é uma abordagem estratégica que conecta sinais aparentemente dispersos para identificar a causa raiz de problemas ou gargalos.
Enquanto o monitoramento responde a perguntas simples como “o sistema está funcionando?”, a observabilidade transcende aborda questões mais complexas:
Vamos trazer o conceito para o dia a dia e entender como a observabilidade atua na prática. Vamos imaginar uma plataforma de e-commerce em plena Black Friday, enfrentando um pico de acessos e transações simultâneas.
Durante um momento crítico, os clientes relatam lentidão ao finalizar as compras, e a taxa de abandono do carrinho dispara. Como identificar rapidamente o problema? Com a observabilidade, os dados de métricas, logs e rastreamentos permitem que a equipe técnica descubra que um serviço específico, responsável pelo processamento de pagamentos, está sobrecarregado, apontando para a necessidade de escalar a capacidade do sistema em tempo real.
Outro exemplo prático: um aplicativo de entrega. Um motorista tenta acessar a rota no app, mas o sistema trava repetidamente. Sem observabilidade, a equipe técnica teria que investigar manualmente onde ocorreu a falha, gastando horas preciosas.
Com a observabilidade, é possível identificar em minutos que o problema está em uma API de terceiros que fornece informações de mapas. Além disso, ela permite prever a recorrência desse tipo de falha e implementar soluções proativas, como redundâncias.
Casos como esses demonstram o impacto direto da observabilidade: as equipes não só resolvem problemas mais rápido como ainda conseguem antecipá-los antes que afetem significativamente os clientes ou a operação.
Para líderes empresariais e tomadores de decisão, a observabilidade é uma alavanca estratégica em um ambiente onde a competitividade exige respostas rápidas e eficientes. Trata-se de uma prática que transforma a operação ao conectar dados técnicos com decisões que impulsionam resultados reais.
Com a observabilidade, é possível identificar falhas ou anomalias antes mesmo que se tornem problemas críticos. Significa que sua equipe conseguirá atuar preventivamente, reduzindo riscos e protegendo a experiência do cliente.
Ao fornecer insights detalhados sobre a causa raiz de um problema, a observabilidade reduz significativamente o tempo necessário para resolver incidentes. Equipes técnicas ganham agilidade, cortando o tempo médio de recuperação (MTTR) e minimizando impactos.
A performance de um sistema está diretamente relacionada aos indicadores da satisfação do cliente. Com observabilidade, gargalos ou lentidões podem ser eliminados, assegurando uma navegação fluida e aumentando as taxas de retenção e conversão.
Com a visibilidade que a observabilidade produz, é possível usar recursos de maneira mais inteligente, ajustando cargas de trabalho e alocação de servidores conforme a necessidade. A consequência é economia e melhora a eficiência operacional.
Quando sistemas se tornam mais estáveis e previsíveis, isso aumenta a confiança dos clientes e dos stakeholders internos. Transparência e estabilidade são pilares essenciais para negócios que dependem de tecnologia em tempo real.
Com menos tempo gasto apagando incêndios, sua equipe pode focar em desenvolver novas funcionalidades, produtos e serviços. A observabilidade abre caminho para a inovação, permitindo que as empresas se concentrem em agregar valor.
Momentos de indisponibilidade não só geram prejuízos financeiros, mas também abalam a credibilidade da empresa. A observabilidade ajuda a evitar essas interrupções ao antecipar problemas e agilizar a recuperação.
| Leia também: |
A implementação da observabilidade pode ser simplificada e organizada em etapas, permitindo que você visualize claramente cada passo necessário para transformar seus sistemas.
| Etapa | Descrição | Resultados esperados |
| 1. Instrumentação | Configuração de sistemas e aplicações para gerar dados relevantes, como métricas, logs e rastreamentos. | Geração de dados confiáveis para análise detalhada. |
| 2. Coleta e correlação | Centralização de dados em uma plataforma unificada que correlaciona informações de diferentes fontes (ex.: logs e métricas) para fornecer contexto. | Identificação rápida da causa raiz de problemas e análise contextualizada. |
| 3. Dashboards e análise | Criação de painéis interativos para monitorar o desempenho em tempo real e visualizar tendências e indicadores-chave de desempenho (KPIs). | Visibilidade clara da saúde do sistema e tomada de decisões embasadas. |
| 4. Automação e IA | Uso de inteligência artificial e aprendizado de máquina para filtrar sinais relevantes e executar ações preventivas automaticamente. | Detecção proativa de anomalias e resolução de problemas antes de impactar usuários ou operações. |
| 5. Treinamento de equipes | Capacitação dos times de TI e de negócios para interpretar dados e adotar práticas baseadas em observabilidade. | Alinhamento estratégico e maior eficiência no uso da plataforma. |
| 6. Escolha da solução certa | Seleção de ferramentas compatíveis com seu ecossistema, que atendam às demandas do negócio e suportem integrações com tecnologias existentes. | Adaptação perfeita ao ambiente atual, com suporte a longo prazo para escalabilidade e inovação. |
A jornada para adotar a observabilidade passa por uma grande oportunidade de transformação estratégica. Na Teletex, entendemos que cada empresa possui necessidades únicas. Por isso, oferecemos soluções personalizadas que alinham tecnologia e estratégia para otimizar seus sistemas, prevenir falhas e impulsionar a eficiência operacional.
Com nossa expertise em tecnologias avançadas e uma abordagem centrada no cliente, ajudamos sua equipe a:
Não importa o tamanho do desafio, nossa equipe está pronta para ajudar você a transformar dados complexos em decisões que impulsionam resultados. Fale com nossos consultores e descubra como dar o próximo passo em direção a operações mais robustas e competitivas.