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    Quais critérios considerar ao escolher soluções de cibersegurança?

    A maioria dos ataques cibernéticos que atingem o setor financeiro não começa com uma falha técnica. Começa com uma escolha ruim: uma ferramenta mal dimensionada ou um fornecedor sem histórico. Ou seja, uma decisão feita no tempo errado, pela razão errada.

    Com o aumento exponencial das tentativas de invasão — mais de 23 bilhões só no Brasil em seis meses, segundo o FortiGuard Labs —, não há mais espaço para apostas intuitivas. Ferramentas de segurança precisam ser escolhidas como se escolhe um sócio: avaliando risco, continuidade, aderência regulatória, interoperabilidade e, acima de tudo, confiabilidade diante do imprevisível.

    O texto abaixo parte desse princípio. Não como se proteger, mas como decidir o que vale proteger e com quem contar para isso.

    Ferramentas de segurança digital: o que avaliar antes de escolher?

    Escolher uma solução de cibersegurança exige uma série de critérios, pois o que parece robusto no papel pode se tornar um gargalo em ambientes reais. Ainda mais no setor financeiro, onde a margem para erro é praticamente zero. 

    Por isso, reunimos os critérios que realmente importam no processo de decisão:

    Etapa 1: avalie as necessidades específicas da sua instituição

    Não existe ferramenta certa sem contexto. A arquitetura de segurança de uma fintech com 30 funcionários e infraestrutura 100% em nuvem não pode seguir o mesmo modelo de um banco com sistemas legados, múltiplas filiais e ambiente híbrido.

    Antes de qualquer orçamento, é preciso responder:

    • Qual o grau de maturidade em segurança da informação?
    • Quais os ativos mais críticos?
    • Onde estão os maiores pontos de exposição?

    É necessário fazer um diagnóstico técnico e regulatório, portanto, como simulações de ataque, análise de vulnerabilidades e mapeamento de riscos operacionais.

    Etapa 2: considere a reputação e a experiência do fornecedor

    Segurança é uma cadeia. E ela só é tão forte quanto o elo mais fraco. Contratar fornecedores pouco auditados, sem presença no setor financeiro ou com histórico frágil de resposta a incidentes pode transformar uma proteção em passivo.

    Busque parceiros que:

    • Possuam atuação comprovada em ambientes de missão crítica
    • Tenham histórico de compliance com normas como LGPD, ISO 27001, PCI DSS
    • Sejam transparentes em casos de crise ou falha

    Etapa 3: analise os recursos e funcionalidades oferecidos

    Recursos como antivírus e firewall são muito básicos . Instituições financeiras precisam de soluções capazes de atuar de forma preditiva e responsiva frente a ataques complexos.

    Elementos a priorizar:

    • Detecção e resposta em tempo real (EDR/XDR)
    • Criptografia ponta a ponta e gestão de chaves
    • Dashboards integrados com visão técnica e executiva
    • Relatórios para auditoria e conformidade
    • Prevenção contra ransomware, DDoS e injeção de código

    Etapa 4: verifique integração e interoperabilidade

    A ferramenta escolhida precisa se encaixar ao ecossistema digital já existente: ERPs, sistemas bancários, APIs, cloud híbrida, serviços de rede, etc. Soluções que não se integram (ou pior, que bloqueiam o funcionamento de outras) acabam consumindo mais tempo da equipe de TI do que os próprios ataques.

    Etapa 5: avalie a usabilidade e o gerenciamento

    Não adianta uma solução poderosa se o time não conseguir operar. O correto é que o sistema tenha automações inteligentes, alertas priorizados por criticidade e painéis com leitura rápida, tanto para analistas quanto para gestores.

    Curva de aprendizado baixa, escalabilidade e arquitetura modular são diferenciais que reduzem o tempo de resposta e melhoram o ROI da segurança.

    Etapa 6: considere o suporte técnico e a frequência de atualizações

    Numa crise, o tempo de resposta do fornecedor pode definir o impacto de um incidente. Priorize empresas com suporte em português, SLA de atendimento documentado e política transparente de atualizações,  incluindo ciclos curtos para patching de vulnerabilidades críticas.

    Por que escolher errado custa caro? Uma visão técnica comparativa

    Quando se avalia uma solução de cibersegurança no setor financeiro, o que está em jogo é como  essa solução se comporta sob pressão, como ela escala com o crescimento do negócio e como ela conversa com a infraestrutura já existente.

    Veja uma comparação entre soluções genéricas e soluções projetadas para ambientes financeiros críticos:

    Critério técnico Soluções genéricas Soluções para missão crítica
    (ex: Teletex)
    Detecção de ameaças em tempo real Heurística simples, atraso na resposta Análise comportamental com resposta automatizada (XDR)
    Integração com sistemas legados Suporte limitado, necessidade de retrabalho Compatibilidade com ERPs, APIs financeiras e cloud híbrida
    Criptografia e gestão de chaves Foco em arquivos locais Proteção ponta a ponta com HSM e políticas granulares
    Governança e auditoria Relatórios básicos e manuais Dashboards executivos + trilha de conformidade para LGPD e Bacen
    Escalabilidade Limitada à configuração inicial Arquitetura modular, ativação por demanda, multiambiente
    Atualizações e suporte Sem previsibilidade, atendimento genérico SLA em português, time técnico especializado em finanças
    Resposta a incidentes Reativa, dependente da equipe interna Playbooks pré-configurados, testes de intrusão, análise forense

    Essa tabela não é para ilustrar um produto. Ela é para mostrar o custo real de escolher mal:

     → mais tempo da equipe
    → mais exposição operacional
    → mais fricção com compliance
    → mais dificuldade de reação quando a crise estoura

    Leia também:

    Proteja sua instituição com a Teletex

    Segurança digital é uma infraestrutura crítica. Por isso, as soluções Teletex são desenvolvidas para atender ambientes de alta complexidade, com foco em resiliência, integração e resposta técnica avançada.

    Por que a Teletex atende aos critérios que você busca:

    • Detecção e resposta inteligente: soluções com EDR e XDR integrados, capazes de identificar padrões anômalos em tempo real e acionar ações automatizadas, antes que a ameaça comprometa o sistema.
    • Arquitetura aberta e interoperável: compatibilidade nativa com sistemas legados, bancos de dados, ERPs financeiros, plataformas em nuvem (AWS, Azure, GCP) e APIs personalizadas.
    • Interface pensada para operação técnica e gestão executiva: dashboards com visão segmentada por camada (técnico, tático e estratégico), facilitando a gestão por múltiplos níveis da organização.
    • Criptografia ponta a ponta com HSM em nuvem: proteção avançada para transações, meios de pagamento e autenticações críticas, com chaveamento seguro sob política PCI DSS.
    • Suporte local e especializado: equipe técnica no Brasil, com SLA de resposta rápida, atendimento em português e acompanhamento contínuo de compliance regulatório.
    • Atualizações recorrentes e alinhadas às ameaças globais: base de inteligência constantemente renovada, com priorização de CVEs de alto risco, integração com pentest e gestão de vulnerabilidades.

    Essa visão se traduz na prática com CyberCare: uma plataforma modular de segurança digital desenvolvida para ambientes financeiros de alta exigência, que combina tecnologia de ponta, acompanhamento contínuo, suporte especializado e visão estratégica de proteção.

    Com o CyberCare, sua instituição ganha:

    • Monitoramento constante da superfície de ataque
    • Testes recorrentes de vulnerabilidades e simulações realistas de intrusão
    • Gestão ativa de riscos com painéis de controle acessíveis e acionáveis
    • Atualizações alinhadas ao cenário global de ameaças
    • Apoio técnico direto e alinhado às exigências do setor financeiro

    Quer saber por onde começar? A Teletex realiza uma avaliação personalizada do seu ambiente digital, identifica lacunas críticas e propõe um plano de ação concreto. Fale com um especialista.